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21 junho 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 12 - Revista da CPAD



AULA EM 21 DE JUNHO DE 2015 – LIÇÃO 12
(Revista: CPAD)

Tema: A MORTE DE JESUS

Texto Áureo: Lucas 23.46
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição exorte os aluno de que na obra de Deus sempre haverá as lutas, mas Jesus é o nosso maior exemplo de vencedor.
“extremamente difíceis e penosos para Ele e seus seguidores”, sabemos que para Jesus foi muito pior, ele já vinha falando sobre isso:
“Importa, porém, que seja batizado com um certo batismo; e como me angustio até que venha a cumprir-se!” Lc 12.50 Passou a vida já sabendo pelo que haveria de passar na cruz, isso é angustiante.
“As autoridades judaicas já haviam decidido, em concílio”, foi uma reunião secreta, pois nem todos os fariseus, escribas e chefes de sinagoga concordavam que Jesus fosse um impostor.
- “para não causar tumulto”, na páscoa a cidade de Jerusalém se enchia de estrangeiros.
“dores dos cravos e o peso do pecado da humanidade”, dores dos cravos está ma esfera física e o peso pelo pecado está na esfera espiritual.  Na cruz Jesus sofreu fisicamente e cumpriu a justiça espiritualmente.
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I - AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES 

1. Aflição interior.
- “iriam passar por um conflito interior”, conflito interior é quando há dificuldade em se tomar uma decisão, no caso de Jesus ele relutou em oração quando foi ao Pai e clamou: “Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.” Mt 26.39b e os discípulos ficaram em conflito pela dúvida se ele era mesmo o filho de Deus ou não, por isso fugiram e se esconderam.
“Satanás o queria peneirar”, ou cirandar, o trigo era batido ou pisoteado e depois lançado ao ar várias vezes para o vento separar a palha. Satanás provavelmente queria fazer o mesmo que fez com Jó.
“advertiu a todos sobre a necessidade da oração”, Ele recomendou que eles orassem para não entrar em tentação, porque Jesus sabia que o ser humano é fraco nas tentações.           

2. Aflição exterior.
“Estaria Jesus aqui pregando a luta armada?”, isso porque Jesus recomendou a compra de espadas, que era uma arma de guerra. “Disse-lhes pois: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e, o que não tem espada, venda a sua capa e compre-a;” Lucas 22:36
- “é frontalmente contrário aos seus ensinos”, infelizmente alguns em nosso meio não pensam assim, como o caso recentemente de uma jovem praticante do candomblé que recebeu uma pedrada por supostos crentes. Diferente de algumas religiões que abertamente proclamam guerra contra os cristãos ao redor do mundo.
“afligidos exteriormente com as consequências da prisão”, Jesus preparou eles avisando que servi-lo seria extremamente difícil, que haveria um preço a pagar. Diferente de alguns líderes hoje que só proclamam vitória e prosperidade.
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II - JESUS É TRAÍDO E PRESO

1.  A ambição.
- “alguém que compartilhava da sua intimidade”, quanto mais próximo for a pessoa, maior é a dor da traição e maior é a o dano causado, pois o amigo que é traidor sabe de coisas que ouros não sabem.
“mostram que Judas era avarento”, existe uma teoria de que Judas por ser do partido dos zelotes, estivesse esperando que Jesus iniciasse uma revolta, mas isso é só uma teoria.
- “a ambição o levou a entregar o Senhor”, as trinta moedas de prata deram para comprar um campo, portanto era um valor considerável e encheu os olhos de Judas. É provável que ele tivesse desiludido com Jesus, achando que ele não fosse o Messias que ele esperava e que não faria oposição ao domínio romano.

2. A negociação.
“uma oportunidade para matar Jesus”, Jesus tinha muitos seguidores e por isso eles temiam que houvesse luta pela libertação Dele. Então eles precisariam de um local isolado.
“o Diabo entra em cena para afastar esse obstáculo”, quer dizer que o inimigo incitou a Judas para trair Jesus, e como Judas conhecia o local e os horários que Jesus orava, seria então mais fácil prendê-lo isoladamente.
“Quando o responsabiliza por seu ato...não estava predestinado a ser o traidor”, se Judas estivesse predestinado a isso, ele não seria culpado. Seria injusto predestinar alguém a algo e depois condená-lo ao inferno por isso.
“fez porque não vigiou”, deixou ser dominado pela concupiscência e se tornou um alvo fácil para o inimigo. A vigilância é para que as concupiscência da carne e a soberba da vida não nos domine.
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III - JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE JESUS 

1. Na esfera religiosa.
- “provocou inveja e ciúme dos líderes religiosos”, esse foi o verdadeiro motivo pelo qual prenderam Jesus, no fundo eles sabiam que Jesus era vindo da parte de Deus, com certeza não sabiam que ele era o Messias e nem o filho de Deus, mas eles achavam que Jesus fosse talvez um profeta.
“reuniram o Sinédrio”, era o tribunal máximo para julgar as questões religiosas mais graves. Na verdade qualquer transgressão em Israel era um atentado a religião.
“Ele seria falsamente acusado de ser um sedicioso”, foram feitas muitas acusações perante os sacerdotes, mas a acusação pela qual Ele foi condenado no Sinédrio, partiu Dele mesmo, foi a de se dizer filho de Deus. Mc 14.63,64 o interessante é que Ele realmente é o filho de Deus, foi condenado por ser o que é. Os crentes sempre são mal vistos quando dizem o que são, filhos de Deus.

2. Na esfera política.
- “não poderiam conquistar o seu intento sem a aprovação do Império”, só Roma poderia autoriza a morte de alguém e para isso o imperador matinha um procurador que tratava dos assuntos de Roma na região, naquela época o procurador romano era Pilatos.
“desviar a nação...proibir os judeus de pagarem impostos...afirmar que Ele, e não César, era rei”, dessas acusações a única que foi aceita foi a de se dizer rei dos judeus, Mt 27.37 de novo foi Ele quem disse, e de novo Ele estava falando a verdade, Ele é realmente o rei dos Judeus, da linhagem de Davi por nascimento e Rei do mundo por outorgação.
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IV. A CRUCIFICAÇÃO E A MORTE DE JESUS 

1. O método.
“se dava através da crucificação”, a crucificação era um método para causar vergonha e coibir novas revoltas.
“mais cruel e dolorosa forma de execução”, o método consistia em violenta tortura e caminhada pública até o local da execução, com o objetivo de mandar um recado para os rebeldes do que acontece com quem desafia o estado romano.
“submetidos a todo tipo de tortura”, o comandante da guarda cuidava para que a pessoa torturada não morresse ou fosse mutilada durante a tortura, pois deveria cumprir todo o protocolo da execução.
“isso aconteceria com quem se levanta contra o Estado”, por isso tudo deveria ser feito em público. O mundo ficou sabendo da sua morte, mas só os seus souberam de sua ressurreição.

2. O significado.
“não passou de um mártir”, o mártir é alguém que morre em prol de uma causa que defende.
“um mártir não pode ser encontrado na narrativa da morte de Jesus”, Jesus não morreu por defender uma ideia, causa ou visão ele morreu pelo que Ele é e pelo papel que ele desempenharia.
“Jesus morreu vicariamente pela humanidade”, vicário significa, que substitui, esse era o Seu objetivo, morrer no lugar do pecador.
“O Servo sofredor, Jesus, justifica a muitos”, o versículo que expressa o sacrifício vicário é esse: “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” Is 53.5
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CONCLUSÃO
“um fato histórico que Jesus foi condenado”, a História reconhece que existiu um homem chamado Jesus e que foi morto pelos romanos a pedido dos judeus, mas a História não reconhece Jesus como o Filho de Deus.
“que levou Jesus de fato à cruz foram os nossos pecados”, essa é uma explicação espiritual e só pelo Espírito Santo alguém consegue entender e aceitar isso.
“A cruz resolveu o problema do pecado”, antes da cruz não havia perdão pelos pecados, todos estavam condenados, mas depois da cruz podemos ser perdoados por Deus.
 - Elabore o resumo e apresente e não se esqueça de corrigir os exercícios.

Marcos André – professor

Boa Aula! http://marcosandreclubdateologia.blogspot.com.br/2015/06/escola-dominical-esboco-e-subsidio-da_20.html

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes