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19 fevereiro 2011

O som do silêncio

Entre os mais de 470 promotores de Missões Mundiais da CBB reunidos no Acampamento de Promotores da JMM, que aconteceu entre os dias 11 e 13 de fevereiro, em Rio Bonito/RJ, o irmão Leslie Lima, membro do ministério de missões da IB Memorial da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ, e secretário de administração da CBB, enviou seu testemunho ao Pr. David Pina, coordenador de Promoção e Eventos da JMM. Entre os momentos mais marcantes, destaque para a “surpresa” da madrugada do último dia de Acampamento. “Eram 4h30 da manhã quando acordei ao som das mesmas chamadas para orações usadas nas mesquitas em países muçulmanos. Assim que saí, vi uma tenda e três pessoas vestidas como muçulmanos”. Confira abaixo o relato completo.

“O que uma pessoa espera de um acampamento? Normalmente, fazer novos amigos, passar alguns dias bem diferentes da sua rotina diária e se divertir. E quando o evento é sobre Missões Mundiais, logo se pensa sobre os novos conhecimentos que serão adquiridos a respeito dos campos da JMM, sobre a agência missionária e sua atuação e que Deus falará diretamente sobre um compromisso real com o Reino. Pois bem, tudo isso – e algo mais – aconteceu neste Acampamento de Promotores da JMM. 

A equipe de recepção e credenciamento estava pronta para o início das atividades, ainda na sexta-feira. Foi possível ver a preocupação da JMM nos pequenos detalhes, para que tudo corresse dentro do esperado. Um grande painel com o tema da Campanha 2011 da JMM recepcionava a todos. O Pr. David Pina pediu que cada um olhasse e refletisse sobre o tema “Eles também precisam da graça do Pai”. 

No primeiro dia ouvi as experiências do Pr. Sebastião Augusto, Representante da JMM para o RJ, em sua viagem ao Iraque, e do Pr. Dawei, missionário na China. Foram mensagens que deixaram, a mim e os demais, impressionados e com a sensação de que é preciso assumir compromissos missionários com Deus. Se a noite tivesse mais algumas horas, todos gostariam de ficar ali, louvando e ouvindo das maravilhas que Deus tem feito nos campos missionários.

No sábado pela manhã, divididos em pequenos grupos, eu e os demais participantes nos conhecemos melhor. Um tempo para dividir experiências e dificuldades, orarmos juntos e falar sobre a obra missionária. Depois, o Pr. Luis Claudio Marteletto, Gerente de Comunicação da JMM, apresentou detalhadamente todo o material da Campanha 2011. À tarde, oficinas sobre vários países onde os missionários atuam, e também uma da UFMBB, apresentaram o avanço dos trabalhos e as dificuldades de cada um, além de frutos da evangelização especialmente entre os muçulmanos. Foram momentos onde os participantes puderam tirar dúvidas e orar com os missionários. À noite, o Diretor Executivo da JMM, Pr. João Marcos Barreto Soares, trouxe uma palavra de compromisso com a obra missionária pelo mundo e a necessidade de estarmos disponíveis ao chamado do Senhor. Outro a falar naquela noite foi o Pr. Caleb, missionário no território palestino. Ele contou sobre como é a sua forma de trabalho, as experiências com o povo local e como Deus tem se revelado aos muçulmanos daquela região. Suas palavras causaram grande impacto em cada um e, naquela noite, o Senhor tocou diretamente em muitos corações, agindo de forma maravilhosa e graciosa.

Contudo, Deus usaria ainda mais a equipe da JMM. Na madrugada de sábado para domingo, passei por uma experiência única. Eram 4h30 da manhã quando acordei ao som das mesmas chamadas para orações usadas nas Mesquitas. Assim que saí do alojamento vi uma tenda, e nela três pessoas vestidas como muçulmanos oravam fervorosamente. Cada pessoa ali pôde, então, perceber o quanto Deus ama àqueles povos. Curvei-me diante do nosso Pai e pedi a Ele que usasse a minha vida. No silêncio daquela madrugada, Deus falava clara e maravilhosamente em cada coração. O Pr. David Pina encerrou aquele momento com uma oração e pediu para que cada um ficasse a sós com o Pai. Por mais incrível que pareça, o silêncio continuava falando. O dia amanheceu e todos desejavam que Deus estendesse ainda mais aquela madrugada.

Saí de Rio Bonito com um desejo profundo e real de expandir o reino de Deus para os corações das pessoas e povos que ainda não conhecem o Seu grandioso amor. Posso arriscar-me a dizer que todos os que ali estiveram regressarão em 2012, e contarão as inúmeras bênçãos de Deus ao longo desse ano”. fonte jmm

Você sabe quem são os povos não alcançados?




“Povos Não-Alcançados” é um termo que começou a ser usado com mais intensidade na Missiologia moderna na última parte do século 20. É uma referência para designar povos, nações ou áreas geográficas do mundo com pouca densidade ou influência cristã e evangélica. Em outras palavras, são áreas do mundo que compreendem povos, idiomas, culturas e tradições, onde o Evangelho ainda não chegou e a Igreja não existe. Estes grupos humanos e etnias são chamados de povos não-alcançados. Portanto, o Natal e a Páscoa não são celebrados porque discípulos não comunicaram o Evangelho entre eles. Clamam pelo envio de missionários biblicamente treinados e devidamente contextualizados, a fim de que a Igreja e a esperança em Cristo se tornem uma realidade no meio deles. Esse é o plano de Cristo conforme Mateus 24.14 e Atos 1.8.

Povos não-alcançados – um desafio

Segundo pesquisas apresentadas por especialistas no Congresso de Lausanne, realizado em 1974, na Suíça, um marco extraordinário do cristianismo mundial, naquela época, eram cerca de 16 mil povos do mundo ainda sem nenhum contato com o Evangelho. A evangelização se intensificou a partir de então e em Lausanne II, em 1989, em Manila, nas Filipinas, o número de povos não-alcançados caiu para 8 mil. Segundo a Missiologia atual, hoje existem pouco mais de 2.200 grupos étnicos sem a presença cristã e cerca de 4 mil povos sem uma evangelização forte para alcançar a sua própria etnia. Estes clamam pela ação missionária do discípulo de Cristo e da Igreja. Jesus mandou fazer discípulos de todas as nações. As etnias são mosaicos da criação de Deus e não uma anomalia do plano de Deus.

Oswald Smith, um grande estudioso de missões, no início do século 20 foi pastor da Igreja dos Povos em Toronto, no Canadá. Sua igreja sustentou mais de 300 missionários no mundo. Ele conta, em um dos seus livros, uma história interessante. Suponha, diz ele, que você tenha convidado muitas pessoas para a sua festa de aniversário. A alegria é intensa entre os presentes.

Chegou a hora de cortar o bolo. Os pedaços do bolo são colocados nas bandejas e os garçons começam a distribuí-los. As pessoas que estão na frente comem o primeiro pedaço e, também, o segundo pedaço. Alguns até três pedaços. Suponha que o bolo acabe. As pessoas do meio e de trás nem sequer experimentaram um pedacinho. Ninguém se preocupou em distribuir para todos primeiramente. Imagine que você é o aniversariante. Estaria contente? È justo? Assim, da mesma forma, há pessoas que ouvem o evangelho uma, duas ou mais vezes. Há outras, porém, que nem sequer ouviram uma só vez. É justo? Existem povos e regiões do mundo assim.

Uma outra expressão muito usada, chamando a atenção da Igreja paramaior mobilização em oração e ação missionária, é a Janela 10/40. É uma referência ao mundo budista, hinduísta e islâmico com pouca ou nenhuma presença cristã. São autênticos “cinturões” de resistência. E o desafio muçulmano naquela região é gigantesco. São cerca de 42 países de maioria islâmica localizados no Oriente Médio, Norte da África e Sul da Ásia. Na Europa ocidental existem mais de 15 milhões de muçulmanos e a maioria é não-alcançada. Sim, eles também precisam da graça do Pai!

Povos não-alcançados – uma prioridade

O livro de Romanos pode ser considerado um tratado missionário. É o livro que contém os pressupostos bíblicos e missionários de Paulo. Ele queria deixar o Oriente e levar o Reino de Deus ao Ocidente (Rm 15.23-24). Sua estratégia para concretizar este objetivo envolvia a igreja em Roma. Como era a capital do Império à época, portanto, um lugar estratégico, Roma era o centro do mundo cultural e político. Paulo percebeu que a igreja poderia ser um centro de apoio muito importante para o avanço do Reino no Ocidente. Ele fez uma exposição teológica do plano e missão de Deus a fim de conseguir o envolvimento missionário da igreja. Após essa elaboração, Paulo fala de suas intenções missionárias. Seu ministério no Oriente terminara (15.17-23) e o alvo agora era a Península Ibérica (15.24). Tencionava passar pela igreja em Roma, ter momentos de comunhão e edificação com ela e, também, desafiá-la para o envolvimento na extensão do Reino de Deus. Naquela altura, a spanha era a região mais recôndita do mundo.

Paulo declara aos crentes de Roma, então, que sua presença não era mais necessária (Rm 15.23). Porém, o pano de fundo dessa afirmação era o objetivo que ele tinha em mente: evangelizar grupos étnicos sem a presença cristã (Rm 15.20-21). Apesar de ainda haver necessidade da pregação do Evangelho para alcançar mais pessoas, de organizar mais igrejas e de preparar mais discípulos em Roma, Paulo prioriza missões em áreas não-alcançadas, isto é, anunciar as Boas-novas onde Cristo não houvera sido anunciado.

Em Romanos 1.16-17 Paulo apresenta a definição do Evangelho, sua natureza e universalidade. A mensagem é para todos: judeus, gregos, bárbaros, sábios e ignorantes, e a salvação é para “todo aquele que crê”. No capítulo 10.14-15, ele é mais enfático quando pergunta: “Como crerão naquele de quem não ouviram falar?”. Em Romanos 3.21-31 afirma que apenas a fé em Cristo pode salvar o homem do pecado. Deus revelou a sua justiça “pela fé em Jesus Cristo para todos os que creem” (3.22). Note-se que a justiça vem de Deus e é para “os que creem”. Entende- se “justiça” aqui não como a natureza de Deus, nem a qualidade moral do ser humano, mas o meio divino para a salvação do homem (3.25).

Já que a consciência, a natureza (gentios) e a lei (judeus) se tornaram impotentes para salvar o homem, o único meio possível no plano divino é pela fé em Cristo. Como o ser humano pode responder sem ouvir? Não há nenhuma possibilidade de salvação sem o Evangelho. O caminho de Deus para a salvação chegou até nós pela revelação e precisa ser anunciada (Rm 10.8-17, 16.25-26).

O que isso tem a ver com você e sua igreja?

O livro de Romanos demonstra como teologia e missão, fé e vida, convicção e missão andavam juntas em Paulo. Por isso, a Espanha precisava ser evangelizada (Rm 16.25-27). O apóstolo tinha uma consciência clara e profunda de história e de seu tempo, acerca da hora e do lugar onde começar, fronteiras a conquistar e filosofia a nortear o ministério. O capítulo 15.19 fala sobre a hora, o lugar e as fronteiras a conquistar. Em Romanos 15.20-21, Paulo testifica da filosofia que norteava o seu ministério e sua vida. Tinha prazos para sair (vs. 23 e 24). As expressões “Passa a Macedônia e ajuda-nos” e “confins da terra” dão-nos várias implicações missionárias para a Igreja no século 21. Quais as áreas não evangelizadas e não alcançadas hoje? O que a sua igreja pode fazer por elas?

O slogan usado por William Carey, o Pai das Missões Modernas, “Espere grandes coisas de Deus; faça grandes coisas para Deus”, ainda é tão relevante e desafiador hoje como foi há 250 anos. Portanto, seja um instrumento para viabilizar o plano do Deus na Janela 10/40, no mundo islâmico etc. Sim, os muçulmanos e os não-alcançados precisam da graça do Pai. O Senhor nos chama para ser Seus instrumentos da criação e redenção em Cristo. Jesus disse: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim” (Mateus 24.14). Deixar os não-alcançados sem o Evangelho do Reino, como é o caso das tribos indígenas, os sertões do Nordeste brasileiro, o mundo budista, hinduísta e islâmico, é uma agressão ao plano mundial de Deus e uma violência à nossa vocação e missão. Mais de 2000 anos já se passaram. Até quando?fonte jmm

Seminário Feminino gera restauração espiritual

Busca por conhecimento da Palavra marca reunião para mulheres na AD em Guarulhos

Seminário Feminino gera restauração espiritual
A oportunidade de ampliar conhecimentos e crescer espiritualmente levou cerca de 500 irmãs a participarem do 1º Seminário para Mulheres da Assembleia de Deus em Guarulhos (SP). O evento ocorreu nos dias 11 e 12 de fevereiro sob o tema Mulheres Crescendo na Graça e no Conhecimento. Segundo pastor José Wellington Costa Júnior, líder da igreja, o resultado do 1º Seminário para Mulheres com certeza será muito positivo para o setor. “Porque atualmente a mulher tem mais espaço na igreja. Hoje o trabalho efetuado por elas é muito significativo. Elas atuam em todas as faixas etárias. Este seminário está servindo para um aperfeiçoamento de nossas irmãs e também observamos o interesse delas em se aperfeiçoarem e levarem adiante o conhecimento adquirido, e repassar a outros também. Louvamos a Deus, foi uma experiência maravilhosa, e com certeza vamos repetir outras edições”, atesta líder.
 
Para irmã Lídia Dantas Costa, coordenadora-geral das irmãs do Setor de Guarulhos, a programação foi abençoada. “Estou grata ao Senhor, pois esse Seminário para Mulheres era um antigo desejo do meu coração. Agora Deus confirmou e aprovou. Durante o evento, nossas irmãs puderem desfrutar de um período maravilhoso na presença do Senhor com estudos sobre assuntos de grande interesse para nós mulheres. O Seminário realmente fez jus ao tema escolhido, e crescemos na graça e no conhecimento”, testifica.

A abertura do evento contou com duas palestras ministradas pelo pastor José Wellington Júnior e a irmã Gilda Júlio. Eles ministraram sobre a volta de Jesus e a importância da fé respectivamente. No segundo dia, as palestras foram realizadas na igreja e num colégio da rede estadual. As irmãs foram separadas de acordo com a faixa etária. Participaram como palestrante o pastor Anísio Batista Dantas, que ministrou sobre o tema Preparando Sermões; irmãs Lídia Costa, sobre A Família Servindo ao Senhor; Telma Bueno, sobre A Saúde da Mente; e Sônia Pires, sobre Perdão e Autoestima.

De acordo com pastor Josanias Gonçalves Ramos Junior, um dos responsáveis pela organização e estrutura do Seminário, 45 irmãos colaboraram durante a programação, formando equipes de recepção, cadastramento, cozinha, logística e apoio aos professores. “Obtivemos resultados positivos. Tínhamos uma meta de atingir apenas 180 a 200 pessoas. No entanto, recebemos cerca de 500 mulheres, que foram abençoados no evento”, comentou pastor Josanias. 

A presença dos adolescentes durante o evento também foi marcante. Cerca de 30 jovens, entre 11 e 15 anos, colaboraram com as atividades das irmãs. Segundo o líder do Departamento de Adolescentes, pastor Alexandre Júnior, eles estavam felizes em cooperar com as servas de Deus. “Eles se dedicam porque amam trabalhar para o Senhor. Marcam presença em todas as programações da igreja”, alegra-se pastor Alexandre.

Na opinião das participantes, o Encontro proporcionou-lhes mais conhecimentos sobre a Palavra de Deus.  Foi o que disse a irmã Marildes Maia Sales, membro da AD local. “Levo na bagagem ensinamentos que jamais tive a chance de adquirir”, concluiu. Já o alerta sobre a autoestima despertou o interesse de Rosilda Lopes Ambrósio, também da AD em Guarulhos. “Achei importante falar sobre o cuidado com os sentimentos e a família. O assunto serviu como alerta para algumas irmãs, sobretudo em relação a nossa autoestima”. 

Os professores também foram unânimes em relação ao aproveitamento e à qualidade espiritual do Seminário. Para a palestrante Telma Bueno, foi um evento ímpar. “Acredito que os objetivos propostos foram alcançados: mulheres crescendo na graça e no conhecimento de Deus. Vivemos tempos difíceis, logo precisamos conhecer mais a Deus e sua Palavra. O evento permitiu que as irmãs estudassem a Bíblia durante um dia inteiro. Foi possível perceber o interesse delas pelo estudo das Escrituras”, conclui Telma Bueno. 

No encerramento, foram entregues os certificados de participação. Duas irmãs de 79 anos foram homenageadas por ser as mais velhas e uma jovem de 15 por ser a mais nova participante. “O evento foi muito bom. O certificado é uma recompensa do que aprendemos”, declara Maria Magdalena Dantas, uma das homenageadas da terceira idade. 

O culto de encerramento também contou com a participação da irmã Wanda Freire Costa, presidente e fundadora da União das Esposas de Ministros das Assembleias de Deus do Brasil (Unemad). Segundo ela, um evento dessa natureza é importante em qualquer igreja. “Parabenizo o pastor José Wellington Júnior e a irmã Lídia Costa pela iniciativa. As participantes levarão a graça e o poder de Deus. Estão aptas para fazer a obra de Deus em qualquer circunstância”, declarou presidente da Unemad.

O último dia do evento reservou um momento único para os organizadores do evento. “Nos últimos minutos do culto de encerramento, presenciamos um bom número de irmãs chorando. Olhei para os membros de nossa equipe e disse: ‘Está tudo pago. O estresse e as dores no corpo foram compensados”, declarou pastor Josanias. 


fonte CPAD News

 

ADBH realiza batismo no próximo dia 27

AD deve receber um grande público

ADBH realiza batismo no próximo dia 27
No próximo dia 27 de fevereiro, no Templo Central, da Assembleia de Deus em Belo Horizonte, vai acontecer o batismo nas águas dos novos convertidos, sob a liderança dos Pastores Anselmo Silvestre e Moisés Silvestre Leal.

Tomando como base o texto de Atos 2:38 “Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo.”, a AD de Belo Horizonte espera receber um grande público para uma grande celebração da vitória da cruz sobre a morte com os novos batismos. Além dos batizandos a AD deve receber um grande número de visitantes que acompanharão os irmãos a serem batizados. Uma nova oportunidade para lançarem as redes e anunciarem o evangelho.

Serviço:
Batismo na AD de Belho Horizonte
Rua São Paulo, 1341, Bairro de Lourdes – Centro
Belo Horizonte – Minas Gerais   cpad news

O dom de cuidar

A recomendação bíblica de dedicação ao ensino envolve também o zelo pelos alunos

O dom de cuidar
Por Alberto Alves da Fonseca*

“Assim nós embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente membros uns dos outros. De sorte que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a mediada da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou se exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade, o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria...”, Romanos 12.5-8 – grifo nosso.

Dom de ensinar é uma capacitação divina para expor, ensinar, explicar, esclarecer, defender e proclamar as verdades referentes à Palavra e ao Reino de Deus: “...como não me esquivei de vos anunciar coisa alguma que útil seja, ensinando-vos publicamente e de casa em casa”, At 20.20; “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros”, 2Tm 2.2.

Dom de ensinar é um dos dons concedidos por Deus aos seus servos com o objetivo específico de manifestar sua graça, glória e poder na edificação do Corpo de Cristo, a igreja: “Com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da plenitude de Cristo”, Ef 4.12-13. Na lista dos dons espirituais no Novo Testamento temos o dom do ensino (Rm 12.-6-8; 1 Co 12.8-10, 12.28-29 e Ef 4.11-13).

O ensino faz parte da essência da fé cristã, é fundamental e significativo na missão que o Senhor Jesus Cristo entregou à sua Igreja: “Ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado...”, Mt 28.19-20.

Estamos terminando esse último trimestre de 2010. Como professores da Escola Dominical jamais podemos perder a correta definição do termo ensinar. Paulo declara explicitamente sobre esse dom em Romanos 12.7b: “... se é ensinar, haja dedicação ao ensino”, Rm 12.7b, ou “... o que ensina, esmere-se no fazê-lo...”.

É importante observar que na língua grega a declaração aponta tão somente para: “...aquele que ensina, no seu ensino...”. Aparentemente parece até uma redundância, no entanto, a profundidade da ideia nos remete a “dedicação” ou “diligência” que todo professor deve estar atento para:

- esforçar-se em aprimorar os seus conhecimentos;
- esforçar-se em aprimorar a eficácia dos seus métodos de ensino;
- esforçar-se no interesse pessoal por aqueles que são seus alunos.
    
A parte mais importante


Assim, além da importância de uma formação continuada que todo professor de Escola Dominical deve ter, dedicando-se a oração, leitura da Bíblia, literatura bíblica, pedagógica, secular e contextualização, ele jamais deve perder o interesse pessoal por aqueles que são seus alunos: “Com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da plenitude de Cristo”, Ef 4.12-13.

O professor da Escola Dominical deve conhecer seus alunos, se preocupar com eles, compreender que os alunos são a parte mais importante da ED, sem eles não existe Escola Dominical. O professor deve compreender que o dom de ensinar sem amor, nada é (ler 1Coríntios 13).

Portanto, o alvo principal e inequívoco da ED são os alunos, e dedicação ao ensino, é dedicação aos alunos. Todo o preparo da aula, as condições da classe, a linguagem, as novas técnicas e ideias, tudo objetiva o crescimento do aluno.

Ao terminarmos esse trimestre, é fundamental que cada professor, pegue a sua lista de presença, e observe se houve ausência acima da média e tente se perguntar quais foram os motivos para que isso ocorresse. Não seria pertinente o professor visitar tal aluno ou ao menos contatar por telefone ou e-mail? Lembre-se da recomendação: “...haja dedicação...”.

Palestrantes ou professores?

Infelizmente, um dos grandes problemas da ED em todo o Brasil é a rotatividade dominical de professores. Em muitas escolas, a cada domingo, um professor diferente está ministrando à classe, ou seja, estes acabam sendo meros palestrantes dominicais. Isso embora possa resolver problemas da pseudo-oportunidade para todos, traz uma ruptura de compromisso professor-aluno.

Deve haver ligação e comunhão plena entre o professor e os alunos. O professor deve estar inserido no cotidiano do aluno da ED, caso contrário, a aprendizagem é prejudicada. Pois, como um professor que não está semanalmente em contato com os alunos perceberá se eles estão ausentes ou não? Como perceberá as necessidades pedagógicas dos mesmos? Ou seja, se o professor não conhece os seus alunos, como poderá ajudá-los?

Há professor que é ausente em todo o trimestre, e que aparece somente na ED quando se trata do dia dele ministrar a aula. Isso é uma aberração pedagógica, já que, nesse caso, não é o aluno o mais importante, mas o professor. Veja a inversão da Palavra!

Seria pedagogicamente mais adequado que a ED tivesse, minimamente, um professor responsável por trimestre, obviamente com seu substituto para qualquer eventualidade. Pelo menos durante aquele trimestre, o professor responsável criaria laços e conheceria o cotidiano de sua classe para apresentar melhorias educacionais de aprendizado e acompanhamento de sua classe satisfatoriamente.

A rotatividade de professores, se necessário, poderia ser trimestral e nunca dominical, pois essa troca semanal tem criado uma Escola Dominical frágil, onde todos, professores e alunos, estão de certa maneira descompromissados, não criando vínculos profundos e nem responsabilidade.

Neste contexto, a ED deixa de ser escola, sendo apenas e simplesmente palestras dominicais, onde a cada domingo aparece um professor novo que dá sua palestra ou “aula”, conta as suas experiências, sem compromisso algum com o corpo docente e discente, com o estado da sala de aula, com as faltas, presença de visitantes, etc. Ele cumpre seu papel específico: dar aula naquele domingo e ponto final. Talvez haja exceção, mas não podemos trabalhar em cima dela. 

As responsabilidades do dom
    
É salutar revermos várias questões, entre elas, convidarmos os professores para uma reflexão responsável, estudarmos a Palavra de Deus em Romanos 12.5-8, compreendermos integralmente o dom de ensinar, e as responsabilidades inerentes ao mesmo.

Não basta o professor dá uma palestra dominical, ou infelizmente, como muitos, ir a ED e ler a lição para os alunos. Isso o aluno poderá fazer em sua própria casa e, muitas vezes, com maior conforto. A ED deve ser um local onde o professor é o primeiro a chegar e estar atento às necessidades básicas da sala de aula; está sempre pronto a receber seus alunos, notando a ausência dos mesmos, e sabendo elogiar a presença deles. E, por fim, onde ele procura diversificar seu método de ensino com novidades pedagógicas que despertem no aluno o desejo de frequentar as aulas. 

Outro fator importantíssimo pelo qual o professor deve conhecer seu aluno é que ele deve orar e interceder por suas necessidades, ter uma linguagem apropriada, compreender a homogeneidade da classe, além de trazer grande crescimento espiritual para os alunos, levando estes e outros ao encontro de Cristo.

Você, que ministrou neste último trimestre, e dedicou-se à causa do Senhor, receba em seu coração esta Palavra: “Meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”, 1Co 15.58.

Aos professores da ED que iniciarão e vivenciarão esse novo momento, a Palavra está diante de todos vós: “...se é ensinar, haja dedicação ao ensino”, Rm 12.7b, ou “...o que ensina, esmere-se no fazê-lo...”. Pense em sua classe, em seus alunos, nos métodos que pretende utilizar; conheça seus alunos, sua construção cultural, suas necessidades, faixa etária; incentive-os a trazer novos alunos, visitantes; incentive-os a orar; desafie-os a ler a Bíblia, a participar de outras atividades na igreja; seja um dínamo de bênção para sua classe.

Seja amigo de seus alunos, fomente o relacionamento pessoal, o interesse em ensinar, isto é, um relacionamento comprometido, sincero e dedicado na forma de comunicação entre professor e aluno. Isso resulta em aprendizado para ambos.

Parabenizo você, professor, por seu abençoado trabalho neste último trimestre e desejo que tenha a vivência e experiência plena de Romanos 12.7. Termino essa pequena reflexão citando o escritor Augusto Cury: “Bons professores são mestres temporários; professores fascinantes são mestres inesquecíveis”. Seja um professor fascinante, cheio do Espírito Santo de Deus e ministrador do dom que há em ti.

*Alberto Alves da Fonseca é pastor na Assembleia de Deus em Campinas (SP), formado em Teologia, História e Direito, escritor e professor do Curso de Capacitação para os Professores da Escola Dominical da AD em Campinas (SP).

fonte  Ensinador Cristão,

100 milhões sob perseguição

Saiba quais os países onde os cristãos são mais perseguidos

100 milhões sob perseguição
Dos 2 bilhões de cristãos no mundo, pelo menos 100 milhões sofrem algum tipo de opressão ou perseguição, principalmente em países islâmicos. O dado é da ONG Missão Portas Abertas. “E as coisas parecem estar piorando”, disse Ângela Wu, diretora internacional do Departamento Legal do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, com sede em Washington.

Os fatos corroboram a observação de Wu. No final de março, dez atiradores invadiram escritório da Visão Mundial em Mansehra, distrito ao norte de Islamabad, capital do Paquistão, matando seis funcionários e ferindo outros sete. O governo do Marrocos expulsou, no início de março, 26 cristãos, sob a acusação de proselitismo. Em fevereiro, pelo menos oito cristãos foram assassinados na região de Mosul, no Iraque. No Egito, num domingo de janeiro, oito cristãos coptas foram mortos a tiros quando saíam de um culto.

De acordo com levantamento da Missão Portas Abertas, de novembro de 2008  a outubro de 2009, a Coréia do Norte liderou a classificação de países por perseguição. Inclusive, cristãos foram usados como cobaias para testes de armas químicas e biológicas realizadas naquele país. Em segundo lugar aparece o Irã, onde templos foram fechados no ano passado e estima-se que pelo menos 85 cristãos estejam presos. O islã é a religião oficial no Irã e todas as leis devem ser compatíveis com a interpretação oficial da sharia (lei islâmica). Os demais países da lista de dez países que mais perseguem cristãos são Arábia Saudita, Somália, Maldivas, Afeganistão, Iêmen, Mauritânia, Laos e Uzbequistão.

Em pesquisa realizada entre 2006 e 2008 em 198 países, o Pew Forum on Religion & Public Life, de Washington, concluiu que 70% dos 6,8 bilhões de habitantes do planeta vivem em nações com algum limite, ou elevados limites, à liberdade religiosa. Apenas 15% da população vive em países onde a manifestação religiosa é realmente livre. Essa pesquisa destaca ainda a China e a Índia entre os países com grandes restrições religiosas. O Pew Forum faz uma distinção entre países nos quais os governos impõem restrições e países onde a população discrimina quem não se alinha à religião hegemônica. Na China e no Vietnã, são governos que restringem a liberdade religiosa. Na China, as restrições atingem não apenas cristãos, mas também budistas do Tibete e muçulmanos do Uighur. No caso dos cristãos das “igrejas clandestinas”, eles sequer são registrados.

Se os governos da Nigéria e de Bangladesh se mostram moderados, é a sociedade civil que explode contra seguidores de uma ou outra religião. Muçulmanos têm perseguido cristãos intensamente nesses países. O mesmo ocorre na Índia, onde as hostilidades são realizadas mais por grupos sociais do que pelo governo. Hindus têm atacado grandemente cristãos na Índia. Na lista do Pew Fórum ,a Arábia Saudita aparece em primeiro lugar porque no país tanto autoridades quanto população são hostis às religiões “inimigas”. Governos do Sri Lanka, Myanmar e Camboja defendem uma só religião, o budismo, reprimindo as outras.
 
fonte mensageiro da paz

Só o sacrifício de Jesus tem poder de resgatar o homem de seus pecados

Meu prezado leitor, eu o convido a meditar comigo na mensagem da Palavra de Deus em Lucas 23.15-18: “Nem mesmo Herodes, porque a ele vos remeti, e eis que não tem feito coisa alguma digna de morte, Castigá-lo-ei, pois e soltá-lo-ei. E era necessário soltar-lhes um pela festa. Mas toda a multidão clamou a uma, dizendo: Fora daqui com este, e solta-nos Barrabás”.

Todos nós que lemos a Bíblia conhecemos esse relato do ministério do Senhor Jesus. O Mestre estava preso, sendo julgado e seus seguidores também estavam sofrendo naquela ocasião. Jesus esteve diante de Pilatos e uma multidão escarnecia do prisioneiro. Os inimigos de Jesus faziam uma pressão tremenda contra Jesus porque o procurador romano estava julgando a causa de um homem de que ele já ouvira falar algumas vezes que só realizava o bem. Pilatos tinha conhecimento do ministério de Cristo, mas naquela ocasião estava diante de uma multidão que exigia a morte dAquele que fez o bem para a humanidade. Chamo a atenção do leitor para o fato de como os homens podem ser cruéis em alguns instantes da vida, pois, para complicar ainda mais a situação, aquelas pessoas, sabendo que deviam decidir entre Jesus e Barrabás, um prisioneiro acusado de sedição, que certamente seu motim resultou em perda de vidas humanas, escolheram a libertação de Barrabás. Em nossos dias, Barrabás seria considerado um terrorista. Preferiram um terrorista a Jesus.

Após ouvir as palavras de Pilatos, a multidão manifestou aos gritos a sua vontade ao pedir a liberdade do criminoso. 

Meditemos na situação daquele terrorista que, ao escapar de sua condenação e se dirigir à sua casa, lembra-se que o outro prisioneiro, que só fizera o bem, estava morto na cruz em seu lugar. Acredito que Barrabás tinha consciência disso. 

Tenho certeza absoluta que ele lembrava que Jesus havia sido crucificado em seu lugar. 

Quem havia transgredido as leis era Barrabás e não Jesus, que não tinha pecado, ou seja, nenhum crime pelo qual devia ser sentenciado pelas leis dos judeus ou dos romanos, mas o Senhor levou sobre si, espontaneamente, o lugar destinado a Barrabás, a mim e a você. 

Reflita agora sobre a situação do homem natural, envolvido em seus pecados. Mas Jesus, conforme a revelação do profeta Isaías, levou sobre si nossos pecados e os cravou na cruz. Eu sou grato ao Senhor por Seu sacrifício e pela revelação de Sua Palavra, através da qual posso enxergar Jesus ressurreto, que concede-nos a salvação. Somente Ele pode dar ao homem a vida eterna.

*José Wellington Bezerra da Costa é presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil fonte mensageiro da paz






Lugar do nascimento de Jesus pode virar Patrimônio da Humanidade


Centro histórico de Belém e caminho da peregrinação também são candidatos

Lugar do nascimento de Jesus pode virar Patrimônio da Humanidade
O Centro histórico de Belém, o Caminho da Peregrinação e a Basílica da Natividade, construída no local onde Jesus nasceu, poderão ser em breve reconhecidos como Patrimônio da Humanidade.

A cidade palestina, que a cada ano recebe milhares de peregrinos que desejam conhecer onde viveu o Messias, apresentou sua candidatura para ser incorporada à lista da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e reforçar a proteção de um lugar sagrado para grande parte da Humanidade.

Hamdan Taha, vice-ministro de Turismo e Antiguidades da Autoridade Nacional Palestina (ANP), explicou que esse reconhecimento internacional reflete o quanto "Belém é um lugar de importância inquestionável" e que tal ato beneficiará a conservação da cidade.

Dentro da Basílica encontra-se uma gruta na qual o lugar do nascimento de Cristo está marcado por uma cruz de 14 pontas.

Sua história se remonta no século IV, quando Helena, mãe do imperador romano Constantino, fez uma peregrinação à região e identificou o lugar no qual, conforme a Bíblia relata, Maria "deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos,  deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem”, Lc 2.7.

Constantino ordenou ao bispo Makarios de Jerusalém no ano 325 a edificação de uma igreja, muito pequena, com uma planta octogonal diretamente sobre a gruta, que foi incendiada e destruída quase totalmente na revolta samaritana do ano 529 e reconstruída com sua atual estrutura 36 anos depois pelo imperador Justiniano I.

Ao longo de sua longa trajetória, a Basílica sofreu diversos danos e uma deterioração geral que alertou sobre a importância de frear este processo e fez com que em 2008 o Fundo Mundial de Monumentos a incluísse em sua lista dos 100 lugares em maior perigo.

Restauradores especialistas estudam atualmente as renovações necessárias e preparam um projeto para realizar a maior restauração de sua história, que apresentarão no dia 25 de março.

"O relatório analisará o estado de todos os elementos, tanto os estruturais (teto, colunas, muros) como os decorativos (pinturas e mosaicos)", explicou o engenheiro chefe do projeto, Issa Murra. 

A principal preocupação é o teto de madeira, em estado precário há 200 anos.

Embora ainda não se conheçam os detalhes do projeto restaurador, se sabe que sua fase inicial terá um custo de US$ 1 milhão, que serão recolhidos em todo o planeta.

A candidatura é a primeira deste tipo que prepara a ANP, já que até o momento a única cidade palestina reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela Unesco é a cidade de Jerusalém, ocupada por Israel e que obteve essa denominação em 1981.

Os palestinos já anunciaram que, após Belém, proporão uma distinção igual para outras cidades históricas, como Jericó, Hebron, Nablus e Sebastia.

fonte CPAD News

 

Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

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