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10 junho 2011

VEJO JESUS ATRAVÉS DE UMA CRIANÇA



VEJO JESUS ATRAVÉS DE UMA CRIANÇA

            Acredito que a grande maioria dos meus amigos internautas não sabe mais, eu tenho um trabalho secundário as minhas funções de Pasto. Trabalho numa pequena escola municipal com alunos da Pré-escola ao 5º ano, na função de instrutor num laboratório de informática. Inclusive desenvolvo atualmente dois sites para as crianças o Jogos gospel e o Educação Infantil, também sou abençoado por ter tido cinco filhos, sendo Quadrigêmeos do meu primeiro relacionamento antes de conhecer a Jesus, ambos com 13 anos atualmente, um Menina a Nathália e três Meninos: Daniel, Vitor e Henrique. E minha filha do meu casamento com a Marta a Ana Louisa. E também tenho um convívio com as crianças da Igreja.

            O porquê disse tudo isso? É para mostrar que meu mundo é rodeado de crianças, e como Deus me toca com um imenso amor para com todas elas. Sinto enorme alegria ao vê-las brincando, e me chama a atenção o fato das crianças serem tão sinceras e sem malícia. Temos nas 4º feiras uma oração especial voltado às crianças, e para mim, Deus me honrou com um amor excepcional por elas, ao ponto de ver num telejornal uma notícia a respeito aos maus tratos com uma criança e isso me chocar e me indignar como se eu conhecesse a criança maltratada, por esse motivo nem televisão de sinal aberto eu assisto, para não ser pego de surpresa e ver cenas e notícias que me deixam triste e estarrecido o dia inteiro.


            Mais estes sentimentos seriam em vão se eu não fizesse algo em pro dos menores, por isso atualmente estou planejando desenvolver um trabalho assistencial voltado as crianças, tais como escola dominical (para ensinar a palavra de Deus aos pequeninos), O projeto vamos bater lata. Também já trabalhei na Assistência Social e quero implantar o PET em meu município.

            O motivo desta postagem é pedir aos irmãos em Cristo que se tiverem projetos ligados a jovens e crianças, por favor, me envie, para que eu possa desenvolvê-los em minha igreja/cidade, também estarei disponibilizando uma apostila de autoria de Eliseu de Oliveira Cunha, que gentilmente disponibiliza 1.000 atividades e brincadeiras totalmente gratuitas Click aqui para baixar.

            Quero conclamar a todos que se sentirem tocados a termos um pensamento voltado aos menores, buscar uma reflexão sobre os seguintes temas: 
  •  Tornar obrigatório ao pedófilo descoberto o uso constante de medicamentos que diminuam o desejo sexual. Como forma de terapia e diminuição dos casos de abusos. 
  •  Fazer uma campanha de conscientização sobre os problemas infantis em todos os níveis e esferas governamentais. 
  •  Pressionar políticos antes e depois das eleições, que estabeleçam em seus projetos políticos, ações voltadas às crianças e adolescentes.
  • Tornar o Jovem e a criança prioridades nas ações governamentais
  • Trabalhar na educação escolar os valores éticos e morais, pois investindo na criança o país receberá uma sociedade mais justa e digna.

Por fim gostaria de destacar duas palavras:
Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus.Mateus 18:4
Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.Provérbios 22:6  fonte IDA,GOSPEL

Templo em Esperança - Paraíba



Bonito Templo em Esperaça na Paraíba. Bom gosto de nossos irmãos Paraibanos! fonte  http://templosassembleianos.blogspot.com

Perseguição aos cristãos ex-muçulmanos aumenta

  
 
Cristãos armênios se reúnem no Irã, onde abandonar o islamismo pode levar à pena de morte 
IRÃ (2º) - O aumento na detenção de iranianos que se converteram ao cristianismo revela uma colheita abundante, resultado do evangelismo feito pelas igrejas clandestinas que pertencem ao Estado islâmico, de acordo com os líderes cristãos iranianos.

“A religião aqui é considerada como parte da identidade nacional da pessoa,” disse Issa DIbaj, membro do ministério Elam. “Se você se afasta da religião, é como se você traísse seu país. Em suma, se você se converte a outra religião e se afasta do Islã, você está traindo seu país.”

“A perseguição se intensificou a um nível sem igual,” disse Abe Ghaffari, diretor executivo dos Cristãos Iranianos Internacional. Acredita-se que o aumento da perseguição pode ser diretamente proporcional ao número de iranianos que se converteram do islamismo ao cristianismo. Muitas das conversões podem ter começado a tirar a credibilidade do Estado islâmico.

Segundo Davi Elam, de Yeghanazar, a perseguição do governo torna o cristianismo ainda mais atraente. “Quando funcionários do governo estão na televisão dizendo às pessoas para não ler as Escrituras, isso gera mais interessa das pessoas por ela,” disse ele.

Tradução: Lucas Gregório e porta abertas


Fonte: Worthy Christian News

Morre na Alemanha o redator da lista de Schindler



Mieczyslaw (Mietek) Pemper, que redigiu a lista de Schindler e ajudou a salvar a vida de mais de mil judeus durante a Guerra, morreu na terça-feira aos 91 anos.Pemper, nascido de uma família judia da Cracóvia em 1920, vivia desde 1958 nesta cidade da Baviera que deu a ele o título de "cidadão de honra".
Ali foi consultor empresarial e só revelou seu passado durante o período nazista em 1993, quando participou do filme "A Lista de Schindler", de Steven Spielberg.

Em março de 1943, prisioneiro, ficou subordinado a Amon Goth, comandante do campo de trabalho forçado de Plaszow, na Cracóvia.

Lá, ele se relacionou com o empresário Oskar Schindler, a quem forneceu uma lista com os nomes de 1.200 judeus internados no campo e que Schindler empregou nas fábricas de esmalte e munições, salvando todos eles da morte certa.

Pemper foi a principal testemunha de acusação no julgamento de Amon Goth, em 1946.

Oskar Schindler morreu em 1974, no anonimato. Recebeu como honraria póstuma o título de Justo entre as Nações.
Fonte: Yahoo Notícias E   AD SOUSA

Na TV argentina, padre diz que música de Xuxa é satânica

Desde a época em que Xuxa estourou como apresentadora infantil, uma série de especulações, boatos e histórias mal contadas rondam a vida da apresentadora. No início da década de 1990, falava-se muito que a artista teria um “pacto com o diabo” por que suas músicas supostamente teriam mensagens sublimares que invocavam o demônio.
O assunto veio à tona nesta semana na TV argentina. No programa Animales Sueltos, exibido pelo canal America TV, no dia 6 de junho, um padre exorcista foi convidado ao palco para desvendar o mito das supostas canções satânicas de Xuxa Meneghel. Além dar espaço ao padre, o apresentador do programa, Alejandro Fantino, pediu para que um DJ rodasse músicas de diferentes artistas de trás para frente. A segunda canção executada foi a “Dança da Xuxa” e o resultado foi hilário.
Ao ouvir o refrão da música, na versão em espanhol, na parte que diz “Xu-Xu-Xu, Xa-Xa-Xa, este ritmo nuevo voy a bailar” podia-se ouvir “louvado seja o demônio”. A reação do apresentador e de outros convidados foi de espanto, alguns pareciam não acreditar, outros começaram a rir. Confira no vídeo, a partir do minuto 1:26.


Notícias Cristãs com informações da TV Tudo


SOU ÉTICO! Cito as fontes. Copiado do Site Notícias Cristãs. Link Original: http://news.noticiascristas.com/2011/06/na-tv-argentina-padre-diz-que-musica-de.html#ixzz1OuQjkzDa
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial

Presidente quer alterações na Lei da Religião

  
 
Templo histórico da Igreja batista em Baku 
AZERBAIJÃO (24º) - O presidente do Azerbaijão, Ilham Aliev, enviou ao parlamento do país, o Mejis Milli, novas alterações à Lei da Religião, que devem ser vistas e consideradas no dia 10 de junho.

Entre outras novas restrições no projeto, eles vão exigir que pelo menos 50 adultos confirmem quem são os fundadores de uma comunidade religiosa, para que tenham o direito de solicitar o registro estadual às autoridades.

As alterações também aumentam o controle do Estado, que exige que os organismos religiosos tenham mais comunidades, mas dentro de sua jurisdição. “Este é o último movimento tortuoso para controlar as comunidades religiosas através da lei”, disse um membro de um grupo de minoria religiosa.

O ativista Ilgar Ibrahimoglu observou que “estas alterações são anticonstitucionais e violam a lei da Convenção Europeia de Direitos Humanos e das Nações Unidas, com suas leis para os direitos humanos.” Iqbal disse ainda que “essas novas alterações restringem os direitos humanos da população do Azerbaijão e não estão em conformidade com o que a legislação do Azerbaijão e as normas internacionais permitem.”

Tradução: Lucas Gregório
 PORTAS ABERTAS

Fonte: Persecution

Al Qaeda mata trabalhador cristão

  
 
Cristãos sofrem ameaça em Kirkuk 
IRAQUE (8º) - Um pastor de Kirkuk, no Iraque, disse que fontes próximas ao cristão que foi sequestrado, torturado e assassinado pela Al Qaeda no fim de semana disseram que os criminosos pressionaram a empresa em que o cristão trabalhava para despedi-lo, por causa de sua crença em Cristo.

O corpo do cristão Ashur Issa Yaqub foi encontrado na segunda-feira (16 de maio), com marcas de tortura e mutilação. Ele estava trabalhando em construção civil na cidade de Kirkuk e membros da Al Qaeda tinham exigido 100 mil dólares pela sua libertação.

 “Parece que o empreiteiro que contratou Ashur se recusou a demiti-lo, mesmo sendo pressionado”, disse o pastor, que pediu anonimato. “Por esse motivo, os sequestradores levaram Ashur e, infelizmente, o mataram.”

A patrulha da polícia encontrou o corpo de Ashur com a cabeça cortada, quase decepada. Ashur tinha 29 anos, mulher e três crianças. O arcebispo Louis Sako disse à Compass, por telefone, que ficou chocado ao receber a notícia da morte de Ashur. Apesar de perceber que o assassinato foi extremamente violento, ele disse que os criminosos viram a situação como uma grande oportunidade de ganhar dinheiro.

O corpo de Ashur tinha marcas de mordidas de cachorro e tortura, seus braços e pernas tinham marcas de cordas e suas roupas estavam cobertas de sangue. Seus olhos foram arrancados, as orelhas foram cortadas e seu rosto estava deformado.

Tradução: Lucas Gregório


Fonte: Compass Direct E PORTAS ABERTAS

Daniel Berg: pioneiro e evangelista pentecostal por excelência


Berg se tornou o pioneiro da evangelização no interior do Pará

Daniel Berg: pioneiro e evangelista pentecostal por excelência
Daniel Högberg, conhecido no Brasil como Daniel Berg, nasceu a 19 de abril de 1884, na pequena cidade de Vargon, na Suécia, às margens do lago de Vernern. Quando recém-nascido, o padre da cidade visitou inúmeras vezes a casa de seus pais para convencê-los a batizá-lo, mas nada conseguiu. Por isso, desde criança, Daniel era mal visto pelo padre, que, desprestigiado, passou a dizer que a criança que não fosse batizada por ele jamais sairia de Vargon. “Já naquele tempo pude observar a desvantagem e o perigo de o povo ter uma fé dirigida, sem liberdade. A religião que dominava minha cidadezinha e arredores impossibilitava as almas de terem um encontro com o Salvador”, conta o pioneiro em suas memórias.

Quando o Evangelho começou a entrar nos lares de Vargon, seus pais, Gustav Verner Högberg e Fredrika Högberg, o receberam e ingressaram na Igreja Batista. Logo procuraram educar o filho segundo os princípios cristãos. Em 1899, Daniel converteu-se e foi batizado nas águas.

Em 1902, aos 18 anos, pouco antes do início da primavera nórdica, deixou seu país. Embarcou a 5 de março de 1902, no porto báltico de Gothemburgo, no navio M.S.Romeu, com destino aos Estados Unidos. “Como tantos outros haviam feito antes de mim”, frisava. O motivo foi a grande depressão financeira que dominara a Suécia naquele ano.

Em 25 de março de 1902, Daniel desembarcou em Boston. No Novo Mundo, sonhava, como tantos outros de sua época, em realizar-se profissionalmente. Mas Deus tinha um plano diferente e especial para sua vida.

De Boston, viajou para Providence, Rhode Island, para se encontrar com amigos suecos, que lhe conseguiram um emprego numa fazenda. Permaneceu nos Estados Unidos por sete anos, onde se especializou como fundidor. Com saudades do lar, retornou à cidade natal, onde o tempo parecia parado. Nada havia se modificado. Só seu melhor amigo, companheiro de infância, não morava mais ali. “Vive em uma cidade próxima, onde prega o Evangelho”, explicou sua mãe.

Logo chegou a seu conhecimento que seu amigo recebera o batismo no Espírito Santo, coisa nova para sua família. A mãe do amigo insistiu para que Daniel o visitasse. Aceitou o convite. No caminho, estudou as passagens bíblicas onde se baseava a “nova doutrina”. Chegando à igreja do amigo, encontrou-o pregando. Sentou e prestou atenção na mensagem. Após o culto, conversaram longamente sobre a nova doutrina. Daniel demonstrou ser favorável. Em seguida, despediu-se e partiu, pois sua intenção não era permanecer na Suécia, mas retornar à América do Norte.

Em 1909, após despedir-se dos pais, em meio à viagem de retorno aos Estados Unidos, Daniel orou com insistência a Deus, pedindo o batismo no Espírito Santo. Como não estava preocupado como da primeira vez, posto que já conhecia os EUA, canalizou toda a sua atenção à busca da bênção. Ao aproximar-se das placas norte-americanas, sua oração foi respondida.

A partir de então, sua vida mudou. Daniel passou a pregar mais a Palavra de Deus e a contar seu testemunho a todos.

Ainda em 1909, por ocasião de uma conferência em Chicago, Daniel encontrou-se com o pastor batista Gunnar Vingren, que também fora batizado no Espírito Santo. Os dois conversaram horas sobre as convicções que tinham. Uma delas é que tanto um como o outro acreditavam que tinham uma chamada missionária. Quanto mais dialogavam, mais suas chamadas eram fortalecidas.

Quando Vingren estava em South Bend, Daniel Berg estava trabalhando em uma quitanda em Chicago quando o Espírito Santo mandou que se mudasse para South Bend. Berg abandonou seu emprego e foi até lá, onde encontrou Vingren pastoreando a igreja batista dali. “Irmão Gunnar, Jesus ordenou-me que eu viesse me encontrar com o irmão para juntos louvarmos o seu nome”, disse Berg. “Está bém!”, respondeu Vingren com singeleza. Passaram, então, a encontrarem-se diariamente para estudar as Escrituras e orar juntos, esperando uma orientação de Deus.

Após a revelação divina dada ao irmão Adolf Uldin de que o lugar para onde deveriam ir era o Pará, no Brasil, Daniel Berg, contra a vontade dos seus patrões, abandonou o emprego. Eles argumentaram: “Aqui você pode pregar o Evangelho também, Daniel; não precisa sair de Chicago”. Mas ele estava convicto da chamada e não voltou atrás.

Ao se despedir, Berg recebeu de seu patrão uma bolacha e uma banana. Essa era uma tradição antiga nos Estados Unidos. Simbolizava o desejo de que jamais faltasse alimento para a pessoa que recebesse a oferta. Esse gesto serviu de consolo para Berg, que em seguida partiu com Vingren para Nova Iorque, e de lá para o Brasil em um navio.

No Pará, Daniel, que logo se empregou como caldereiro e fundidor na Companhia Port of Pará, recebendo salário mensal de 12 mil réis, passou a custear as aulas de português ministradas a Vingren por um professor particular. No fim do dia, Vingren ensinava o que aprendera a Daniel. Justamente por isso, Berg nunca aprendeu bem a língua portuguesa. O dinheiro que sobrava era usado na compra de Bíblias nos Estados Unidos.

Tão logo começou a se fazer entender na língua portuguesa, passou a evangelizar nas cidades e vilas ao longo da Estrada de Ferro Belém-Bragança, enquanto Vingren cuidava do trabalho recém-nascido na capital. Como o Evangelho era praticamente desconhecido no interior do Pará, Berg se tornou o pioneiro da evangelização na região. É que as igrejas evangélicas existentes na época não tinham recursos suficientes para promover a evangelização no interior.

Após a evangelização de Bragança, tornou-se também o pioneiro na evangelização da Ilha de Marajó, onde peregrinou por muitos anos, a bordo de pequenas e grandes canoas. Berg ia de ilha em ilha, levando a mensagem bíblica aos pequenos grupos evangélicos que iam se formando por onde passava.

No início de 1920, Daniel visitou a Suécia, onde enamorou-se com a jovem Sara, com quem se casou em julho daquele ano. Em março de 1921, retornou ao Brasil, acompanhado por sua esposa.

Em 1927, o casal Berg mudou-se para São Paulo, onde Daniel continuou fazendo seu trabalho de evangelismo.

Daniel Berg sempre foi muito humilde e simples. Em suas pregações e diálogos sempre demonstrou essas virtudes. Ninguém o via irritado ou desanimado. Sempre que surgia algum problema, estas eram suas palavras: “Jesus é bom. Glória a Jesus! Aleluia! Jesus é muito bom. Ele salva, batiza no Espírito Santo e cura os enfermos. Ele faz tudo por nós. Glória a Jesus! Aleluia!”.

No Jubileu de Ouro das Assembléias de Deus no Brasil, comemorado em Belém, Berg estava lá, inalterado, enquanto os irmãos faziam referência a sua atuação no início da obra. Para ele, a glória era única e exclusivamente para Jesus. Berg considerava-se apenas um instrumento de Deus.

Nas comemorações do Jubileu no Rio de Janeiro, no Maracanãzinho, quando pastor Paulo Leivas Macalão colocou em sua lapela uma medalha de ouro, Berg externou visivelmente em seu rosto a idéia de que não merecia tal honraria.

Até 1960, Berg recebeu, diretamente de Deus, a cura de suas enfermidades mediante a oração da fé. Em 1963, foi hospitalizado na Suécia. Mesmo assim, ainda trabalhava para o Senhor. Ele saía da enfermaria para distribuir folhetos e orar pelos que se decidiam. A disciplina interna do hospital não lhe permitia fazer aquilo, por isso uma enfermeira foi designada para impor-lhe a proibição. Porém, ao deparar-se com o homem de Deus alquebrado pelo peso dos anos, mas vigoroso em sua tarefa espiritual, não teve coragem e desistiu da tarefa. Berg, então, continuou a oferecer literaturas.

Finalmente, em 1963, aos 79 anos, Daniel Berg passou a descansar nas moradas celestiais. Quando a morte chegou, encontrou-o sorridente e feliz. Ele não temeu. Seu tesouro estava guardado.


Fonte: Mensageiro da Paz E CPAD NEWS

Os primeiros passos da Assembleia de Deus no Brasil


Em novembro de 1910, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, batizados no Espírito Santo, chegaram a Belém do Pará

Os primeiros passos da Assembleia de Deus no Brasil
Em 19 de novembro de 1910, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, batizados no Espírito Santo, chegaram a Belém do Pará, procedentes dos Estados Unidos da América.  Ao crer na doutrina pentecostal pregada pelos dois missionários, em 2 de junho de 1911,  na Rua Siqueira Mendes, 67, na cidade de Belém, Celina de Albuquerque, membro da Igreja Batista de Belém, enquanto orava, foi batizada no Espírito Santo. 

O fato teve repercussão imediata na Igreja Batista. Havia aqueles que aceitavam o batismo no Espírito Santo e aqueles que eram contrários à nova doutrina. Em 13 de junho, numa terça-feira, foram excluídos 13 membros da igreja: José Plácido da Costa, que ocupara o cargo de moderador da igreja até aquela sessão; Manuel Maria Rodrigues, ex-secretário; José Batista de Carvalho, ex-tesoureiro; Antonio Mendes Garcia, todos estes diáconos; Lourenço Domingos; João Domingos; Maria dos Prazeres Costa; Maria Pinto de Carvalho; Alberta Ribeiro Garcia; Manuel Rodrigues Dias; Jerusa Rodrigues. O secretário da igreja depois de anotar esses nomes, deixou para o fim os nomes de Celina Cardoso de Albuquerque e Maria de Jesus Nazaré, que, ao mencioná-los, fez chamando-as de “as profetisas”, e os de Gunnar Vingren e Daniel Berg.

Sob a liderança dos missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, os crentes batistas que aceitavam a doutrina pentecostal foram convocados a comparecer à casa onde se instalava a congregação batista na Cidade Velha, à Rua Siqueira Mendes nº1-A, residência da irmã Celina Albuquerque, para se reunir no dia 18 de junho de 1911, num domingo. Presentes estiveram onze irmãos excluídos no dia 13 daquele mês, da Igreja Batista, tendo faltado os irmãos Lourenço Domingos e Alberta Ribeiro Garcia. Compareceram, porém, três membros da igreja que não estavam excluídos, que foram Henrique Albuquerque, esposo de Celina; Maria Piedade da Costa, esposa de Plácido e Emília Dias. Além destes, foram arrolados mais quatro irmãos da referida congregação, cujos nomes são os seguintes: Joaquim Silva, Tereza Silva de Jesus, Izabel Silva e Benvinda Silva, todos de uma mesma família. Os três que ainda eram membros da Igreja Batista só foram excluídos no dia 12 de julho depois de que a mesma tomou conhecimento da posição assumida por eles. Quanto aos quatro congregados, não cabia a igreja discipliná-los porque não eram membros da igreja. Ao todo eram 18 pessoas para o início da Missão da Fé Apostólica, que mais tarde passou a se chamar Assembléia de Deus.

I – Começa a Missão da Fé Apostólica
A partir de 18 de junho de 1911, as igrejas pentecostais que iam sendo iniciadas no Pará, começando pela que se reunia na casa de Henrique e Celina Albuquerque, à Rua Siqueira Mendes 67, Cidade Velha, em Belém, passaram a ser chamadas pelo nome Missão da Fé Apóstolica.

Em 25 de outubro de 1914, chegaram a Belém do Pará os suecos Otto e Adina Nelson, procedentes dos Estados Unidos, para se juntarem a Vingren e Berg.

Em 8 de novembro de 1914, a igreja, que se reunia na Av. São Jerônimo, 224, seu segundo, endereço depois da casa de Celina Albuquerque (nesta casa se reuniram por mais ou menos três meses) se mudou para a Travessa 9 de janeiro, 75.

Em 18 de agosto de 1916, chegaram a Belém os suecos Samuel e Lina Nyström, os primeiros missionários oficialmente enviados pela Igreja Filadélfia de Estocolmo.

Em 3 de julho de 1917, Frida Vingren chegou a Belém, como missionária também enviada pela Igreja Filadélfia de Estocolmo. 

II – Registrada a primeira “Assembleia de Deus”
Em 11 de janeiro de 1918, Gunnar Vingren registrou o Estatuto da Igreja no Cartório de Registro de Títulos e Documentos do 1º ofício, em Belém, no Livro A, Nº 2, de Registro Civil de Pessoas Jurídicas e outros papéis, número de ordem 131.448, sob o nome “Estatuto da Sociedade Evangélica Assembléa de Deus”, número de ordem 21.320, do Protocolo Nº 2. 

Os extratos do Estatuto foram publicados no Diário Oficial do Estado do Pará, sob nº 766524. 

Com esse registro, a igreja começou a existir legalmente como pessoa jurídica adequando-se aos Artigos 16 e 18 do primeiro Código Civil Brasileiro que acabara de entrar em vigor em 1º de janeiro de 1917.

III – Primórdios no Pará

Os primeiros lugares no Pará que receberam a mensagem pentecostal foram: Soure e Mosqueiro, na Ilha de Marajó (Daniel Berg, 1911); Bragança (Daniel Berg, 1912); Xarapucu e Catipuru (Daniel Berg, 1913); Estrada de Ferro Belém-Bragança, Igarapé-Assu, Benevides, Capanema, Timboteua, Peixe-Boi e Bragança (Clímaco Bueno Aza, 1913); Ilha Caviana (Daniel Berg, 1914); Afuá, Ilha de Marajó (Gunnar Vingren e Daniel Berg, 1914); São Luís do Pará (1915); Assaisal (Bonito) (Joaquim Amaro do Nascimento, Francisco Santos Carneiro e João Paraense, 1919); e vários outros lugares foram sendo visitados pelos primeiros missionários e crentes da AD de Belém.

IV – Primórdios fora do Pará

Os primeiros lugares fora do Pará que receberam a mensagem pentecostal foram: Uruburetama, CE (Maria de Nazaré, 1914); Maceió, AL (Gunnar Vingren, 1914; Otto Nelson, 1914); Campina Grande, PB (Manoel Francisco Dubu, 1914; Felipe Nery Fernandes, 1922); Roraima (Cordulino Teixeira Bastos, 1915); Manaus, AM (Severino Moreno de Araújo, 1917); Macapá, AP (Clímaco Bueno Aza, 1916); Recife (Adriano Nobre, 1916); Natal, RN (Pregadores de nomes desconhecidos e Adriano Nobre, 1918); João Pessoa, PB (Francisco Félix e esposa, 1920); Rio de Janeiro, RJ (Gunnar Vingren, 1920, 1923; alguns crentes do Pará, 1923); Santos, SP (Gunnar Vingren, 1920; crentes de Pernambuco,1923; Daniel Berg, 1924); Tubarão, SC (Gunnar Vingren, 1920); Criciúma, SC (Gunnar Vingren, 1920); Itajaí, SC (Gunnar Vingren, 1920); São Paulo, SP (Gunnar Vingren, 1920, 1923; Daniel Berg, 1927); São Bernardo, SP (Gunnar Vingren, 1920); São Luís, MA (Clímaco Bueno Aza, 1921); Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, noroeste de Mato Grosso (Paul John Aenis, 1922; Elói Bispo de Sena, 1923); Porto Velho (RO) (Paul John  Aenis, 1922); Vitória, ES (Galdino Sobrinho e esposa, Daniel Berg, 1922); Fortaleza, CE (Antonio Rêgo Barros, 1922); Niterói, RJ (Heráclito de Menezes, 1923); Porto Alegre, RS (Gustav Nordlund, 1924);  Canavieiras, BA (Joaquina de Souza Carvalho, 1926); Belo Horizonte, MG (Clímaco Bueno Aza, 1927); Aracaju, SE (Sargento Ormínio, 1927); Teresina, PI (Raimundo Prudente de Almeida, 1927) e Curitiba, PR (Bruno Skolimowski, 1928); Itajaí, SC (André Bernardino da Silva, 1931); Cruzeiro do Sul, AC (Manoel Pirabas, 1932); Goiânia, GO (Um grupo de crentes da AD de Madureira, RJ, deu início à AD de Goiânia em 1936 e Antônio Moreira, então diácono da AD de Madureira, foi enviado por Paulo Leivas Macalão para fundar a igreja.); Cuiabá, MT (Eduardo Pablo Joerck, 1936); Rio Branco, AC (Luís Firmino Câmara, 1943); e Campo Grande, MS (Juvenal Roque de Andrade, 1944).

V – Começa a imprensa pentecostal


As primeiras publicações da AD, que antecederam o jornal Mensageiro da Paz, foram o jornal “Voz da Verdade” (1917 a 1918), por Almeida Sobrinho e João Trigueiro da Silva; o jornal “Boa Semente” (1919 a 1930), por Gunnar Vingren e Samuel Nyström; e o jornal “O Som Alegre” (1929 a 1930), por Gunnar Vingren.

VI – Primeiros hinários
Também em 1917, a AD de Belém (PA) imprimiu o seu primeiro hinário que ficou pronto no dia 6 de outubro e continha 194 hinos e cânticos. Em 1922, era publicada no Recife a primeira edição da Harpa Cristã, que passou a ser o hinário oficial das Assembléias de Deus.

 
Fonte: Mensageiro da Paz   E CPDA NEWS

Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

  Lição 5, A Mordomia da Igreja Local