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17 agosto 2012

Igreja e política


Igreja e política
De uma maneira mais detida, debruçar-nos-emos na discussão sobre a existência ou não de uma afinidade entre a Igreja como corpo místico de Cristo e a Política, sendo esta vista como instância inerente a própria humanidade. De maneira secundária, mas não menos importante, dedicar-nos-emos na análise de alguns problemáticos aspectos da relação entre Igrejas Locais e os Políticos que atuam na ambiência histórico-cultural desta. Propomo-nos a defender a seguinte postura concernente a este delicado tema: a) A Igreja enquanto manifestação visível, mas indeterminável, do Reino de Deus na terra tem como tarefa atuar de maneira tão relevante que venha a transformar e influenciar positivamente a ação política, aspecto da humanidade marcadamente corrompido pelo pecado; b) As Igrejas Locais, comunidades sócio-historicamente constituídas, inevitavelmente manterão uma relação com o Estado - instância política de uma sociedade -; de tal modo que de uma maneira, direta ou indireta, esta se envolverá com a política institucionalizada, por isso cabe a Igreja Local a tarefa de contribuir para a formação de indivíduos integralmente redimidos, inclusive quanto às relações políticas destes, o que por fim redundará a construção de uma sociedade mais justa, ineliminável afã do Cristianismo.
                 A cada biênio, de uma maneira cíclica, a sociedade brasileira depara-se com uma onda de discussões sobre o papel da política na sociedade contemporânea. Como estamos em um ano de pleito eleitoral, novamente nos deparamos com debates a cerca da importância do voto consciente, da defesa da democracia como melhor modelo político para sociedades contemporâneas etc. Inseridas neste contexto estão as Igrejas Locais as quais vivenciam o mesmo burburinho em sua membresia. O questionamento que nos aflige é: qual deve ser o papel de uma Igreja Local no cenário de eleições político-partidárias? Para apresentar uma possível resposta a tal indagação é necessário realizarmos um recuo argumentativo e formular uma pergunta anterior, que seria: a Igreja do SENHOR Jesus tem alguma relação com a Política? É pela análise desta última, porém fundamental questão que iniciamos nossa reflexão.
                Em primeiro lugar é importante deixar bastante claro que a obra vicária do Senhor Jesus tem como objetivo atingir todos os aspectos da humanidade decaída. Assim sendo, a Política enquanto elemento constitutivo da humanidade tanto foi atingida pelos efeitos nefastos do pecado quanto será restaurada a seu estado originário quando da implantação do reino salvífico de Deus. Podemos definir Política como sendo a reflexão racional sobre a constituição das variadas esferas de poder existentes numa sociedade. Ora uma vez que o homem é um ser social a política torna-se um aspecto constituinte da própria humanidade. Partindo desta premissa já descartamos a possibilidade da Igreja, mesmo enquanto organismo espiritual, afastar-se absolutamente da política; tal postura é retrógrada e antibíblica, se o homem é um ser integral e a política é um dos âmbitos da humanidade, cabe a Igreja militar pela transformação deste homem, inclusive quanto a ação política.
                A Igreja, desta maneira, tem como tarefa ressignificar a politicidade, conduzindo esta ao centro da vontade de Deus para que as relações humanas possam ser desenvolvidas de uma maneira mais justa. Ainda que a implementação de uma sociedade sem desigualdades ou distorções sociais seja ao que acontecerá plenamente apenas num momento escatológico da humanidade, cabe-nos enquanto Igreja da contemporaneidade lutar por um mundo melhor para todos os indivíduos. Qualquer concepção contrária a esta viola o Evangelho que aponta a construção de um mundo mais equitativo. Deste modo podemos concluir que a Igreja do SENHOR Jesus tem como tarefa trabalhar pela restauração da natureza política dos seres humanos.
                A questão que nos resta agora analisar é sobre o papel de uma Igreja Local numa ambiência de política partidarizada. Iniciemos deixando bastante claro que não cabe a Igreja a doutrinação ideológico-partidária, muito menos o encabrestamento de votos por meio de ameaças espirituais ou emocionais. O líder de uma comunidade local, enquanto cidadão tem todo o direito de ter suas opções partidárias assim como preferências pessoais para efetivar suas responsabilidades/direitos políticos, todavia, enquanto ministro do Evangelho, no uso da palavra no púlpito, cabe ao Pastor contribuir para a politização de sua membresia, mas nunca para a partidarização desta. Se o Ministro deseja enveredar pelo caminho da militância político-partidária deve ter bem claro em sua mente que o espaço de construção das ideologias partidárias são as associações comunitárias, as reuniões de sindicatos ou de agremiações culturais - a Igreja não é nada disso. O local do culto deve ser destinado exclusivamente para a vivência da experiência do sagrado, não para servir de picadeiro político; o momento do culto é para louvor e adoração, e não horário político-eleitoral de doutrinação partidária.
                É lógico que o Pastor de uma Igreja Local deve falar e ensinar sobre política, contudo, nunca sobre um determinado político. A Igreja pode e deve ser um espaço de formação política, especialmente para os membros menos escolarizados, entretanto um líder nunca deve ensinar em quem votar, e sim como votar. Nunca deve falar dos defeitos ou qualidades de um determinado candidato, mas cabe-lhe esclarecer sua membresia sobre as qualidades, deveres e funções dos políticos de um modo geral. Será que nossos irmãos sabem qual a função de um vereador, de um prefeito ou ainda de um senador? Está, entre as tarefas mais urgentes de um líder local na contemporaneidade, a contribuição para a formação cidadã de sua membresia.
                A Igreja enquanto ajuntamento sobrenatural dos santos não necessita de candidatos, pois a luta desta não é contra carne ou sangue, contra instituições humanas ou terrenas; já os membros de uma determinada comunidade espiritual, constituída espaço-temporalmente, enquanto cidadãos necessitem de uma representação político-partidária para atingirem pleitos sociais, seus representantes, todavia, não serão escolhidos pelo cartão de membro que possuem, mas pelo histórico de luta social. Um bom Pastor/Pregador não será necessariamente um bom Político, são características absolutamente distintas as que qualificam estes grupos de indivíduos.
                Chama-me a atenção a postura de alguns indivíduos que compõe a Igreja Local, os quais são incapazes de evangelizar, entregar folhetos ou falar aguerridamente do amor de Jesus aos perdidos, contudo, quando o período de eleições político-partidárias inicia-se estes vão às ruas em carreatas, panfletam o nome e número de seus candidatos ou ainda são capazes de defender agressivamente suas opções eleitoreiras. Distribuição de "santinhos" em frente a Templos coordenada pela direção desta, que absurdo! Ameaças espirituais sobre aqueles que possuem ideologias político-partidárias divergentes das advogadas pela liderança da Igreja Local, que aberração! Onde estamos, na Idade Média ou no Brasil Colônia?
                Em tempos como os nossos, em que setores da política tem sido cada vez mais influenciados por uma ideologia contrária ao Cristianismo, cabe-nos, enquanto Igreja, formar bons indivíduos os quais a partir de suas vocações individuais atuarão em nossa sociedade levantando o estandarte do Evangelho em suas vidas. Não precisamos formar bons políticos, urge investir no discipulado e amadurecimento de bons cristãos. Não necessitamos fundar novos partidos políticos para representar os anseios da Igreja, talvez para alguns o que é necessário é refundar seu Cristianismo, ser luz onde quer que estejam, inclusive nos mais variados setores da política nacional.
                A chamada para uma reflexão mais profunda e amadurecida sobre política em nossas Igrejas Locais é imprescindível neste momento da história de nosso país. Usemos este contexto de efervescência democrática para afirmar nossas especificidades enquanto indivíduos, mas também para por em prática nosso Cristianismo que tem como elemento constitutivo o ajuntamento das diferenças, uma vez que em Cristo não há livre ou escravo, judeu ou gentio, direitista ou esquerdista, tucano ou comunista, em Cristo somos todos UM!
Fonte: http://adtemplocentral.com/conteudo/item/58-igreja-e-politica Acesso em 12 ago. 2012.
* * Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Templo Central - Fortaleza/CE, doutorando em Filosofia pela UFC e diretor da SETADEC.
fonte portal ebd

Os evangélicos e as eleições - Cidadania Cristã


Os evangélicos e as eleições
Evangélicos investem nas eleições e ganham legitimidade, mas é preciso relativizar sua força, diz pesquisadora O núcleo de pesquisa Religião, Gênero, Ação Social e Política, ligado à UFRJ, está realizando uma ampla pesquisa com líderes de igrejas evangélicas pentecostais. O objetivo é conhecer suas visões e atitudes em relação a temas como movimentos sociais, agências governamentais e sistema partidário. Entre os coordenadores do estudo, encontra-se a socióloga e professora Maria das Dores Campos Machado, que tem se dedicado a ouvir as lideranças, além de analisar seus pronunciamentos, entrevistas, debates.
Analisando o que viu, leu e ouviu até aqui, ela observa que os grupos religiosos estão recorrendo cada vez mais à política para ampliar sua capacidade de influência na sociedade e fortalecer suas igrejas. A marcante presença deles nas eleições municipais deste ano confirma essa tendência. De maneira geral, o projeto do grupo tem tido sucesso, mas é preciso relativizar a sua força. O poder de fogo evangélico é menor do que o apregoado, segundo a pesquisadora. Leia abaixo a entrevista com a socióloga e professora Maria das Dores Campos Machado:
Um levantamento sobre os candidatos à Câmara, em São Paulo, apontou a presença de 15 pastores na disputa por uma vaga de vereador. A que a senhora atribui o aumento da presença de evangélicos nas eleições?
A política constitui um meio para dar legitimidade ao grupo e retirar os evangélicos do lugar de discriminação em que se encontravam. No passado, toda pequena cidade do País tinha como autoridades o prefeito, o juiz, o delegado e o padre. O pastor era discriminado.
Mas hoje não é mais assim.
O quadro está mudando. Chama a atenção, nas conversas com as lideranças evangélicas, as referências que fazem aos convites que recebem de prefeitos, que desejam falar de suas obras, prestar contas. Uma pastora me disse que antes os evangélicos eram considerados como gentinha, grupos de fanáticos, mas hoje começam a ser vistos como atores políticos.
O que muda com a conquista dessa nova posição?
Historicamente, os evangélicos sempre tiveram uma entrada forte na educação, por meio de universidades, colégios, como o Mackenzie em São Paulo. Nunca houve uma difusão forte de seu trabalho no campo da assistência social. Nos últimos anos, porém, ocorreu um deslocamento também para essa área, da assistência. À medida que entram na política, que fazem alianças com o Executivo, tanto no nível municipal quanto estadual e federal, os evangélicos também começam a obter verbas da assistência social, antes destinada somente a grupos católicos e espíritas.
Estão ampliando o leque de interesses?
O recém-criado Partido Ecológico Nacional está associado à Assembléia de Deus. Muitos pastores fizeram coleta de assinaturas para a formação do partido, numa indicação de que a agenda política do grupo está sendo refeita. A mobilização em torno da questão ambiental significa que não estão mais interessados apenas na discussão do volume de decibéis que pode ser emitido pelas igrejas ou na oposição ao casamento homossexual. Novos temas estão sendo absorvidos pelos grupos evangélicos.
Também ampliaram o campo de alianças políticas?
Para ganhar posições e aumentar sua força política, eles ficaram mais abertos. O PRB, que tem ligações com a Igreja Universal, com o ministro Marcelo Crivella, tem como candidato em São Paulo um católico, o Celso Russomano. Isso significa que quando a igreja ajuda, quando se empenha na criação de um partido, desde a coleta de assinatura, ela não irá exigir necessariamente que o partido fique restrito, fechado àquela igreja. É um jogo destinado a ganhar espaço.
Esse aumento da confiança política está relacionado às eleições de 2010?
Sim. Eles têm consciência de que agora são mais respeitados. Citam muito o acordo que fizeram naquela eleição com a então candidata Dilma Rousseff, do PT, e lembram que esse acordo tem sido respeitado. Conforme o combinado, o governo Dilma não apresentou nenhuma proposta relacionada ao aborto.
O IBGE apontou o crescimento da população evangélica. Isso significa um aumento automático da força política desse grupo?
É preciso relativizar um pouco essas informações. Observe os números da pesquisa do Instituto Datafolha sobre a Marcha Para Jesus. Eles mostram que o evento, assim como a Parada Gay, reúne uma quantidade de pessoas muito menor do que a divulgada pelos organizadores. Não são quatro ou cinco milhões de participantes como se alardeia. Estou dizendo isso para relativizar, mostrar que, embora exista uma grande capacidade de mobilização, ela é menor do que a apregoada. Outro exemplo disso são os grandes templos que estão sendo construídos, as catedrais evangélicas Assim como as catedrais católicas da Idade Média, elas têm um efeito espetacular, são capazes de impressionar as pessoas do lado de fora, mas, se você entrar, verá grandes espaços vazios, não utilizados.
O IBGE também mostrou um aumento no número de evangélicos que não estão ligados a igrejas.
Isso é resultado do crescimento numérico da população evangélica. À medida que o grupo cresce muito, os laços com a igreja se afrouxam, a capacidade de controle diminui, as normas se tornam mais flexíveis em relação às roupas, ao comprimento do cabelo, ao uso do véu. O grupo vai perdendo o diferencial, se tornando mais parecido com o conjunto da sociedade. Isso acontece com todas as religiões.
Meu Comentário: Ao ler a entrevista com a pesquisadora da UFRJ no Estadão, me veio a mente que hoje a grandeza numérica da igreja evangélica brasileira tornou-se um de seus maiores inimigos. Essa é a grandeza terrível, pois ela é alienada, sem cabeça, sem ética, e que favorece toda e qualquer perspectiva de manipulação. Vivemos então um momento em que muitos de nós sentimos deslumbrados com as oportunidades, os privilégios, os acenos, as portas abertas, as coisas para a igreja evangélica são franqueadas. E isso nos tem corrompido.
Não estou aqui sugerindo que devemos nos alienar. Estou apenas dizendo que a nossa falta de maturidade nos levou a passar de uma profunda alienação política a uma participação política inescrupulosa e sem ética de um lado e excessivamente apaixonada de outro.
* Pastor auxiliar da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Missão aos Povos em Uberlândia/MG.
 fonte portal ebd

JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 8: Jesus ensina a Palavra de Deus


3º Trim. 2012 - JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 8: Jesus ensina a Palavra de Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Bíblia, o livro maravilhoso
Comentaristas: Midiam Pessoa, Monica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 8 – JESUS ENSINA A PALAVRA DE DEUS


Texto Bíblico: Lucas 4.14-30

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a desejar ler a Bíblia, compreendendo que é na Palavra de Deus que encontramos sabedoria e o próprio Senhor Jesus.


A palavra é... 
ESCRITURA

Use o desenho Jd8 fig na galaeria de imagens, tanto para explicar a palavra como para a memorização do versículo.
Explique aos pequenos que Escrituras Sagrada é o mesmo que Bíblia, ou seja, a Bíblia Sagrada é a Santa Escritura, a Palavra de Deus.




Aprendendo a Bíblia
“Examinai as Escrituras... são elas que de mim testificam.” (Jô 5.39 ARC)

Enfatize aos pequenos que foi o Senhor Jesus quem disse estas palavras, nos ensinando que devemos ler a Bíblia, pois Nela encontramos Ele, e a Bíblia nos ensina a sermos sábios e felizes.


História Bíblica
Jesus voltou para a região da Galiléia, e o poder do Espírito Santo estava com ele. As notícias a respeito dele se espalhavam por toda aquela região.
Ele ensinava nas sinagogas e era elogiado por todos.
Jesus foi para a cidade de Nazaré, onde havia crescido. No sábado, conforme o seu costume, foi até a sinagoga. Ali ele se levantou para ler as Escrituras Sagradas, e lhe deram o livro do profeta Isaías. Ele abriu o livro e encontrou o lugar onde está escrito assim:
 “O Senhor me deu o seu Espírito. Ele me escolheu para levar boas notícias aos pobres e me enviou para anunciar a liberdade aos presos, dar vista aos cegos, libertar os que estão sendo oprimidos”

Jesus fechou o livro, entregou-o para o ajudante da sinagoga e sentou-se. Todas as pessoas ali presentes olhavam para Jesus sem desviar os olhos.
Então ele começou a falar. Ele disse:
— Hoje se cumpriu o trecho das Escrituras Sagradas que vocês acabam de ouvir.

Todos começaram a elogiar Jesus, admirados com a sua maneira agradável e simpática de falar, e diziam:
 — Ele não é o filho de José?

Então Jesus disse:
— Sem dúvida vocês vão repetir para mim o ditado: “Médico, cure-se a você mesmo.” E também vão dizer: “Nós sabemos de tudo o que você fez em Cafarnaum; faça as mesmas coisas aqui, na sua própria cidade.”

E continuou:
 — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. Eu digo a vocês que, de fato, havia muitas viúvas em Israel no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e meio, e houve uma grande fome em toda aquela terra. Porém Deus não enviou Elias a nenhuma das viúvas que viviam em Israel, mas somente a uma viúva que morava em Sarepta, perto de Sidom. Havia também muitos leprosos em Israel no tempo do profeta Eliseu, mas nenhum deles foi curado. Só Naamã, o sírio, foi curado.

Quando ouviram isso, todos os que estavam na sinagoga ficaram com muita raiva. Então se levantaram, arrastaram Jesus para fora da cidade e o levaram até o alto do monte onde a cidade estava construída, para o jogar dali abaixo. Mas ele passou pelo meio da multidão e foi embora.
Então Jesus foi para Cafarnaum, uma cidade da região da Galiléia. Ali ele ensinava o povo nos sábados. Eles estavam muito admirados com a sua maneira de ensinar, pois Jesus falava com autoridade.
                 

Fixando a aprendizagem
Reproduza o desenho Jd8 fig 2 na galaeria de imagens para os pequenos colorir




Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.
·         Lois Rock/Cristina Balit - Bíblia Para Crianças: Histórias Sempre Vivas – Editora Sinodal


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 


fonte portal ebd

PRIMÁRIOS - Lição 8: Perdão na Casa de Deus


3º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 8: Perdão na Casa de Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: A igreja é a casa de Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza

LIÇÃO 8 – PERDÃO NA CASA DE DEUS


Texto Bíblico: Esdras 9.1-15; 10.1-14.

ObjetivoProfessor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a compreender que sempre que entramos na Igreja devemos nos lembrar de sermos gratos a Deus por Seu grande amor para conosco em perdoar os nossos pecados, e que assim como somos perdoados devemos também perdoar as pessoas que nos ofendem.


Frase do dia...
A IGREJA É LUGAR DE PERDÃO



Cole a imagem da Biblia Sagrada (galeria de imagens) em um cartaz escrevendo nele a frase do dia, e enfatize aos pequenos, que cada vez que erramos, e nos ajoelhamos e pedimos perdão o Senhor Jesus está pronto a nos perdoar, porque Ele nos ama, e morreu na cruz para nos conceder o perdão.

E Ele nos ensina que devemos amar nossos amiguinhos e até mesmo os que nos aborrecem, então ao perdoarmos as pessoas que nos prejudica, nos faz chegar-se mais perto Dele, pois estaremos sendo seus amigos, pois estaremos obedecendo aos seus ensinos.


Memória em ação
“Deus tem misericórdia de quem confessa os seus pecados e os abandona”(Pv 28.13b – NTLH)

“É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?”
                                             Trecho do poema: “Nem tudo é fácil” de Cecília Meireles)


Explorando a Bíblia
Esdras soube que os filhos de Israel haviam desobedecido a Deus, ao ouvir isto ele ficou muito triste, e se sentou muito desgostoso.
E ficou ali sentado, cheio de desgosto, até a hora do sacrifício da tarde. E o povo começou a se juntar em volta dele. Eram os que estavam com medo por causa do que o Deus de Israel tinha dito a respeito dos pecados dos que tinham voltado da Babilônia.

Quando chegou a hora do sacrifício da tarde, Esdras se ajoelhou para orar:
— Ó Deus, estou muito envergonhado e não tenho coragem de levantar a cabeça na tua presença. Estamos afundados nos nossos pecados, que sobem até o céu. Desde o tempo dos nossos antepassados até hoje, nós, o teu povo, temos pecado muito. Por causa dos nossos pecados, nós, os nossos reis e os nossos sacerdotes temos caído nas mãos de reis estrangeiros. Temos sido mortos, roubados, levados embora como prisioneiros e até hoje temos sido desprezados. Mas agora, ó SENHOR, nosso Deus, tu foste bondoso por algum tempo e deixaste que alguns de nós escapássemos e vivêssemos seguros neste lugar santo. Tu nos deixaste escapar da escravidão e nos deste uma vida nova. Éramos escravos, porém não nos deixaste na escravidão. Tu fizeste os reis da Pérsia terem boa vontade para conosco, e eles deixaram que reconstruíssemos o teu Templo, que estava arrasado, e que achássemos segurança aqui em Judá e em Jerusalém. Mas agora, ó Deus, o que podemos dizer depois que tudo isso aconteceu? Nós desobedecemos a todos os mandamentos entrar e que ia ser nossa era impura porque a gente que morava nela a havia enchido de ponta a ponta com as suas ações más e impuras.
Eles disseram que nunca deveríamos casar com essa gente. Disseram também que nunca deveríamos ajudá-los a ter paz e prosperidade, se quiséssemos comer os bons alimentos produzidos pela terra e passá-la aos nossos descendentes para sempre.
Mas, depois de tudo o que aconteceu como castigo pelas nossas maldades e pelas nossas grandes culpas, nós sabemos que tu, ó Deus, nos castigaste menos do que merecíamos e nos deixaste com vida. Ó SENHOR, Deus de Israel, tu és justo, mas nos deixaste escapar com vida, como se pode ver hoje. Nós te confessamos que somos culpados. Não temos o direito de ficar na tua presença.

Enquanto Esdras estava ajoelhado em frente do Templo, orando, chorando e confessando esses pecados, um grande grupo de israelitas - homens, mulheres e crianças - se reuniu em volta dele. E eles também choravam amargamente.
Então Secanias, filho de Jeiel, da família de Elão, disse a Esdras:
 — Nós pecamos contra o nosso Deus. Porém mesmo assim ainda há esperança para o povo de Israel. Agora prometamos solenemente seguir o seu conselho e o dos outros que respeitam os mandamentos do nosso Deus. Assim estaremos fazendo o que a Lei de Deus manda. Levante-se, pois é o senhor quem deve fazer isso. Nós o apoiaremos. Portanto, anime-se e mãos à obra!

.
Então o sacerdote Esdras se levantou e disse:
— Vocês foram infiéis e aumentaram a culpa do povo de Israel. Portanto, confessem agora os seus pecados ao SENHOR, o Deus dos seus antepassados, e façam o que lhe agrada.

E todo o povo respondeu em voz alta:
 — Sim! Faremos tudo o que o SENHOR mandar!


Fixando a aprendizagem
Prezado (a) enfatize aos pequenos o que realmente significa “perdão”. A palavra grega traduzida como perdoar significa literalmente cancelar ou remir. Significa o cancelamento de uma dívida e foi algumas vezes usada no sentido de perdoar um débito financeiro. Para entendermos o significado desta palavra dentro do conceito bíblico de perdão, precisamos entender que o a humanidade é pecadora e portanto devedor espiritual. Até Jesus usou esta linguagem figurativa quando ensinou aos discípulos como orar: "e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores" (Mt 6.12).

Uma pessoa se torna devedora quando transgride a lei de Deus (1 Jo 3.4). Cada pessoa que peca precisa suportar a culpa de sua própria transgressão (Ez 18.4,20) e o justo castigo do pecado resultante (Rm 6.23). Ele ocupa a posição de pecador aos olhos de Deus e perde sua comunhão com Deus (Is 59.1-2; 1 Jo 1.5-7).

A boa nova do evangelho é que Jesus pagou o preço por nossos pecados com sua morte na cruz. Quando aceitamos o convite para a salvação através de nossa obediência aos mandamentos de Deus, Ele aceita a morte de Jesus como o pagamento de nossos pecados e nos livra da culpa por nossas transgressões. Não ficamos mais na posição de infratores da lei ou devedores diante de Deus. Somos perdoados!

O perdão, então, é um ato no qual o ofendido livra o ofensor do pecado, liberta-o da culpa pelo pecado. Este é o sentido pelo qual Deus “esquece” quando perdoa (Hb 8.12). Não que a memória de Deus seja fraca. Por exemplo, Deus lembrou-se do pecado de Davi a respeito de Bateseba e Urias muito tempo depois que Davi tinha sido perdoado (2 Sm 12.13; 1 Re 15.5). Ele liberta a pessoa perdoada da dívida do seu pecado, isto é, cessa de imputar a culpa desse pecado à pessoa perdoada (veja Rm 4.7-8).


Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH – SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 
 fonte portal ebd

JUNIORES - Lição 8: Tenho uma missão


3º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 8: Tenho uma missão

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Em que acreditamos?
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 8 – TENHO UMA MISSÃO 


Texto Bíblico: Marcos 16.14-18; Tg 2.14-17


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizar-se de que Jesus deixou uma tarefa a Igreja - anunciar o Evangelho a toda à humanidade.


Exercitando a Memória
“Então Ele disse: Vão pelo mundo inteiro e anunciem o Evangelho a todas as pessoas.”(Mc 15.15 – NTLH)

Sempre houve um bom entendimento da igreja quanto ao chamado de Deus, para anunciarem as Boas Novas da Salvação, apesar das grandes perseguições, a igreja nunca se calou diante do compromisso de espalhar o Evangelho de Jesus Cristo.


Crescendo no Conhecimento
O QUE É EVANGELIZAR ? O que é um evangelista?
Evangelizar = Proclamar o evangelho, anunciar as boas novas.
Evangelista = Mensageiro de boas novas, O evangelista exerce ou desempenha a obra de um missionário, levando o evangelho a lugares ou pessoas que ainda não conhecem o verdadeiro evangelho de Cristo.
O apostolo Paulo exortou a Timóteo a fazer a obra de evangelista. ( 2 Tm 4.5 )
Devemos primeiramente saber que os teólogos tem opiniões diferentes a respeito do que significa evangelizar, existindo dois pontos principais:
1)      Evangelizar é a exposição do Evangelho de tal maneira que o ouvinte possa tomar uma decisão consciente a favor ou contra Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.  (João 3.18 )
2)      Evangelizar é a apresentação do Evangelho seguida da conversão do ouvinte.

Na primeira afirmação vimos a situação em que a pessoa ouve o palavra e chega a conclusão de que está ou não em condições de seguir a Jesus, quando portanto considera-se esta evangelizada.

Na segunda afirmação vimos que uma pessoa se torna totalmente evangelizada somentequando aceita Jesus em sua vida.

Vamos indicar dois exemplos bíblicos de evangelização para que a luz da Palavra de Deus possamos chegar ao verdadeiro significado de evangelizar.

Leia em classe com os pequenos:
Atos 26.1-28 – Paulo testemunha perante o rei Agripa

Vemos primeiramente no vers. 3 que Paulo pede ao rei sua atenção e paciência, depois começa sua defesa dando o testemunho de sua própria vida e falando das perseguições que tivera executado contra os cristãos, depois passa a testemunhar como sua vida foi transformada, como sucedeu sua conversão, de como o próprio Jesus falou em sua vida, e obediente a voz do Senhor tem feito a vontade do Senhor, com isso no vers. 27 lança a pergunta ao rei Agripa, Crês tu nos profetas, rei Agripas?, afirmando que sabia que ele cria, sendo que no versículo seguinte, vimos a resposta do rei que não negou a interrogativa de Paulo, mas respondeu somente que se Paulo acreditará que se em tão pouco tempo poderia torná-lo um Cristão. No versículo 29 vimos a fé de Paulo, quando declara que acredita, que em pouco ou em muito tempo, se tornarão como ele, mas com a liberdade de poder falar sem sofrer “perseguições”(Exceto estas algemas).Podemos dizer que ele Agripa recebeu informação suficiente para aceitar, mas preferiu recusar, portanto conciêntemente Agripa recusou a palavra podendo conforme o item 1 considerá-lo evangelizado

Mateus 13.1-23 – A parábola do semeador
Vemos nesta passagem quatro tipos de solo (pessoas = coração do homem) que receberam a semente (palavra) e tiveram diferentes reações, o primeiro ouve a mensagem mas não entende, satanás vem e tira o que foi semeado neles, impedindo que a palavra brote em seus corações, essas pessoas a “beira do caminho” foram semeadas, receberam de alguma forma todas as informações necessárias, mas, permitiram de alguma forma que esta palavra surtisse efeito em suas vidas onde podemos dizer que conforme o item 1 considera-lo evangelizado. O segundo, ouviu a mensagem aceitou logo com alegria, porem durou pouco por não ter raiz, devido aos sofrimento e perseguições por causa da mensagem, faltou em seu coração o desejo de levar a sério a conversão, o terceiro ouviu e recebeu, mas não entendeu e consequentemente, a verdade não permaneceu em seu coração, devido também a mensagem ter sido sufocada pelos desafios pressões do mundo, o fizeram se afastar desta verdade, não levou a sério a vida com Jesus, mas, segundo o item 1 foi evangelizado, porem, segundo o item 2 não foi evangelizado por não ter se convertido, já o quarto recebeu a palavra de verdade e houve fruto o que causou a conversão, sendo estas as únicas a serem evangelizadas de fato segundo o item 2.).
Portanto após lermos estas duas passagem bíblicas chegamos a conclusão de que evangelizar é plantar a semente sabendo que ela tem potencial para crescer e dar fruto, ou seja, falar do evangelho de Jesus com a convicção de que haverá transformação e resultado prático na vida daquele que esta recebendo a palavra da verdade. Podemos considerar que uma pessoa não foi evangelizada quando a semente não foi lançada, quando a palavra da verdade não foi professada.

O que é evangelização e seu propósito.
“Porque a fé vem pelo ouvir e ouvir da palavra de Deus”( Rm 10.17)
Jesus afirmou: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo. 5.24).

Em Romanos 10.17 encontramos a afirmação que a fé é dada quando ouvimos a Palavra de Deus. Jesus nos afirmou que aquele que crê Naquele que O enviou e ouve Sua Palavra, tem a vida eterna. Ficou claro para nós que para sermos salvos temos que crer nas palavras de Jesus, então surge algumas perguntas. Mas como crer nas palavras de Jesus ou como conhecê-las, se não há quem pregue? “ Como, porem, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E Como ouvirão, se não há quem pregue?”(Rm. 10.14)

Todos que desejam fazer um trabalho de evangelização devem portanto, alem, de conhecer e praticar a palavra de Deus, ter uma vida dirigida pelo Espirito Santo e estar em plena comunhão com o Senhor, ter uma vida de oração, jejum e consagração a Deus, buscando o poder e o conhecimento que lhe é necessário para entrar no território inimigo.
Damos abaixo 3 exemplos de evangelização:
·         Evangelização de presença:Concentra-se no nível de Assistência Social. Os cristãos que vão para uma outra cultura e procuram abrir escolas, hospitais, orfanatos e oferecer outros serviços públicos. São boas intenções, mas não é um evangelísmo direto, geralmente não há o desafio verbal, podendo despertar a igreja à ajudar as necessidades daqueles que mais precisam.
·         Evangelização de proclamação:Há nesse meio, o anuncio do evangelho, mas não há o prosseguimento aos recém convertidos, simplesmente se lança a palavra, mas se deixa cada um por si.
·         Evangelização de Persuasão(Convicção): É o evangelismo que desafia plenamente. O evangelho deve ser anunciado e articulado, como Pedro Fez no dia de Pentecostes e Paulo diante do Rei Agripa. A distribuição de folhetos e Bíblias contribuem e muito, mas a apresentação clara do evangelho, o Espirito Santo convence o evangelizado da verdade, é preciso continuar o trabalho de evangelização até a incorporação da pessoa na igreja, portanto podemos destacar três pontos fundamentais no trabalho de evangelização:
a)      INFORMAÇÃO, informar ao pecador a respeito de sua condição de pecador, da natureza e conseqüência do pecado em sua vida, do amor de Deus e Sua providencia para salvação e o que fazer para ser salvo
b)      PERSUASÃO, alem de ministrar ao pecador as informações necessárias a respeito do evangelho, o evangelista deve saber que é simplesmente o instrumento de Deus nesse processo e quem convence o pecador é o Espirito Santo de Deus.
c)       INTEGRAÇÃO, a integração da pessoa que esta sendo evangelizada ocorre após o pecador se converter, onde o novo crente passa a aprender as doutrinas bíblicas, crescendo em poder e fé, desenvolvendo-se e aplicando-se cada vez mais ao serviço do reino.

É preciso lembrar que O Verdadeiro propósito do Evangelismo é dar às pessoas a oportunidade de conhecerem e aceitarem Jesus Cristo como único e suficiente Salvador de suas vidas, através do anuncio da Palavra de Deus.

Onde Evangelizar?
Em Atos 1.8 encontramos a definição exata de onde devemos evangelizar, segundo a palavra de Deus, temos que ser testemunhas em todos os lugares, bom seria se pudéssemos estar em todos os lugares, ou seja, termos missionários nos quatro cantos da terra, mas, sabemos que muitos ministérios não dispõem de condições de estarem enviando missionários. Então onde evangelizar, a palavra de Deus nesse versículo nos deixa recursos suficiente para que ninguém arranje a desculpa de que não evangeliza por não poder estar viajando e nem enviando missionários, a palavra nos diz que é possível fazer um trabalho de evangelização em seu bairro (Jerusalém) em outras cidades ou estados ( Judéia ) em outros países adjacentes ( Samaria ) e enfim para países mais distantes ( confins da terra ),  portanto concluímos que podemos começar nosso trabalho bem próximo de nós, mas almejando também estarmos evangelizando os países mais distantes, principalmente os mais necessitados, dos quais sabemos que quase não se é falado do nome de Jesus. O que não podemos deixar de fazer, é espalhar o evangelho de Jesus Cristo pelos quatro cantos da terra, somente assim estaremos cumprindo a palavra ordenada no versículo 1.8 de Atos. Quantas pessoas perdidas e que necessitam do perdão do Senhor, estão neste momento tão próximas de nós, e quantas estão distantes, é por isso que não devemos nos prender somente em nosso pequeno mundinho e esquecermos dos que estão a mercê das obras malignas de Satanás, e que se encontram distante de nós. Por isso devemos orar a Deus para que Ele nos de condições de termos missionários em todos os lugares.


Aplicação da Lição
O Plano de Deus para salvar a humanidade é o testemunho acerca da salvação em Jesus Cristo e a pregação da palavra de Deus por aqueles que Nele creram. Deus poderia ter usado de varias outras maneiras para que seu propósito de salvação fosse cumprido, mas Deus determinou que o homem pregasse com sua boca e dedicasse sua vida a Jesus Cristo para que, assim, outros alcançassem a salvação, às vezes Deus usa outros meios alem da mensagem verbal, mas o meio principal é a pregação da Palavra de Deus, seguido pela manifestação do poder de Deus. Portanto, podemos concluir que evangelização é a divulgação das boas novas e a convicção de que Jesus Cristo, como Senhor que reina, oferece o perdão dos nossos pecados e que liberta a todos os que se arrependem e crêem.


Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8ª Edição/2009
·         Angelologia – Ministério Ide – Volume I


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva
 fonte portal ebd

JUVENIS - Lição 8: Mansidão, o mesmo que submissão?


3º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 8: Mansidão, o mesmo que submissão?

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS - CPAD
3º TRIMESTRE DE 2012
Tema: O caráter cristão
Comentarista:Verônica Araujo


LIÇÃO 8 - MANSIDÃO, O MESMO QUE SUBMISSÃO?


TEXTO BIBLICO(Ef 4.1-7)

ENFOQUE BIBLICO
“Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria.” (Tg 3.13)

OBJETIVOS
Definir a palavra manso
Demonstrarexemplos bíblicos de mansidão cristã
Identificaras recompensas da mansidão

INTRODUÇÃO
Como explicar a ira de Deus? Como pode o Deus que exige que sejamos manso, se irar? A ira de Deus é contra o pecado e o mal; não afeta seu amor e compaixão por nós. Jesus demonstrou mansidão em sua submissão total ao pai, em seu consentimento, em seu silencio que precederam a crucificação. Em que temos demonstrado o fruto da mansidão?

DEFINIÇÃO DA PALAVRA MANSO.
O que é ser manso? A primeira coisa, a saber, e que mansidão não é frouxidão, trata-se da disponibilidade para aprender é um autocontrole que nos leva a ser submisso à vontade de Deus. Mansidão é conhecida como o fruto da obediência é uma das qualificações para herdar a terra (Mt 5.5).  Esse fruto proporciona ao crente fartura de descanso e paz de espírito, para definir a palavra mansidão no original é muito difícil, trata-se de um estado interior e não exterior. Há  três conceitos acerca desse fruto:
1-      Ser sempre submisso à vontade de Deus (Mt 11.29)
2-      Ser apto para aprender – nunca ser orgulhoso (Tg 1.21)
3-      Ser atencioso – demonstrar consideração, tranqüilidade, atenção, ser paciente com os outros (1Co 13.1-7).

Trata-se de uma característica relacionada com coragem, fortaleza e resolução. Existem muitas pessoas de natureza mansa, não se altera facilmente, mas isso não significa mansidão como fruto. O fruto independe das circunstancias em meio a um verborrágico ou troca de palavras o crente consegue o exercício da mansidão. No natural aquela pessoa é tempestuosa, inconformada, quando não consegue expor as suas idéias, mas cheio do Espírito Santo, ela consegue primeiro apaziguar os ânimos e com voz branda e firme falar mansamente. O comentário da Bíblia de Estudos Pentecostal analisa o manso como alguém que quando necessário, ira com equidade e que se humilha quando é para ser submisso. 

EXEMPLOS BIBLICOS DE MANSIDÃO
Moises é considerado o homem mais manso da terra, isso só aconteceu devido ao encontro com Deus na sarça, ele se encheu do Espírito Santo (Nm 12.3). É detectada a mansidão em Moises toda vez que o povo se irava contra ele, o mesmo mostrava submissão total a Deus, primeiro ele ia a Deus e dependendo da resposta divina informava ao povo. E algumas vezes o próprio Deus se encarregava manifestando com sinais e maravilhas no meio do povo. A submissão de Moises o fez o maior líder da historia da humanidade.
Outro exemplo é o de Abraão (Gn 13.8,9), a natureza deste homem já demonstrava que era um homem manso. Mas as atitudes naturais não significam fruto do Espírito, em Abraão podemos ver o fruto naquelas atitudes em que parece loucura do ponto de vista humano. Aparentemente Abraão esta perdendo ao mandar Ló escolher sua parte da terra, ainda mais emocionante Abraão aos olhos naturais fica com o pior lugar sem reclamar. Eis ai uma demonstração de submissão total a Deus, e confiança inabalável naquele que o chamou, certamente não deixaria seu servo em má situação.

Como podemos analisar um homem colérico, conhecido como natureza de ferro, com muita fúria era um dos perseguidores dos cristãos. Sua aparência assustava o cristianismo da época, imagine que este homem é o que mais fala em mansidão? Pois é, Paulo de Tarso, convertido era um homem manso. Certa vez ele se preparava para uma viagem e teve uma visão na noite, Deus pedindo para que ele fosse para outra direção, como era submisso, não houve discussão, passou a Macedônia. Alem disso Paulo conseguia ter compaixão das pessoas que lhe cercava o que era muito difícil em outras épocas.
A mansidão está sempre atrelada a outros atributos. Nunca se alia ao erro, antes se associa – à benignidade, nesse caso ela que é branda ajuda na atitude benigna que é suportar ofensas, com paciência leva tudo a Cristo. A humildade faz o crente ser capaz de se submeter sem orgulho algum a Deus e as autoridades da igreja. A sabedoria se é sábio, já é manso, nada aprende sem ser submisso e humilde. Salvação, o manso se inclina para receber a Palavra de Deus em submissão. Esses exemplos citados estavam nas vidas de Moises, Abraão e Paulo.

AS RECOMPENSAS DA MANSIDÃO
Os conceitos principais acerca do fruto da mansidão são: ser sempre submisso a vontade de Deus, apto para aprender e atencioso. Quais as recompensas poderiam ter alguém que quando insultado, trapaceado não procura um bom escritório de advocacia para reaver seus direitos?  Alem do mais o dizer proposto é: “o mundo é dos espertos”, parece que os orgulhosos, trapaceiros, os que vivem de falsa aparência consegue galgar postos altos na base da esperteza. Bem, Ló aparentemente trapaceou o tio Abraão, mas o fim foi horrível a perda foi irreparável, perdeu as terras, a mulher e cometeu incesto com suas próprias filhas. Enquanto Abraão “o bobão, boca aberta, o atrasado, aquele que todos passam para trás”, herdou o melhor da terra.

Essas expressões eu usei bem coloquial porque é o que ouvimos sobre uma pessoa que é trapaceada até mesmo na igreja, quando ela não diz nada e aparentemente perdeu, na verdade é o contrario. Quem age assim sob o fruto da mansidão, com certeza triunfara em nome de Jesus.
O pastor Antonio Gilberto em seu livro “O fruto de Espírito” e em lição comentada por ele trás duas recompensas. Primeira recompensa esta relacionada ao presente, que é viver em paz, independente do momento. Jose no Egito, preso, mas em paz com sua consciência tranqüila diante de Deus, mas seus irmãos viviam um tormento, a mulher de Potifar, mesmo ímpia, mas sabia da inocência do moço. Paulo no cárcere junto com Silas, ambos cantavam louvores, pode alguém cantar não estando em paz? Porque cantavam? Por certo se sentia recompensado pelo que o Senhor havia feito que nem se quer fizeram questão da surra.
  A segunda recompensa esta relacionada ao futuro, que é a salvação incluindo a entrada do crente salvo ao céu. Onde para sempre estará com o Senhor, quer algo melhor que isso?


CONCLUSÃO
Jesus o exemplo de mansidão disse: “...aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrara descanso para vossas almas” (Mt 11.29)


OBRAS CONSULTADAS
  • SILVA, Antonio Gilberto – O fruto do Espírito – CPAD
  • Bíblia de Estudos Pentecostal

Colaboração para o Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues  fonte portalebd

PRE ADOLESCENTES - Lição 8: Ouça e aprenda!


3º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 8: Ouça e aprenda!

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Descobrindo meus direitos e deveres
Comentaristas: Ângela Sueli Silva da Costa

LIÇÃO 8 – OUÇA E APRENDA!

Texto bíblico    2 Timóteo 1.1-6
 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, segundo a promessa da vida que está em Cristo Jesus,
 a Timóteo, amado filho: Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus nosso Senhor.
 Dou graças a Deus, a quem desde os meus antepassados sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço menção de ti em minhas súplicas de noite e de dia;
 e, recordando-me das tuas lágrimas, desejo muito ver-te, para me encher de gozo;
 trazendo à memória a fé não fingida que há em ti, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice e estou certo de que também habita em ti.
Por esta razão te lembro que despertes o dom de Deus, que há em ti pela imposição das minhas mãos.

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II Timóteo 
Comentário:
Esta segunda epístola a Timóteo foi escrita pelo apóstolo Paulo por volta do ano 68 d.C., do calabouço onde se encontrava chamado de "Prisão Mamertina", em Roma, no final do seu segundo aprisionamento. É conhecida como Epistola Pastoral, e foi endereçada a Timóteo, que dá nome a mesma.
Foi a última das treze epístolas de Paulo cronologicamente. Não muito antes do seu martírio.
Timóteo, é filho na fé do apóstolo Paulo que o discipulou e nesta oportunidade o escreve com o propósito de:
a) informar-lhe de seu aprisionamento;
b) desafiar Timóteo à firmeza e fidelidade na vida pessoal e no ministério;
c) pedir que Timóteo viesse a Roma o quanto antes (2 Tm 4:13, 21).
O tratamento dado pelo apóstolo a Timóteo, é a de amigo para amigo, sem nenhum tratamento sistemático, tratando dos assuntos movimentando-se para a frente e para trás entre as idéias que apresenta.
Na leitura e meditação desta carta, observamos o esboço a seguir que muito nos auxilia na compreensão de todo o texto:
1. INTRODUÇÃO (1:1-5)
2. EXORTAÇÕES A TIMÓTEO (1:6- 2:26);
2.1 Para firmeza no evangelho (1:6-18);
2.2 Para fidelidade no sofrimento (2:1-13);
2.3 Para fidelidade no ministério (2:14-26);
2.4 O perfil dos diáconos (3:8-16).
3. CONSELHOS A TIMÓTEO (3:1-4.8);
3.1 Sobre a apostasia (3.1-9);
3.2 Sobre a sã doutrina (3:10-17);
3.3 Sobre o ministério (4:1-5).
4. CONCLUSÃO
4.1 Previsão da morte (4:6-8);
4.2 Informação da situação (4:10-18);
4.3 Instruções a Timóteo (4:9,13, 19-22).
Igualmente à primeira epístola, o apóstolo Paulo exorta Timóteo a exercer o ministério que lhe foi confiado pelo Senhor com toda a dedicação, amor e zelo. São ensinos, com aplicação prática também em nossos dias, pelo que devemos estar atentos para o bom exercício do ministério pastoral à frente do rebanho do Senhor.
Fonte: Augusto Bello de Souza Filho 
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Objetivos  após a aula seu aluno deverá   entender a necessidade de cultivar
                   um  bom  relacionamentos com os mais velhos, bem como  
                   valorizar as relações de amizades, e  as demonstrações de afeto.

Introdução
A lição de hoje esta baseada em 2 Timóteo  1.1-6, trecho este da segunda carta que o apostolo Paulo envia ao jovem Timóteo.  O titulo “Ouça e aprenda” nos fala acerca do aprendizado que podemos adquirir ao passo que saibamos ouvir, é evidente que este “ouvir” não se refere apenas
a ouvir simplesmente mas tem o sentido de  obedecer.
Neste caso  Timóteo que foi grandemente abençoado  por saber ouvir, ou ate mesmo se deixar influenciar pelo apostolo Paulo.

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A Segunda Epístola a Timóteo é como é conhecida a segunda carta que o apóstolo S. Paulo redigiu a Timóteo.
Nesta segunda carta, o tema central desloca-se da comunidade de Éfeso para a relação pessoal entre Paulo e Timóteo. Foi escrita, na prisão, em Roma, provavelmente no ano 67 d.C, pouco antes da morte do Apóstolo.
Próximo de seu martírio, Paulo deseja rever Timóteo e o exorta a manter-se perseverante, mesmo que para isso seja necessário sofrer por causa do Evangelho.
Foi provavelmente a última epístola de Paulo, em ordem cronológica. O trecho "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé" (II Timóteo 4:6-7) mostra a visão do apóstolo sobre sua trajetória de vida cristã.
Fonte: Wikipédia
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I - Seguindo os bons
Com o ditado popular  “diga me com quem andas e eu te direi quem tu és”  a lição nos fala acerca da influencia que algumas pessoas exercem sobre outras. Em especial  a boa influencia que o jovem Timóteo teve de sua mãe e avó.
Infelizmente nos  dias atuais  não vemos os jovens tendo mais interesse em ouvir, ou se deixar influenciar pelos de  mais idade, aqueles que possui mais experiência de vida.
Um exemplo bíblico disto  vemos na passagem em  Roboão filho de Salomão logo ao assumir o trono não buscou pelos conselhos dos mais velhos, ao contrario, desprezou os  antigos conselheiros de seu pai, e se consultou com os jovens de sua idade, seus amigos, estes as quais  lhe deram maus conselhos.

Bem é verdade, que na atual inversão de valores há pessoas que apenas causam danos a outras pela sua  má conduta.
Por isso devemos ter sim o desejo, e a humildade de saber ouvir, mas antes de tudo devemos observar vem aqueles  as quais ouvimos, devemos fazer como o Salmista:
“Bem-Aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios
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O homem é um ser criado por Deus para viver junto aos seus semelhantes; ele necessita viver em comunidade, em comunhão com outros homens; ele não vive e não pode viver isolado das outras pessoas, pelo contrário, os homens desejam viver juntos uns dos outros, e ter uma vida em sociedade; e eles seguirão a outros homens, estando em suas companhias.
A palavra de Deus diz: “Bem-Aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”; e em Provérbios 4.14, afirma categoricamente: “Não entre pelas veredas dos ímpios, nem ande no caminho dos maus”. Salomão, escritor de Provérbios, nos trata aqui como um pai dando conselhos ao filho, como alguém que nos ama e deseja nos alertar para fugirmos do mal.
Ele ordena: não entre! Não ande pela vereda dos ímpios! Ele não fala: “Olha, eu vou com você até ali, para dar uma 'espiadinha' no caminho no qual você anda e tem andado”.
A palavra de Deus nos diz através de Salomão, o pregador, o homem de sabedoria: Meus filhos, não entrem pelas veredas dos ímpios, nem andem no caminho dos maus, mas evita-o; alertando-nos a afastar-nos dele, não passando por ele; nem pisando nele; desvia-te dele e passa de largo.
A exortação é para não passarmos pelo caminho dos pecadores, é não trilharmos esse caminho, é desviar-nos e não sentirmos o menor desejo de aproximar-nos dele. Devemos evitá-lo, passar longe, dar a volta, passar ao largo, afastar-nos definitivamente.
É assim que muitos se arriscam a experimentar a iniqüidade, a "flertar" com o pecado, ao experimentar drogas, o cigarro, o álcool; saiba que estes caminhos levaram muitos à destruição. O escritor de Provérbios diz-nos que, conhece o homem o caminho ímpio, portanto, afasta-se dele.
Voltando ao Salmo 1, a palavra de Deus vai nos dizer:“Bem-Aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”.
 É algo interessante o qual não devemos fazer, mas que começamos a fazer, pois, primeiramente, o homem anda no caminhos dos ímpios, depois se detém, para enfim, assentar-se tranqüilamente.
Há uma progressão para uma vida daquele que anda no pecado. Começa com uma simpatia por aquela pessoa, para depois se envolver com o pecado, e desviar-se dos caminhos do Senhor.
Fonte: http://tabernaculobatista.blogspot.com

II-Paulo, o exemplo.
"São" Paulo, biblicamente conhecido como Paulo de Tarso, cujo nome original era Sha'ul ("Saulo") é considerado por muitos cristãos como o mais importante discípulo de Jesus e, depois de Jesus, a figura mais importante no desenvolvimento do Cristianismo nascente.
Paulo de Tarso foi um apóstolo diferente dos demais, por ter dado maior ênfase aos irmãos gentios, pois seu chamado era destinado a eles que estavam espalhados pelo mundo (Atos 13:47). Paulo, assim comos os outros Verdadeiros Apóstolos, também teria visto Jesus Cristo (Atos 9:17, I Coríntios 15:8, dentre outros textos). Paulo era um homem culto, pois era fariseu seguidor de rabi Gamaliel. Destaca-se dos outros apóstolos pela sua cultura, considerando-se que em sua maioria era de pescadores. A língua materna de Paulo era o grego. É provavel que também dominasse o aramaico.
Educado em duas culturas (grega e judaica), Paulo fez muito pela difusão do Cristianismo entre os gentios e é considerado uma das principais fontes da doutrina da Igreja. As suas Epístolas formam uma secção fundamental do Novo Testamento. Alguns afirmam que ele foi quem verdadeiramente transformou o cristianismo numa nova religião, e não mais uma seita do Judaísmo.
Foi a mais destacada figura cristã a favorecer a abolição da necessidade da circuncisão e dos estritos hábitos alimentares tradicionais judaicos. Esta opção teve a princípio a oposição de outros líderes cristãos, mas, em consequência desta revolução, a adoção do cristianismo pelos povos gentios tornou-se mais viável, ao passo que os Judeus mais conservadores, muitos deles vivendo na Europa, permaneceram fiéis à sua tradição.
Fonte: wikipédia
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Sobretudo dentro do contexto da  lição, temos que observar o bom procedimento de Paulo, pois deste os tempos do antigo testamento, era normal os mais jovens serem vistos como inesperientes, a qual  por veses não eram levados em conta pelos mais  velhos.
Porem aqui vemos  Paulo, que não age assim em ralção a timoteo, ao contrario, Paulo pela sua  experiencia viu que Timoteo possuia muito potencial para trabalhar na obra de Deus, Paulo conhecia todas as fraquezas que Timoteo, mas conhecia bem mais Aquele que era poderoso para o aperfeiçoar.
Pelas palavras de Paulo nesta segunda carta,e como ja afirmamos acima, a sua ultima carta; vemos que Paulo proximo da sua partida esta “passando” a continuidade de seu minsiterio ao jovem  e discipulo Timoteo.
Certamente que Paulo conhecia as qualidades de seu filho na fé, sobre tudo a sua qualidade de Ouvir e Aprender.
A educação espiritual de timoteo iniciou-se com a sua avo e mãe, e certamente elas não teriam exito se Timoteo não fosse um bom ouvinte.

III- Olhe bem em volta
Quantoa este tópico da lição, creio ser necessário uma contextualização com a realidade de seus alunos, ainda mais no que se refere a pessoas.
Pois muitos jovens e  adolescentes não tem a mesma oportunidade que Timóteo teve, a boa influencia de sua mãe e avo e posteriormente de uma grande  mestre Paulo.
Mais isto não significa que não devam procurar em pessoas idôneas boas obras as quais devem ser imitadas, quão maravilhoso seria se os pais, parentes,de seus alunos pudessem contar com os seus como bons exemplos de vida.
Na ausência deste  o adolescente busca referencia em alguém,  quem sabe professor,  você mesmo sem saber é referencia de algum aluno, é preciso ser exemplar em tudo.

Conclusão
De fato Timóteo se tornou um grande líder, pois Ouviu e aprendeu.
Se fizemos desta mesma forma, certamente produziremos muito na obra de Deus,
Na nossa vida particular seremos mais do que vencedores, pois não nos deixaremos  levar pelos mais conselhos, mas pela boa influencia de pessoas sabias.


Colaboração para Portal Escola Dominical - Prof. Jair César S. Oliveira


Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

  Lição 5, A Mordomia da Igreja Local