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07 setembro 2011

LIÇÃO 11 – O REI QUE CONFIOU EM DEUS - JUNIORES


3º Trim. 2011 - JUNIORES – CPAD - Lição 11: O Rei que Confiou em Deus

Ao Mestre
Prezado (a), nesta lição abordaremos a vida do rei Ezequias. Foi o 13º rei de Judá (reino do Sul). A Bíblia nos mostra que Ezequias sempre procurou ter comunhão (um relacionamento diário) com Deus. Ele se preocupava em governar seu povo de forma que os conduzisse a amar e adorar ao Deus verdadeiro.
Quando ele começou a reinar, Judá estava cheia de altares à ídolos, mas Ezequias começou a tirar tudo isso, ensinando o povo a servir a Deus, pois ELE sim pode fazer o que precisamos e pedimos. O templo, havia sido fechado pelo próprio pai de Ezequias, mas ele o reabriu, reformou, restituindo a Páscoa e promovendo um avivamento em todo o Judá.
Boa aula!
Texto Bíblico:Isaías 36.1-37.37
Objetivo
Professor ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizarem-se quando andamos em sinceridade e oramos a Deus, ELE nos socorre.
Exercitando a memória
“Ele não tem medo de receber más noticias; a sua fé é forte, pois ele confia no SENHOR.” (Sl 112.7 – NTLH).
O Salmista nos ensina que o temor a Deus pode nos dar uma vida mais segura, onde o medo não terá lugar, pois nosso coração está confiante que deus nos livrará de qualquer perigo ou circunstancia má.
Crescendo no conhecimento
Na lição de hoje crianças, iremos conhecer mais um rei do Reino do Sul.
Quando Ezequias se tornou rei de Judá, ele tinha vinte e cinco anos de idade e agia e falava da forma que agrada a Deus, por isso, o SENHOR estava com ele, e ele teve sucesso em tudo o que fez.
Ele restaurou o templo, destruindo todos os ídolos. Ezequias venceu os filisteus, invadiu o seu território. Depois o rei da Assíria, atacou muitas cidades e as conquistou, mandou um grande exército para atacar Ezequias em Jerusalém.
Um tempo depois, ele mandou esta mensagem ao rei Ezequias:
__ Em que você está baseando a sua confiança, já que você destruiu os santuários e altares de muitos deuses! Não pensem que o SENHOR os salvará e não deixará que o nosso exército assírio conquiste a cidade de vocês.
Assim que o rei Ezequias ouviu o que eles contaram, rasgou as suas roupas em sinal de tristeza, vestiu uma roupa feita de pano grosseiro e foi para o Templo do SENHOR e ficou orando e mandou que mensageiros fosse dizer ao profeta Isaias:
__ Hoje, é um dia de sofrimento; nós estamos sendo castigados e estamos envergonhados. Somos como uma mulher que está para dar à luz, mas não tem forças para isso.O rei da Assíria nos mandou o chefe do seu exército para insultar o Deus vivo. Que o SENHOR, nosso Deus, ouça esses insultos e castigue quem os disse! Portanto, ore a Deus pelas pessoas do nosso povo que ainda estão vivas.
Isaías recebeu a mensagem do rei Ezequias e mandou esta resposta:
__ O SENHOR Deus diz que o senhor não deve deixar que os assírios o assustem, dizendo que Deus não pode salvá-lo. Deus vai fazer o rei da Assíria ouvir uma notícia que o fará voltar para a terra dele e Deus vai fazer com que ele seja morto ali.
O oficial assírio mandou uma carta para o rei Ezequias, de Judá que dizia assim:
__ O seu deus, em quem você confia, lhe disse que Jerusalém não vai cair nas minhas mãos; mas não deixe que ele o engane. Você já ouviu falar daquilo que um rei assírio faz com qualquer país que ele resolve destruir? Por acaso, você pensa que poderá escapar?.
O rei Ezequias recebeu a carta das mãos dos mensageiros e a leu. Depois, foi até o Templo, pôs a carta ali, na presença de Deus, o SENHOR, e orou assim:
— Ó SENHOR Todo-Poderoso, Deus de Israel, que estás sentado no teu trono que fica acima dos querubins! Só tu és Deus e governas todos os reinos do mundo. Tu criaste o céu e a terra. Ó SENHOR, olha para o que está acontecendo com a gente. Escuta todas as coisas que Senaqueribe está dizendo a fim de insultar a ti, o Deus vivo. Todos nós sabemos, ó Deus, que os reis da Assíria destruíram muitas nações, arrasaram as suas terras e queimaram os seus deuses, que não eram deuses de verdade e sim imagens de madeira e de pedra, feitas por mãos humanas. Agora, ó SENHOR, nosso Deus, salva-nos dos assírios, a fim de que todas as nações do mundo fiquem sabendo que só tu, ó SENHOR, és Deus.
Então Isaías mandou uma mensagem para o rei Ezequias. Nela, ele dizia que em resposta à oração do rei, o SENHOR, o Deus de Israel, tinha dito o seguinte:
_ Mande uma mensagem ao rei da Assiria dizendo: “A cidade de Jerusalém ri e caçoa de você, Senaqueribe. A quem você pensa que ofendeu e insultou? De quem zombou? Você fez tudo isso contra mim, o Santo Deus de Israel. Você me mandou os seus oficiais para se gabarem de que com os seus muitos carros de guerra você conquistou as mais altas montanhas do Líbano. Você se gabou de ter cortado os mais altos cedros e os melhores ciprestes e de ter chegado até os lugares mais distantes das florestas. Você se gabou de ter cavado poços em terras estrangeiras e de ter bebido água deles. Gabou-se também de que os pés dos seus soldados fizeram secar o rio Nilo. Por acaso, você não sabe que fui eu que planejei tudo isso há muito tempo e agora fiz tudo acontecer? Eu dei a você o poder de fazer cidades cercadas de muralhas virarem montões de entulho. Por isso, os seus moradores ficaram fracos e andaram cheios de medo e de vergonha. Eles ficaram como o capim do campo e a erva verde e como a erva que cresce nos telhados e que seca quando o vento quente do leste sopra nele. Mas eu conheço você muito bem; sei o que você faz e aonde vai. Sei que você me odeia. Eu soube do seu ódio e do seu orgulho, e agora vou pôr uma argola no seu nariz e um freio na sua boca, e farei você voltar pelo mesmo caminho por onde veio.”
Então Isaías disse ao rei Ezequias:
— Portanto, o SENHOR diz o seguinte a respeito do rei da Assíria: “Ele não entrará nesta cidade e não atirará uma só flecha contra ela. Nenhum soldado com escudo chegará perto da cidade, e não serão construídas rampas de ataque ao redor dela. O rei da Assíria vai voltar pelo mesmo caminho por onde veio, sem ter entrado nesta cidade. Eu defenderei e protegerei esta cidade por causa da minha honra e por causa da promessa que fiz ao meu servo Davi. Eu, o SENHOR, falei.”
Então o Anjo do SENHOR foi até o acampamento dos assírios e matou cento e oitenta e cinco mil soldados. De manhã, os que sobraram viram os corpos dos mortos.
Aí Senaqueribe, o rei da Assíria, se retirou, voltou para Nínive e ficou lá. Certo dia, quando ele estava adorando no templo do seu deus Nisroque, os seus filhos Adrameleque e Sarezer o mataram à espada e fugiram para a terra de Ararate. Outro filho seu, chamado Esar-Hadom, ficou no lugar dele como rei.
Aplicação da Lição
Professor (a) enfatize aos pequenos que o rei Ezequias foi um homem temente a Deus. Nessa história podemos ver o valor da nossa oração! Às vezes não temos fé, mas quando voltamos a confiar no Senhor. Ele ouve a nossa oração! Ele está sempre pronto para perdoar as nossas fraquezas, e sempre está perto de nós quando invocamos o Seu nome!
Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estuda da Mulher – Editora Mundo Cristão e SBB – Edição 2003.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição.
·         Bíblia de Recursos para o Ministério com crianças –  Editora Hagnos – Edição 2009.
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – São Paulo, 2004.
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro - Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8º Edição/2009
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva

LIÇÃO 11 - A ÁRVORE E SEUS FRUTOS - JUVENIS


3º Trim. 2011 - JUVENIS – CPAD - Lição 11: A Árvore e seus Frutos I



TEXTO BÍBLICO Mateus 7.15-20.

ENFOQUE BÍBLICO

“Não julgueis pela aparência, mas julgai segundo a reta justiça”  (João 7.24).

OBJETIVOS

Reconhecer os falsos profetas, por meio dos maus frutos de seu trabalho.

Destacar a importância de se conhecer a Palavra de Deus para não ser enganado pelos falsos profetas.
Conhecer a natureza das verdadeiras ovelhas dec Cristo para não confundi-las com os “lobos devoradores”.
SUGESTÃO.
Suponha a seguinte situação:  Certa pessoa surge na igreja. Passa a interessar-se pelos Juvenis. Oferece sua disposição de ajudar, alega experiência. Assim, como ocorre em muitas ocasiões não se procura saber  a procedência dela. Começa  a fazer reuniões no horário dos cultos, propõe atividades no horário reservado à igreja, aos ensaios dos grupos musicais. De repente, passa a falar: “Não faz mal deixar de ir à igreja, de vez em quando”. “Tudo é  tão rotineiro” ou  “Obedecer ou não aos mandamentos bíblicos depende da ocasião”: “Não está escrito na Bíblia dessa forma”. (Fala isso, quando o professor da Escola Dominical nem o pastor estão presentes). Passe para os alunos a situação e pergunte: “Você, um aluno da Escola Dominical, instruído na Palavra como agirá?”

INTRODUÇÃO

Uma importantíssima advertência é dirigida a nós por Jesus: a vigilância contra falsos ensinadores e como identificá-los.
PELO FRUTO CONHECEMOS AS ÁRVORES (Mt7.15)
Nessa parte do Sermão do Monte, Jesus passa a recomendar prudência e o exame dos ensinadores, profetas, daqueles que se propõem a transmitir conhecimentos, lições importantes.  O Mestre adverte, para que não entremos no caminho errado, nem sigamos falsos ensinos.
É comum na Bíblia, as pessoas serem comparadas às árvores: “A árvore que viste,  que cresceu e se fez forte, cuja altura chegava até ao céu”; ... “És, tu, ó rei” (Dn 4.20,22a).
O contraste está no que se diz e no que se vive: “Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as suas obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda boa obra” (Tt 1.16).
OBS:  “Muitas pessoas alegam conhecer a Deus. Como poderemos saber se elas realmente o conhecem? Não o saberemos com certeza nesta vida, mas, ao contemplarmos seu estilo de vida, rapidamente perceberemos o que estimam e se organizam suas vidas, de acordo com as prioridades do Reino. Nossa conduta fala muito sobre aquilo em que acreditamos (1 Jo 2.4-6). O que as pessoas aprendem sobre Deus e sobre a fé ao observarem sua vida”  (Bíblia de Estudo Pentecostal, nota a Tt 1.16, pág. 1721).
Devemos examinar se uma pessoa realmente vive o que ensina: É uma pessoa que, nos cultos, demonstra ter respeito à Palavra de Deus? Ouve os ensinos ministrados na igreja? È reverente? Ou fica apenas conversando? Procura retirar as pessoas na hora do culto para conversar, ou incentiva as pessoas a alimentarem-se da Palavra no culto? Existem alguns que, ao falarem, ao ensinarem,  desejam atenção, pois dizem estar falando a Palavra de Deus. Entretanto, quando é outro que está ministrando a Palavra, que é de Deus, tais ensinadores não possuem uma atitude respeitosa. Em suma, o fruto revela  de qual tipo de árvore procede.
Pessoas poderão tentar enganar-nos com  a sua capa de espiritualidade. Parecem ser pessoas boas, dão a impressão de que amam a Deus, que estão interessadas no nosso bem-estar espiritual, mas são pessoas enganadoras:
Como identificar uma  pessoa que não possui o amor de Cristo em seu coração, que está tentando enganar? Pelos frutos: “Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?”  (Mt 7.1). Logo, tal pessoa mostrará com palavras e obras seu caráter. È  necessário que cada um veja com os seus próprios olhos. Assim Tiago salientou: “Porventura, deita alguma fonte alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Assim, tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce”  (Tg 3. 11-12).
Quando uma pessoa procura uma árvore frutífera, , deseja comer seu fruto. O fruto deve ser correspondente ao da árvore: da figueira, espera colher figos; da laranjeira obtêm-se laranjas. Assim, cada fruto mostra a sua procedência,  a qual árvore ele corresponde: não dá para não perceber:“Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto” (Lc 6.43).
Muitas pessoas se aproximam de nós, afirmando serem cristãs. Entretanto, Jesus não ordena que prestemos atenção à aparência,  mas aos frutos. Inicialmente, certos ensinadores podem dar-nos impressão de serem espirituais, mas se os observarmos, veremos que não dão frutos dignos de arrependimento.  O verdadeiro teste para um profeta ou um ensinador  são suas obras. Em primeiro lugar, ele pratica, age conforme os ensinamentos da Bíblia?
Na natureza, existem árvores  frutíferas ou não. Não existe maneira de um fruto não ser identificado com a  árvore:“Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons” (Mt 7.18).
Devemos tomar cuidado, no entanto, para não rejeitar alguém que faz a obra de Deus.  Jesus advertiu, a fim de que o nosso julgamento, não fosse motivado pela aparência: “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”  (Jo 7.24). Estas palavras ditas por Jesus referem-se àqueles que O julgavam pela aparência. Devemos ter o especial cuidado para não rejeitarmos a mensagem divina.
O PERIGO DOS FALSOS PROFETAS
Em primeiro lugar, vamos analisar o papel dos profetas. Estes eram portadores da mensagem divina, possuíam relacionamento firme com o Senhor, advertiam o povo contra os pecados e possuíam notável sensibilidade: choravam pela situação de desobediência do povo ou  quando profetizavam fatos tristes. O profeta verdadeiro sofria com o povo. Deus também utilizava o profeta para trazer mensagens confortadoras: “Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus” (Is 40.1). Além de dizer ao povo as palavras de Deus, ao profeta eram revelados acontecimentos do futuro. No Novo Testamento, o profeta constitui-se em um dom ministerial: “Depois, Judas e Silas, que também eram profetas, exortaram e confirmaram os irmãos com muitas palavras” (At 15.32).  
Hoje, encontramos muitas pessoas que se introduzem na igreja para tentar colocar ensinos falsos na mente das pessoas, ou tentar fazê-las distanciar de Jesus.. Um falso profeta ou ensinador é aquele que possui  o objetivo de chamar a tenção sobre si, ser o centro da atenção, divulgando ensinos que contrariam as verdades bíblicas.

Nesta parte do Sermão do Monte, Jesus passa a admoestar-nos sobre a prudência e a vigilância no tocante  aos profetas e falsos mestres.
Em todas as épocas, sempre existiram bons profetas e maus profetas. Elias lutou contra os profetas de Baal (1 Rs 18). Jeremias não era aceito pelos seus irmãos judeus, pois declarava, reiteradas vezes que eles deveriam entregar-se ao rei da Babilônia. Foi considerado antipatriota, quando, na verdade, declarava a mensagem de Deus. Levantou-se contra Jeremias o falso profeta Hananias: “E disse Jeremias, o profeta, a Hananias, o profeta: Ouve, agora, Hananias; não te enviou o Senhor, mas tu fizeste que este povo confiasse em mentiras” (Jr 28.15). Hananias acabou morrendo, pois transmitira uma mensagem não ordenada ao povo, criando confusão na mente das pessoas em um momento delicado que  nação de Israel vivia; estava para ser levada cativa a Babilônia
O problema é que os falsos profetas  possuem especialmente duas atitudes: 1) opõem-se aos profetas, aos ensinadores de Deus; 2) Em segundo lugar, suas palavras são aparentemente agradáveis: Eles não alertam sobre os perigos que podem atacar o povo de Deus, pois seguem o erro.
O ensino dos falsos profetas  está presente o engano. Seu ensino está voltado à satisfação da carne, a libertinagem, como  se o pudéssemos permitir o pecado em nossa vida. Deus exige santidade de nós (1 Pe 2.9-10).
Podemos observar como agem tais profetas ou ensinadores, quanto ao seu caráter. Alegam ser inteligentes, mas semeiam a discórdia; não são amantes da paz: “Quem é sábio e tem entendimento entre vocês? Que o demonstre por seu bom procedimento, mediante obras praticadas com a humildade que provém da sabedoria. Contudo, se vocês abrigam no coração inveja amarga e ambição egoísta, não se gloriem disso, nem neguem a verdade. Esse tipo de ‘sabedoria’ não vem dos céus, mas é terrena; não é espiritual, mas demoníaca”(Tg 3.13-15 - NVI).
Observemos o contraste como age aquele que possui a sabedoria de Deus: “Mas a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura; depois, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bom frutos, imparcial e sincera”  (Tg 3.17).
O perigo dos falsos profetas está no descuido, no relaxamento dos padrões morais, não dando importância ao ensino da Bíblia. Uma pessoa desprevenida, não vigilante, poderá não perceber que está sendo arrastada para o mal. Afinal, eles comunicam seus ensinos, com palavras macias. Fingem preocupação com seus liderados. Os cristão devem examinar, constantemente, a Bíblia, para não seguir falsos ensinos.
Não podemos ir pela aparência, pela simpatia,  mas observar os frutos e o ensino ministrado.
LOBOS E NÃO OVELHAS
Antes de tudo, observemos a atitude de uma ovelha:  “E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas, de modo nenhum, seguirão o estranho; antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”  (Jo 10.4-5). Uma ovelha segue Jesus; não obedece a estranhos. De igual forma, nós temos de aprender os ensinos de Jesus. Assim quando ouvirmos algo estranho, contrário a Seus mandamentos, saberemos rejeitá-los.
Os falsos profetas, falsos mestres, fingem-se de ovelhas para atrair as pessoas. O Mestre deixou-nos um solene aviso: “Eis que vos envio como ovelhas no meio dos lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas”  (Mt 10.16).

Sempre existiram aqueles que o seu objetivo não é levar as pessoas a Jesus; não é fazer com  que elas cresçam por meio de Cristo. O seu objetivo é reunir discípulos  não para Jesus, mas para eles mesmos.  São “lobos”, porque não têm compromisso com Deus, desejam aproveitar-se das ovelhas:“Assim diz o Soberano, o Senhor: Ai dos pastores de Israel que só cuidam de si mesmos! Acaso os pastores não deveriam cuidar do rebanho? Acaso os pastores não deveriam cuidar do rebanho? Vocês comem a coalhada, vestem-se de lã e abatem os melhores animais, mas não tomam conta do rebanho. Vocês não fortaleceram  a fraca nem curaram a doente nem enfaixaram a ferida. Vocês não trouxeram de volta as desviadas nem procuraram as perdidas. Vocês têm dominado sobre elas com dureza e brutalidade”  (Ez 34.2b-4 - NVI).  Aquele que possui compromisso com a obra de Deus, cuida das ovelhas: trata das feridas, procura as perdidas.
Os falsos ensinadores não se preocupam com o bem-estar das ovelhas, de conduzi-las a um compromisso com Deus, para que elas possam desenvolverem-se espiritualmente e ir ao Céu.
Paulo era um homem de Deus, tal como o pastor que defende as suas ovelhas da investida do lobo, ele mostra seu cuidado com a Igreja e manifesta uma preocupação. Essa preocupação de Paulo demonstra seu amor aos cristãos: “O zelo que tenho por vocês é um zelo que vem de Deus. Eu os prometi a um único marido, Cristo, querendo apresentá-los a ele como uma virgem pura. O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da sua sincera e pura devoção a Cristo” (2 Co 11.2-3 – NVI). Uma estratégia dos falsos mestres e profetas é empregar a astúcia contra os desavisados.
Antes de sua viagem para Roma, ele deu conselhos importantes aos líderes de Éfeso. Ele iria a julgamento. Assim aconselhou: 1) Vigilância dos líderes: “Olhai , pois, por vós mesmos e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue”  (At 20.28). Os líderes deveriam vigiar sua vida e também exercer vigilância positiva sobre os liderados. O professor da Escola Dominical deve saber que livros estão sendo lidos, que filmes estão sendo vistos para poder orientar. 2)Paulo destacou o porquê da vigilância: “Porque eu sei isto: que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão o rebanho”  (At 20.29); 3)Paulo mostrou a finalidade desses “lobos cruéis”: “E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si” (At 20.30). Os falsos profetas desejam popularidade, serem admirados, tendo discípulos a seu redor. Já o líder verdadeiro forma discípulos para Jesus.

 OS QUE SÃO DE DEUS DÃO BONS FRUTOS

Aqueles que são de Deus dão bons frutos e esses frutos são apreciados, pois são pessoas que trazem benefícios, crescimento espiritual a outros:“Bendito é o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Porque ele será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro,e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano da sequidão, não se fadiga nem deixa de dar fruto” (Jr 17.7-8).
Os que são de Deus dão bons frutos; já os falsos mestres são infrutíferos. Judas assim os caracteriza: “E apascentando-se  a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas” (Jd 12b). Observemos os falsos mestres :1) “Apascentam-se a si mesmos sem temor” – Eles mesmos dirigem suas vidas sem temor a Deus – Aponta para um viver egoísta, só pensam em si, não nos outros. Não desejam ser apascentados por Cristo; 2) “Nuvens sem água”. Água simboliza  a vida; mas os falsos mestres não transmitiam a palavra da vida, Jesus; 3) Os falsos mestres não possuem estabilidade espiritual: “Eram levados pelo vento de uma para outra parte”; 4)O resultado: os falsos mestres eram a) “como árvores murchas, infrutíferas” – não davam fruto; b) eram como árvores “duas vezes mortas” – Antes, estavam mortos em seus pecados e receberam a vida que há em Cristo; agora se desviaram da verdade e regressaram ao estado da morte; c) desarraigadas – não possuíam raiz. Uma árvores sem raiz em uma tempestade facilmente será derrubada.
Devemos lembrar que falsos mestres são aqueles que conheceram a verdade, mas depois a negaram. Em suma, não possuíam fruto. Nossos maiores inimigos não são externos; são aqueles que tentam introduzir de modo secreto falsos ensinos, esses receberão repentina destruição: “No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição”  (2 Pe 2.1 – NVI)
O cristão verdadeiro dá fruto com perseverança; a semente foi lançada em boa terra:  “E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom e dão fruto com perseverança”  (Lc 8.15).

O HOMEM ENXERTADO EM CRISTO, DÁ BONS FRUTOS

Jesus afirmou que nós devemos estar ligados à videira. Os ramos que não estão em contato com a videira, não recebem a seiva. Esses galhos logo ficam secos, infrutíferos e morrem; assim são cortados e queimados: “Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará, e os colhem e  lançam no fogo, e ardem” (Jo 15.6).
Nós fomos enxertados na videira verdadeira, Cristo  (Jo 15.1). O segredo para dar fruto é permanecer em Cristo, ele nos capacita a dar fruto: “Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer”  (Jo 15.5).
Algum problema? Existe esperança para a árvore cortada: “Porque há esperança para a árvore, que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos” (Jó 14.7). A Palavra é como água que traz vida (Jó 14.8).
Sejamos frutíferos: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça,  afim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda”  (Jo 15.16).
O JOVEM DIANTE DE FALSOS ENSINADORES
Em primeiro lugar, devemos examinar as Escrituras para ter certeza das verdades bíblicas. Os crentes de Beréia nos dão valioso exemplo: “Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas deram assim” (At 17.11). Não ache que já sabe o suficiente para não cair em erro. Confira o ensino com a Bíblia aberta! O aluno não deve esquecer de levar a Bíblia para a Escola Dominical e para os cultos. Deve meditar, lê-la em casa.
Um segundo passo é orar como Paulo fez: “Não  cessamos de orar por vós e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda  a sabedoria e inteligência espiritual” (Cl 1.9b). Pedir sabedoria, discernimento para separar o falso do verdadeiro. Nós, professores, devemos fazer esta oração por nós e por nossos alunos.

Um terceiro passo é a vigilância: “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas”  (Cl 2.8a).
O quarto passo é não se precipitar. Procure ouvir bem os ensinos. Em caso de dúvida, procure alguém mais experiente.
O quinto passo é convidar outros para estar presente na Escola Dominical, nos cultos de doutrina. Esta é uma medida preventiva. Na Medicina, existem medidas de ação, quando a pessoa está doente; outras medidas são preventivas (a profilaxia). As vacinas constituem uma prevenção contar a doença, evitando que ela se dissemine e a população seja atingida. Vacine-se contra os falsos ensinos: por meio do estudo constante da Bíblia, por meio da freqüência aos cultos e à Escola Dominical.
CONCLUSÃO
Vivemos dias difíceis, dias trabalhosos como a Bíblia afirma.
 È necessária a vigilância firme para não aceitar ensino que não esteja em conformidade com os padrões bíblicos.
Os falsos mestres não cessam de semear dúvidas e ensinos enganosos.
Entretanto, temos o Espírito Santo e a Palavra de Deus a iluminar-nos.
Louvemos a Deus: “Abre-nos teu santo Livro!/Brilhe em nós a luz dos céus! Esclarece todo o engano/ E dos erros livra os teus!/Ilumina – Ilumina/Nossas almas, Rei dos céus! Nossas almas, Rei dos céus!”  (2a estrofe do hino 557 da Harpa Cristã).
Colaboração para o Portal Escola Dominical - Profª. Ana Maria Gomes de Abreu (Inn Memorian).


LIÇÃO 11- A CASA DOS FILHOS DE DEUS - PRÉ-ADOLESCENTES


3º Trim. 2011 - PRÉ-ADOLESCENTES - CPAD - Lição 11: A Casa dos Filhos de Deus


Texto em estudo    At 4.32-37
E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.
E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o depositavam aos pés dos apóstolos.
E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.
Então, José, cognominado, pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da Consolação), levita, natural de Chipre,
possuindo uma herdade, vendeu-a, e trouxe o preço, e o depositou aos pés dos apóstolos.
A Igreja primitiva compartilhava bens e propriedades como resultado da união trazida pelo Espírito Santo. pois nenhum deles sentiam que seus bens eram propriamente deles, assim eles foram eliminando a pobreza de seu meio.
O modo de viver dos cristãos daquela época era diferente do comunismo porque:
a) o ato de compartilhar era voluntário
b) não envolvia todas as propriedades privadas, apenas o necessário
c) não requisito da comunidade para poder tornar-se membro da igreja
                                                                                                 (Extraído da Bíblia de Aplicação Pessoal)
Introdução
Ao longo do trimestre estamos estudando o plano da salvação, agora chegamos as aulas finais, aonde estamos estudando as novas condições de vida que o homem pecador adquire após a sua conversão.
Na lição anterior vimos as bençãos e os privilégios que temos como filhos de Deus, nesta lição estaremos estudando a casa dos filhos de Deus, ou seja, a nova “família” o novo “povo” ao qual o cristão faz parte.
O salmista afirmou:
Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor! (Sl 122.1)
Deus no seu amor para com o homem não apenas o salva, mas o conduz a um lugar seguro, aonde poderá com outras pessoas prestar honra ao seu nome.
I- Significado de “Casa”
Segundo o dicionário significa:
Edifício de um ou poucos andares, destinado, geralmente, a habitação; morada.    
Lar; família.
Porém na Bíblia encontramos “casa” com um sentido mais amplo, pois não apenas se refere a uma simples habitação, mas também a uma organização, um governo, a vida.
Encontramos alguns exemplos na Bíblia que reforçam essa idéia.
a) Casa como Familia
Depois, disse o Senhor a Noé: Entra tu e toda a tuacasa na arca, porque te hei visto justo diante de mim nesta geração. (Gn 7.1)
Neste versículo, por ocasião do dilúvio a palavra casa esta se referindo a família de Noé
b) Casa como vida
Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; e veio a ele Isaías, filho de Amoz, o profeta, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás. (Is 38.1)
Nesta passagem “casa”tem o significado de vida
c) Casa como organização
Ouvirão, talvez, os da casa de Judá todo o mal que eu intento fazer-lhes, para que cada qual se converta do seu mau caminho, e eu perdoe a sua maldade e o seu pecado. (Jr 36.3)
Aqui o significado não é apenas de família, mas de organização tribal, referente ao povo de Judá
d) Casa como habitação
E, saltando neles o homem que tinha o espírito maligno e assenhoreando-se de dois, pôde mais do que eles; de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa. (At 19.16)
Neste caso significa edificação, ou habitação.
e) Casa como igreja
Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade. (1Tm 3.15)
Aqui o apostolo Paulo instrui Timoteo um jovem obreiro a andar corretamente na igreja.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  
III- Uma comunidade diferente
Quando fiz menção de que estaríamos estudando esta lição intitulei de “ a comunidade do Povo de Deus” isto porque a Bíblia afirma que antes da conversão vivíamos sozinhos no mundo, porem agora reconciliados com Deus ingressamos em um novo povo.
Que, naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados {ou separados da comunhão} da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. (Ef 2.12)
Agora fazemos parte da família de Deus, pois somos seus filhos. Assim sendo todos quanto aceitam a Cristo como seu Salvador se torna membro de uma comunidade diferente.
A qual temos a mesma fé e intenção de adorar a Deus.
Esta comunidade diferente é a Igreja de Cristo, o que diferencia das demais são as características. Deus por meio de seu filho levantou na Terra um povo diferente dos demais, um povo que lhe sirva com amor e gratidão pela salvação concedida.
Vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia. (1Pe 2.10)
O apostolo Paulo na sua carta a Tito menciona as características desta comunidade:
O qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniqüidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. (Tt 2.14)
Neste versículo vemos Paulo mencionando o fato de que o Senhor Jesus Cristo remiu e purificou um povo para si, especial e zeloso de boas obras. Para entendermos melhor vejamos os significados dessas palavras:
a) Um povo para si
Esta distinção se dá porque no mundo existem centenas de povos, nacionalidades, etnias, porem de uma forma geral a humanidade vivendo no pecado se distanciou de Deus e se voltou a idolatria, outros povos se formaram sem nenhum conhecimento do Deus verdadeiro.
Em meio a esta calamidade Deus por meio de Jesus levanta um povo para si, um povo voltado para Deus, tanto para servi-lo como para adora-lo de forma voluntária.
b) Especial
A palavra especial significa: relativo a uma espécie; próprio, peculiar, específico, particular, fora do comum; distinto, excelente, exclusivo, reservado.
Assim os seguidores de Cristo deveriam ser um povo distinto dos demais, se destacando pela obediência a Deus e a seus mandamentos
c) Zeloso de boas obras
A palavra zeloso significa alguém que tem zelo, cuidado, diligencia. Assim o povo de Deus deveria ser cuidadoso para proceder de forma justa e correta, vivendo e agindo conforme os ensinamentos do Senhor Jesus.
IV- A Igreja de Cristo
Como mencionei acima, esta comunidade diferente é a Igreja de Cristo
A palavra "igreja" vem do vocábulo original grego "eklesia", que significa, literalmente, "chamados para fora", tem o mesmo radical de "eleito", pois fomos eleitos por Deus para formar-mos o Seu Povo. Outros também atribuem a eklésia o significado de Assembléia, ajuntamento. De qualquer forma o sentido da palavra define a idéia de um povo separado do mundo que segue a Jesus.
A palavra igreja aparece apenas no evangelho de São Mateus:
Pois também eu te digo que tu és Pedro {Gr. Petros} e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. (Mt 16.18)
O apóstolo Pedro nos diz sobre a igreja:
 "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia." (1 Pe 2.9-10).
Desta maneira vemos que o pecador convertido é introduzido por Deus em um povo diferente, especial, zeloso de boas obras e de posse exclusiva de Deus.
Para entendermos melhor essa posição diante de Deus, o apostolo Paulo usou a figura do corpo humano; a qual Cristo é a cabeça e nós somos o seu corpo, somos seus membros.
Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular. (1Co 12.27)
Como estamos estudando a “Casa dos filhos de Deus” e já concluímos que esta casa é a Igreja, temos por bem fazer a distinção de igreja, embora que em ambos os sentidos existe uma percepção de casa, simbolizando abrigo, proteção, convivência entre irmãos.
A palavra igreja com “i” minúsculo representa uma comunidade local incluindo o aspecto físico, ou seja, um local de cultos. Esta igreja ela é visível, pois se trata de um grupo de pessoas de determinada região que se reúnem em uma igreja.
Já a palavra igreja com “I’ maiúsculo representa a Igreja Universal de Jesus Cristo, ela não esta restrita a um local e nem grupo de pessoas. A Igreja universal está espalhada por todos os lugares da Terra, logo se entende que é invisível, nós não vemos como na igreja local. Apenas Deus que conhece os corações sabe quem de fato é seu servo.
Mas em ambas as situações vemos que a igreja como a casa de Deus, nos fala de uma comunidade quer seja local ou espiritual, mas nos faz pensar na proteção, no amor de Deus que encontramos por fazer parte do seu povo.
V- Uma casa bem edificada
Nos tópicos anteriores vimos os significados da palavra casa, entre eles a igreja, que é a casa do filhos de Deus, quanto a sua edificação temos por edificador Cristo.
Quando o apostolo Pedro faz a conhecida declaração de Cesárea o Senhor Jesus afirma que sobre a declaração de Pedro edificaria a sua Igreja e as portas do inferno não prevaleceriam contra ela.
Deste modo vemos que embora a Igreja passe por dificuldade, por fim ela será vitoriosa porque está guardada pela palavra de Deus. O Senhor Jesus afirmou a uma igreja no livro de apocalipse que por haverem guardado a Palavra de Deus mesmo com pouca força o Senhor também os guardaria da hora da tentação que haveria de vir.
Como vemos em ambas as citações, o fazer parte da igreja, o estar na casa de Deus é motivo de sermos protegidos e estarmos seguros.
A exemplo disto a parábola do filho pródigo define os perigos que alguém pode sofrer quando abandona a casa do pai.
Enquanto o filho mais moço esta em companhia de seu pai, gozava de todos os direitos de filho, o pai o protegia, e lhe sustentava. Mas quando ele decidiu sair da casa do pai, não demorou muito para os problemas surgirem. Por fim a sua situação foi desastrosa, pois ele perdeu tudo quanto tinha.
A mesma coisa pode acontecer com alguém que deixa a igreja; na igreja temos a proteção de Deus o seu amor, a sua misericórdia, na igreja temos os direitos de filhos de Deus, se sairmos poderemos perder tudo o que tem. Portanto sigamos o conselho do escritor aos hebreus:
Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia. (Hb 10.25)
Conclusão
Concluímos nossa lição com as sublimes palavras do Salmo 133:
Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?
Aquele que anda em sinceridade, e pratica a justiça, e fala verazmente segundo o seu coração;
aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhuma afronta contra o seu próximo;
aquele a cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que, mesmo que jure com dano seu, não muda.
Aquele que não empresta o seu dinheiro com usura, nem recebe subornos contra o inocente; quem faz isto nunca será abalado.
O salmista questiona quem morará na casa de Deus?
Certamente quem pratica a justiça, quem anda com sinceridade.
Portanto para podemos permanecer na casa de Deus temos também de agir do forma correta, pois toda casa precisa de regras e normas; a igreja também possui sua regras, o que deve ser também observado.

Que cada aluno possa agradecer a Deus por poder estar na casa de Deus, pois isto é um privilégio que muitos desejam estar porem não podem.
Que Deus os abençoe.
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profº Jair César S. Oliveira

LIÇÃO 11 – VALORES EM CONFLITO - ADOLESCENTES


3º Trim. 2011 - ADOLESCENTES – CPAD - Lição 11: Valores em Conflito

Ao Mestre
Amado (a) quero lembrar-lhes acerca do preparo e a apresentação da lição:
É parte dos deveres semanais do professor.
- Prepare bem a lição durante a semana, para isto use materiais necessários para seu maior aproveitamento, ou seja, a Bíblia, livros, comentários, dicionários bíblicos e secular, etc.
- Uma das etapas no preparo da lição, é a oração: por isso estude com oração e dedicação, pedindo a Deus que o (a) guie pelo seu Espírito. O trabalho do SENHOR merece nossa maior abnegação e esforço.
- Aos domingos procure chegar pelo menos 10 minutos antes do inicio da EBD. Freqüente as reuniões de estudo para professores. Sabendo que certo domingo não vai estar presente avise com antecedência, para que o superintendente tenha tempo para substituí-lo (a).
- O objetivo da EBD é o ensino da Palavra de Deus, não gaste, pois o seu tempo com coisas que não edificam.
- Vá para diante da classe, senhor do assunto a ser estudado, ou seja, totalmente inteirado do assunto a ser ministrado, o êxito do professor depende de sua consagração e preparo.
- Mostre interesse por cada aluno da classe, ore por eles. Visite-os, principalmente se estiverem enfermos ou faltando a EBD.
- Dê um bem-vindo aos visitantes, convidando-os a se matricularem ou voltarem sempre.
- Lembre-se que o primeiro dever do professor da Escola Dominical é agir e orar diante de Deus no sentido de que todos os seus alunos aceitem ao SENHOR JESUS COMO SALVADOR. Na classe sempre há pessoas não salvas, convide-as para aceitar o Senhor Jesus, como Salvador.
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Ø  Entender definir o relativismo, compreendendo o sentido dos valores morais contidos na Palavra de Deus, discernindo os valores mundanos.
Para refletir
“Escute, meu filho. Seja sábio e pense seriamente na sua maneira de viver.” (Pv 23.19 – NTLH).
Os preceitos absolutos de Deus, contidos na Bíblia Sagrada são o referencial para orientar nosso comportamento e nossas atitudes em nosso dia-a-dia.
Texto Bíblico em estudo: Mt 5.13-16
Introdução
Os valores cristãos não devem ser misturados com o mundano, devemos nos esforçar para influenciar os que estão ao nosso redor. Se formos semelhantes ao mundo, que importância teremos para o reino de Deus?
Sejamos sábios.
Relativismo – o que é isso?
Vejamos o que nos diz o dicionário:
Atitude ou doutrina que afirma que as verdades (morais, religiosas, políticas, científicas, etc.) variam conforme a época, o lugar, o grupo social e os indivíduos.
O relativismo moral que está em pauta em nossos dias, e  presentes na Mídia e nos meios de comunicação, é a corrente humanista que ensina e inexistência de normas, de verdades, e de moral precedentes da Vontade Absoluta de Deus.
Este pensamento anticristão está fundamentado em duas correntes seculares: no materialismo filosófico e no existencialismo defendido pelo pensador francês Jean Paul Sartre. Segundo Sartre, a única realidade no Universo é o mundo físico e material, nada existe além deles.
É ateísta, nega a realidade espiritual, nega a existência de anjos, negam os milagres e a criação do homem e do Universo pela ação de um Deus Criador.
E por essa razão, não crê em qualquer principio, verdade, moral ou ética proveniente de Deus.
Que perigo correm nossas crianças e adolescentes à mercê dessa filosofia maléfica!
Os preceitos e preceitos de Deus são absolutos e imutáveis
Da mesma forma que Deus não muda, seus preceitos, suas ordenanças também não (Ml 3.6).
As ordenanças de Deus permanecem para sempre, inalterável, pois como foi o SENHOR que nos criou, seus preceitos são para nosso bem, e são plenamente completos e atuais para o ser humano de qualquer época e idade – Deus é Soberano sobre todas as coisas, conhece nossas necessidades sejam de ordem espiritual, material ou emocional, ninguém nos conhece como ELE, nem nós mesmos, somos mutáveis e erramos, Ele é conhecedor de todas as coisas, e quer o melhor para nós.
Deus é SENHOR de todas as coisas, e conta com aqueles que O amam e permanecem fiéis a Ele, que amam e cumprem seus mandamentos, pois são plenamente absolutos nas mais variadas circunstancias que venhamos a viver, através das verdades e valores contidos na Palavra de Deus somos direcionados em todos os aspectos de nossa vida.
Precisamos ter em mente que os princípios e preceitos bíblicos são universais. Em outras palavras, podemos dizer que, não foram estabelecidos apenas para uma determinada época ou região, ou nação, mas para toda a humanidade e em todos os tempos.
Valores em conflito
O relativismo arruína a vida m geral. Em primeiro lugar, porque os valores espirituais são tidos como inexistentes, ou, no máximo, como algo particular de cada um.
Vivemos dias em que “todos têm razão” – a frase que ouvimos frequentemente é: “comigo é assim” – aí pergunto a tais que assim dizem: “mas com Deus está tudo certo?”.
Sob este prisma em que vivemos, há uns dois anos atrás, fiquei estarrecida ao ouvir uma determinada autoridade brasileira dizer que “Deus é produto da mente humana e não um Ser Pessoal” – isso é materialismo existencialista puro e explicito.
O Relativismo trata os valores morais como dependentes das circunstâncias do momento e não como padrões universais. Para os adeptos do Relativismo, prevalece a tese de que a sociedade detém o direito de convencionar entre si os padrões éticos que melhor lhe convém, sem admitir os valores eternos estabelecidos pelo próprio Deus e contidos na Bíblia Sagrada.
Deus é a fonte de todo o bem e de toda a bondade (Sl 86.5; 119.64-68), portanto fazer o bem, o correto, é algo que provém de próprio Deus. Portanto, o homem sendo uma “projeção” de Deus na Terra, deve mostrar isso em suas atitudes:
o   Ser justo;
o   Ser fiel;
o   Abominar a mentira, o engano, a falsidade, não ser imparcial, não praticar favoritismo, não fazer acepção de pessoas.
Para Deus não existe dualidade, ou você está Nele ou não, ou pratica o bem ou o mal, ou obedece Sua Palavra ou desobedece.
O valores cristãos
O apostolo Paulo na epistola aos corintios nos diz:
“Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar. Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo.”1 Co 10.32,33;11.1 – ARC)
Vemos que o que caracteriza o cristão é o fato de seu comportamento e caráter ser resultado de uma vida transformada pelo Espírito Santo.
O comportamento é considerado um conjunto de atitudes e maneiras de se reagir em face ao meio social em que vive. O comportamento cristão deve identificar-nos com a Vontade de Deus.
Uma série de fatores atua no ser humano e dá motivo para que a pessoa venha agir dessa ou daquela maneira. Estes agentes podem ser de natureza interna, isto é, da própria pessoa, como também pode ser de natureza externa.
Seja de uma ou de outra forma, nós sempre temos condições de reagir ao estimulo que nos advém, com uma resposta comportamental que demonstre em nós que pertencemos à Deus, e que obedecemos seus preceitos, pois Nele está toda a verdade e sabedoria.
Como todas as pessoas os cristãos também tem o direito de ação, somos dotados de livre-arbítrio. Muitas vezes os cristãos são considerados como pessoas bitoladas que vivem sob um jugo terrível, pensam que somos obrigados a viver uma vida de sacrifícios – enganam-se os que assim pensam – não somos obrigados a coisas alguma, todo o nosso viver é voltado de forma a obedecer os preceitos divino, por amor à Deus.
O verdadeiro cristão comporta-se de maneira a agradar a Deus, a estar em harmonia com seu Criador, para isso devemos:
  • Andar em dignidade – deve ser integro tanto em suas ações (Mt 13.23; Rm 6.22) como em suas palavras (Hc 8.16; Ef 4.25; Mt 5.37; 1 Co 10.32);
  • Fazer justiça – deve andar em conformidade com o que é direito, com aquilo que é correto. Deus deseja que a justiça, como uma virtude moral, seja o elemento usado para governar as relações de cada ser humano com seu semelhante (Cl 3.12).
  • Falar verdade – “Falai a verdade cada um com o seu próximo” (Ef 4.25), eis a recomendação bíblica que deve nortear o comportamento do cristão. Davi ao escrever acerca do verdadeiro cidadão do céu, enfatizou que uma de suas qualidades é falar verazmente, ou seja, que aquele que se diz filho de  Deus, já não tem parte com a mentira. (Jo 8.42-44; Lc 6.45).
O amor a Deus é a nossa fonte de conduta, é o alicerce da conduta do cristão, pelo fato de ser um sentimento sublime e envolvente e que produz bem-estar e felicidade. É assim que os cristãos se sentem em relação aos preceitos e ordenanças divinas, ao cumpri-las nos envolve um sentimento de bem-estar e gratidão à Deus, que por nos amar quer o melhor para a nós, e seus preceitos nos conduz à uma vida de paz plena e satisfação pessoal.  
O ser humano possui valores e virtudes em sua própria natureza que lhe conferem condições de viver bem, desde que esses valores e essas virtudes sejam bem administrados.
Devemos policiar-nos de forma a não cairmos no erro de adquirirmos maus hábitos.
O hábitoé uma disposição adquirida, é uma aptidão que a pessoa adquire, e quanto mais pratica mais automático ele se torna.
Os maus hábitosexercem grande influencia na formação do caráter, sendo por essa razaõa necessário, que haja um certo cuidado afim de que, maus hábitos não sejam aprendidos, e muito menos aprendidos.
Existem uma série de maus hábitos que, mesmos depois de adquiridos, devem ser evitados, e mudados para que os bons hábitos possam ser instalados e vivenciados como nos ensina o apostolo Paulo em Colossenses 3.8-10:
“Mas, agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca. Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos, e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a Imagem Daquele que o criou.”
Os bons hábitos devem ser desenvolvidos e cultivados que são próprios de uma vida transformada pelo poder de do evangelho de Cristo (Ef 5.1-21).
Conclusão
A Bíblia Sagrada é o único livro que tem por autor o próprio Deus. Nela estão registrados todos os mandamentos, preceitos de Deus para com o homem.
Através dela aprendemos a porta-nos de maneira correta em relação a Deus, ao próximo e consigo mesmo.
A pessoa que aplica os ensinamentos da Palavra de Deus à sua vida, certamente terá um comportamento exemplar e uma vida moral equilibrada que o conduzirá a uma existncia feliz, porque a Bíblia nos ensina uma vida de bom comportamento, pureza e santidade (Sl 34.12-14), para aqueles que desejam herdar os céus (Sl 15).
Portanto, diante de uma sociedade secular, entregue de corpo e alma ao Relativismo moral, oremos à Deus, com as palavras do Salmo 119.94:
“Sou teu, salva-me; pois tenho buscado os teus preceitos.”
Somente assim cumpriremos a Vontade de Deus, e faremos a diferença necessária, começaremos a influenciar de forma admirável aos que nos cercam e cumpriremos em nós Mateus 5.13,14, pois seremos:
Ø  Sal da terra – influenciaremos a sociedade que nos cercam
Ø  Luz do mundo – mostraremos diferença nas ações, palavras e comportamento.
Deus vos abençoe!
DINÂMICA
LIÇÃO 11 – VALORES EM CONFLITO
Luz, onde ela está?
Material:Uma vela.
Objetivo: conscientização da necessidade de brilhar em meio à sociedade.  
Desenvolvimento:ambiente escuro (ideal se for feito à noite ou em sala que possa ter as janelas fechadas)
1. Peçam aos alunos que façam um círculo, sugerir que fechem os olhos e façam uma oração silenciosa, por alguns minutos; enquanto isso apague as luzes do ambiente.
2. Comentar sobre a escuridão do ambiente, se é confortável ficar assim sentado no escuro, o que eles fazem quando acaba a luz.
3. O coordenador acende uma vela e lê o texto de Mateus 5, 14-16.
4. Perguntas:
- O que quer dizer este texto?
Adianta eu acender esta vela e colocá-la atrás de mim? (coloque a vela acesa atrás de você)
- Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela).
- E se cada um de nós tivesse uma vela, ficaria mais claro?
5. O coordenador levanta e dá a cada participante uma vela, mas não acende.
6. Perguntas:
- Ficou mais claro? Não, por que? O que falta?
- Cristo disse que ele era a luz do mundo, de que luz ele está falando?
- Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo, como? Através de sua Palavra, de seu amor, de sua morte na cruz.
- você é essa luz
- E o que Cristo diz desta luz, ela deve ficar escondida?
- O que nós devemos fazer com esta luz?
Aplicação:
Se essa luz deixar a escuridão in fluência-la – ela iluninará?
Dessa maneira não devemos nos deixar influenciar com o relativismo moral do mundo, se assim fizermos, não teremos a Luz de Cristo em nós – não iluminaremos, seremos absolvidos pelas trevas – deixaremos de ser LUZ.
Conclusão:
Deixar um momento de reflexão e oração; acender as luzes da sala e apagar a vela.
Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz de Cristo para outros.
                                                                                           (Adaptação)
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva


LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes