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24 fevereiro 2012

Jornal Nacional comenta sentença de morte de Yousef Nadarkhani



Pastor iraniano pode ter sido enforcado por ter se convertido ao cristianismo


Jornal Nacional comenta sentença de morte de Yousef Nadarkhani
O Jornal Nacional desta quinta-feira, 23, noticiou a sentença de morte dada ao pastor Yousef Nadarkhani que está preso desde 2009 no Irã por ter se negado a voltar para a fé islâmica.

De acordo com a ACLJ (sigla em inglês para Centro Americano para Lei e Justiça) a condenação do iraniano já foi emitida pelas autoridades e não há como saber se o pastor continua vivo ou não.

Na reportagem o correspondente da Rede Globo nos Estados Unidos conversa com o coordenador do centro que foi uma dos principais mobilizadores na tentativa de impedir que o iraniano fosse morto.

“Nós não sabemos se ele está vivo neste momento”, diz Jordan Sekulow que acredita que só a pressão internacional pode salvar o pastor Nadarkhani. Sekulow diz também que como o Brasil tem boas relações com o Irã seria interessante usar essa diplomacia para tentar livrar Yousef da morte.

Nos últimos três anos o caso de Yousef Nadarkhani tem sido julgado pelas cortes superiores do Irã e o pastor teve algumas chances para negar sua fé em Jesus e voltar a ser muçulmano, como não aceitou ele foi condenado à morte por enforcamento.

De acordo com o diretor da ACJL as ordens de execução não são divulgadas e por esse motivo fica difícil confirmar se o pastor está vivo ou não. Em 2011 quando o caso começou a repercutir diversas autoridades internacionais se manifestaram em favor do cristão, mas o governo iraniano não cedeu.


Assista a reportagem aqui.

Fonte: Gospel Prime

Privilégios e responsabilidades de uma geração de filhos de Deus na Sua obra


Privilégios e responsabilidades de uma geração de filhos de Deus na Sua obra
Então, chamou a Salomão, seu filho, e lhe ordenou que edificasse casa ao SENHOR, Deus de Israel. Disse Davi a Salomão: Filho meu, tive intenção de edificar uma casa ao nome do SENHOR, meu Deus. Porém a mim me veio a palavra do SENHOR, dizendo: Tu derramaste sangue em abundância e fizeste grandes guerras; não edificarás casa ao meu nome, porquanto muito sangue tens derramado na terra, na minha presença. Eis que te nascerá um filho, que será homem sereno, porque lhe darei descanso de todos os seus inimigos em redor; portanto, Salomão será o seu nome; paz e tranqüilidade darei a Israel nos seus dias. Este edificará casa ao meu nome; ele me será por filho, e eu lhe serei por pai; estabelecerei para sempre o trono do seu reino sobre Israel. Agora, pois, meu filho, o SENHOR seja contigo, a fim de que prosperes e edifiques a Casa do SENHOR, teu Deus, como ele disse a teu respeito. Que o SENHOR te conceda prudência e entendimento, para que, quando regeres sobre Israel, guardes a lei do SENHOR, teu Deus. Então, prosperarás, se cuidares em cumprir os estatutos e os juízos que o SENHOR ordenou a Moisés acerca de Israel; sê forte e corajoso, não temas, não te desalentes.” (1 Cr 22.6-13, ARA)

A obra do Senhor é realizada através das gerações. Nenhuma geração de filhos de Deus deteve a exclusividade de realizar tal obra.
O rei Davi é um claro exemplo de alguém que realizou em seu tempo um trabalho extraordinário para o Senhor. Aquele era o seu momento. No poder do Espírito e com a graça de Deus fez proezas, realizou grandes conquistas. Davi, em seu espírito voluntário e zeloso intentou edificar uma casa ao nome do Senhor seu Deus, mas a execução de tal projeto ficaria para a geração mais nova. Seria Salomão, seu filho, que desfrutaria de tão grande privilégio.
Ao revelar tal propósito divino a Salomão, Davi nos oferece alguns princípios imutáveis para aqueles que desejam alcançar o sucesso para a glória de Deus na realização de grandes empreendimentos.
Agora, pois, meu filho, o SENHOR seja contigo...”
Em primeiro lugar, é necessário que a presença do Senhor seja com todo aquele que para ele faz, realiza, trabalhar, serve. A presença do Senhor nos garante provisão, proteção e direção. A presença do Senhor é garantia de sua cooperação, pois sem ele nada podemos fazer. Deus deseja coopera conosco, e nesta cooperação é interessante entender qual é parte que cabe a Deus, e o que nos cabe realizar. Se quisermos fazer o que compete a Deus enfrentaremos dificuldades. Se não fizermos a nossa parte, provocaremos a precariedade.
“... a fim de que prosperes e edifiques a Casa do Senhor, te Deus...
Em segundo lugar, é preciso saber que a prosperidade na edificação da obra de Deus não é uma questão de mera barganha com ele. Um planta, outro rega, mas o crescimento é Deus quem dá. A presença do Senhor nos outorga a sua maravilhosa graça, e a graça nos basta em meio às adversidades e obstáculos comuns na realização da obra de Deus. A presença do Senhor é garantia de poder, de intervenção sobrenatural, da manifestação da sua glória. A presença do Senhor é indispensável, é vital, é inegociável.
“... como ele disse a teu respeito.”
Em terceiro lugar, é fundamental que aquele que realiza algo para o Senhor tenha convicção de sua vocação e comissão para a tarefa. Nosso ministério não pode se fundamentar apenas em percepções e observações humanas. Não basta que as pessoas observem em nós algumas qualidades e competências para o serviço. É a convicção de que foi o Senhor quem nos chamou que nos fortalecerá, nos motivará, nos susterá em toda a nossa jornada e trabalho. O Senhor tem interesse e sempre comunicará, sem deixar dúvida alguma, que foi ele quem nos chamou. Ele possui inúmeras maneiras de fazer isto.
Que o SENHOR te conceda prudência e entendimento...”
Em quarto lugar, algumas concessões divinas de ordem prática são essenciais. O texto bíblico destaca aqui a prudência, do hebraico sekhel, que significa inteligência, bom senso, discernimento, sabedoria. Não se trata apenas de dotes naturais, mas de presentes, dádiva do Senhor. Entendimento, do hebraico binah, é a segunda qualidade aqui citada, que praticamente é sinônimo de prudência. Em tudo que fazemos, e em todo o tempo que fazemos a prudência o entendimento deverá nos nortear. Não basta iniciar a edificação da obra da Deus com tais qualidades, é preciso que elas estejam presentes em nossa até o final de nossa missão. Não são poucos os que no meio ou ao final de seus ministérios negligenciaram a prudência e o entendimento, e por isso caíram. Alguns, infelizmente, nunca mais se levantaram.
“... para que, quando regeres sobre Israel...”
Em quinto lugar, é preciso que o propósito específico de Deus seja discernido. Salomão fora vocacionado e designado para reger sobre Israel. O termo em hebraico para reger é tsawah, que significa ordenar, governar, comandar. No Reino de Deus são muitas as tarefas e ocupações. Uns são chamados para presidir e governar, outros para pregar, outros para ensinar, etc. Há uma diversidade muito grande de dons e talentos concedidos pelo Espírito. Precisamos descobrir qual a obra que o Senhor deseja que realizemos, e onde a realizaremos. Fazer a obra certa, no lugar certo é necessário para prosperarmos em nossas realizações.
“... guardes a lei do SENHOR, teu Deus”.
Em sexto lugar, para sermos bem sucedidos na realização da obra de Deus, precisamos guardar os seus mandamentos. Guardar, do hebraico shamar, envolve proteger, cuidar, considerar, observar, praticar. Nenhum outro fato ou realidade expressa o verdadeiro sucesso, aponta para a legítima prosperidade. Grandeza, volume, tamanho, quantidade, resultado positivo, nenhum destes fatores, por si só, é sinal da bênção de Deus. Somente os que guardam os mandamentos, os que observam a Palavra, os que não relativizam os princípios eternos, apenas estes são de fato prósperos.
“... sê forte e corajoso, não temas, não te desalentes.”
Em sétimo lugar, é preciso força, coragem e ânimo para sermos bem sucedidos na realização da obra de Deus. Ao iniciarmos algo para Deus, logo aparecerão os adversários da obra, os invejosos, os caluniadores, os opositores, sempre desejosos de nos entristecer, de nos fazer parar, de nos ver fracassar. É preciso força e coragem não apenas para fazer a obra, mas para fazê-la sem abrir mão da santidade. Nada de jeitinhos, nada de atalhos, nada de desonestidades, apenas a fidelidade à Palavra. Acontece que isso implica em sofrimento. Guardar a palavra suscita em muitos o desagrado. Guardar a Palavra nos leva a remar contra a maré. Guardar a Palavra confronta o sistema falido. Guardar a Palavra contraria interesses pessoais. Guardar a Palavra quebra esquemas. Guardar a Palavra produz rupturas.
Que a presente geração de filhos de Deus possa entender a grandeza do privilégio, e o peso da responsabilidade de poder cooperar na realização da sua obra.
Que a presente geração de filhos de Deus possa servi-lo de uma maneira que em tudo o agrade e o glorifique.

Quando as feridas edificam


Quando as feridas edificam
"Tomé, (...) não estava com os discípulos quando Jesus apareceu. Os outros discípulos lhe disseram: "Vimos o Senhor!" Mas ele lhes disse: "Se eu não vir as marcas dos pregos nas suas mãos, (...) e não puser a minha mão no seu lado, não crerei". Uma semana mais tarde (...) Tomé com eles. Apesar de estarem trancadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: "Paz seja com vocês!" E Jesus disse a Tomé: "Coloque o seu dedo aqui; veja as minhas mãos. Estenda a mão e coloque-a no meu lado. Pare de duvidar e creia". Disse-lhe Tomé: "Senhor meu e Deus meu!"
 (Trechos de João 20. 24- 28 – NVI).
 Mesmo depois de ressurreto; mesmo depois de glorificado; mesmo depois de ter todo o poder nos céus e na terra, vemos Jesus usando ao máximo a sua humanidade. Essa mesma humanidade que por vezes consideramos tão fraca e influenciável.
O Jesus que de forma sobrenatural atravessou portas tão bem trancadas, ainda trazia as feridas abertas em suas mãos e costelas. Sua única finalidade era dar testemunho que aquele homem, era de fato quem dizia ser. É possível que por causa da dor, desejasse ele logo depois daquilo fechar aquelas feridas. Sabemos que num primeiro momento, feridas abertas sangram e provocam dor. Depois, o sangue estanca e só a dor permanece.
Jesus era capaz de suportar a dor de uma ferida aberta, se isso significasse o fortalecimento da crença de outros (Cl 1. 24). E esse é um dos maiores mistérios do "ministério" (II Tm 2. 3). Se Jesus pretendia fechar aquelas feridas depois do encontro, seus planos foram adiados por Tomé. Por que Tomé não havia crido, era preciso suportar a dor daquela ferida por mais um tempo. Um Deus que está em todo lugar, ferido. Que atravessa portas com ferimentos na costela, que derruba as portas do inferno com as mãos feridas. As mesmas mãos que partiram o pão para os discípulos do caminho de Emaús.
A verdade é que Tomé adiou a cicatrização de Suas feridas.Ele as deixou abertas para que ele pudesse crer, crescer e ser incluído. Um ministro verdadeiro é capaz à exemplo de Jesus, de suportar a dor de uma ferida aberta para que outros alcancem a estatura de varões perfeitos (Ef 4. 13). Vivo numa geração que cura suas feridas com vingança e retaliação. Líderes que acreditam que o ministério lhes confere o direito de não serem machucados por ninguém; que não manteriam uma ferida aberta por amor (Gl 6. 17). Que mais se parecem com faraós do que com ministros do Evangelho (II Tm 4. 5). Pequenos reis em feudos criados para seu prazer e sustento. Que vêem a igreja como sua pessoa jurídica.
Se nós crêssemos, não haveria tantas pessoas machucadas (II Co 1. 5). E não é por isso que há muitos fracos, doentes, e não poucos os que dormem? Tenho minhas dúvidas se as feridas das mãos de Jesus cicatrizaram por completo. Precisamos voltar a escola da dor, que a teologia da prosperidade tenta destruir com seu supletivo maldito. Sofrer pelos homens que um dia serão capazes de transformar o entendimento do mundo. Ter força, mesmo que ferido, para arrancar a incredulidade dos corações. Deixar Jesus nos mostrar o quanto devemos sofrer pelo Seu nome (At 20. 23). Isso é ministério!
Ney Gomes
*Tudo o que passou é experiência.O agora é relacionamento e o que está por vir é desafio.
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Postado por Blogger no Grãos de Entendimento em 19/2/2012 fonte http://www.portalebd.org.br/

Dízimo - imposição ou privilégio?


Dízimo - imposição ou privilégio?
APRESENTAÇÃO
Este estudo é fruto de uma de minhas manias, a de guardar com certas preciosidades, documentos, revistas jornais e outros. Também é fruto de alguns debates mais recentes a respeito da vida de consagração a Deus. O dízimo, tem sofrido ataques mais recentes e se questiona sua validade. É ele uma imposição ou um privilégio? Pensando nisto, lembrei-me de que em meus arquivos havia algo importante sobre a matéria. Encontrei-o, porém, não consta seu autor original.
Após ler e relê-lo, achei que seria interessante estudá-lo novamente, e após adaptá-lo à forma de lição, aplicá-lo à Escola Dominical.
Que o Espírito Santo nos oriente a fim de entendermos a importância desta doutrina através deste breve estudo.
Rev. David C. Costa

INTRODUÇÃO
Para nosso estudo, além da Bíblia que é a chave fundamenta e do referido estudo em nossa apresentação, tomamos como auxílio as perguntas de um dos nossos Símbolos de Fé, o Breve Catecismo de Westminster.
"Qual é o fim principal do homem?"
R: "O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre" (B.C.1).
"Que regra Deus nos deu para nos dirigir na maneira de o glorificar e gozar?"
R: "A Palavra de Deus, que se acha nas Escrituras do Velho e do Novo Testamentos, é a única regra para nos dirigir na maneira de o glorificar e gozar" (B.C.2).
"O que é pecado?"
R: "Pecado é qualquer falta de conformidade (acordo) com a lei de Deus, ou qualquer transgressão desta lei" (B.C.14).
Como podemos glorificar a Deus?
Através de nossa obediência à sua Palavra. Isto envolve: trabalho, governo, casamento, família, educação, culto, etc.
Para glorificarmos a Deus e desfrutarmos de todas as bênçãos que Ele nos promete, precisamos nos ater ao caráter de continuidade da aliança, ser obedientes a todas as suas ordenanças. Dentre elas, o dízimo que será o assunto deste estudo.
I – O Dízimo no Antigo Testamento
Texto Áureo: Gênesis 28.22
Leitura Devocional: Malaquias 3.7-12
Para tudo Deus tem um plano. Ele teve um plano para a criação, teve um plano para a construção da arca de Noé, teve um plano para o tabernáculo, para a arca da aliança e, depois, para o templo.Enfim, teve um plano para tudo o que realizou. Deus tem um plano financeiro para o sustento da sua obra. Esse, encontramos na sua Palavra. Vamos, pois, examiná-lo cuidadosamente, a fim de nos orientar na parte que nos cabe nesse plano.
Há 36 passagens na Bíblia em que se emprega a palavra "dízimo" e varias outras que indicam a prática de dizimar.
1.1 – O Significado do Dízimo
A palavra "dízimo" significa simplesmente "a décima parte". O dizimo sempre está relacionado com a fé em Deus e com a separação da décima parte dos bens ou possessões para o uso especial, de acordo com a ordem de Deus. Eis algumas passagens que tratam do dízimo no curso da história:
1. Nos Patriarcas. Embora tenhamos indícios da prática desse ato de culto antes deles, não precisamos ir além do patriarca Abrão (Gn 14.18-20; 28.20-22).
2. O Livro de Levítico. Esse livro fornece a base bíblica para o culto e as condições necessárias para se cultuar. Não escrita apenas para os dirigentes (sacerdotes), mas também a todo os israelitas crentes, ensinava-os como deveriam oferecer sacrifícios e como se apresentar à presença de Deus no culto. O texto mostra-nos as condições para a adoração e está explícita a forma de fazê-la através dos dízimos e ofertas (Lv 27.30-32).
3. O Livro de Números. Encontramos no livro de Números dois temas que são características do Deus da aliança. Fala de sua fidelidade e de sua soberania. A fidelidade do Deus da aliança é contrastada claramente com infidelidade humana. O soberano poder de Deus agindo na história, mostra que apesar dos obstáculos, ele sempre conduziu seu povo à vitória. O livro mostra-nos o progresso do povo da aliança na redenção, prenunciando o Senhor Jesus Cristo. Mostra também ao povo como deveriam ser cumpridos seu culto a Deus através de seus dízimos e ofertas (Nm 18.20-32).
4. Em Deuteronômio. Deuteronômiosignifica "Repetição da Lei" ou "Segunda Lei". É uma repetição da história e da lei de Israel. Apresenta as características de um tratado. Foi pronunciado enquanto o povo acampava nas planícies de Moabe, lado oriental do rio Jordão, antes de Josué assumir a liderança na conquista de Canaã. Como parte do segundo pronunciamento de Moisés ao povo estão claros os deveres do povo quanto à forma de sustento da obra de Deus (Dt 12.5-14, 17-19; 14.22-29; 26.12-15).
5. No Reino de Israel. Chegamos ao período dos Reis. No Segundo Livros das Crônicas, durante a reforma promovida pelo rei Ezequias, encontra-se a narrativa de suas ações a fim de regularizar a forma de contribuição, que havia sido esquecida ou negligenciada pelo povo (II Cr 31.2-12).
6. Nós Profetas Menores. Amós, foi escolhido por Deus para profetizar nos dias de Uzias, rei de Judá e Jeroboão, rei de Israel. De maneira sarcástica, Amós combate a falta de compromisso na adoração. A falta de compromisso só serviria para aumentar o pecado do povo. Combate também a motivação egoísta e desinteressada na glorificação a Deus (Am 4.4). Com o objetivo de observar a religião, Israel ultrapassava as exigências da lei.
O profeta Malaquias fez, possivelmente um pronunciamento difícil para o homem que tem como objetivo cumprir a ordem de Deus. Suas palavras soam duramente em nossos tímpanos nos dias atuais. Porém, sua aplicação não pode ser ignorada por ninguém que realmente foi objeto da maravilhosa graça de Deus (Ml 3.8-12).
7. No período pós-exílio. Encontramos Neemias, governador de Judá, que além de sua devoção à reforma dos murros de Jerusalém, devotou-se também à uma reforma religiosa. Juntamente com Esdras renovou o compromisso da comunidade pós-exílica com o Senhor. Travou uma luta ferrenha contra seus patrícios que insistiam em negligenciar suas responsabilidades quanto ao sustento daqueles que exerciam o ministério no templo (Ne 10.35-39; 12.44-47; 13.4-12).
Deus não só criou, como também tem sustentado a sua criação (Sl 24.1). O homem deve dominar sobre a criação (Gn 1.26); contudo, ele não é dono dela. Ele e sempre responsável diante de Deus por ser sua criatura, e deve dar conta daquilo que possui (I Cr 29.14).
No passado o homem dizimava aquilo que possuía, como por exemplo: gado, colheita da produção agrícola e etc; Nos dias atuais o homem dizima aquilo que lhe rende um salário; prestação de serviços, lucros que incidirem sobre uma determinada sociedade. Tal dízimo deve incidir sobre o salário bruto; sob o serviço que presta; sobre o lucro que lhe pertence, e assim sucessivamente.
1.2 – O Dízimo de Abraão(Gn 14.18-20)
1.2.1. Costume. De onde e de quem teria Abraão aprendido a dar o dizimo? Não temos qualquer resposta na Bíblia. Todavia, parece-nos evidente que ele o fizesse instruído por Deus, assim como agiu em relação aos sacrifícios e demais atos de cultos por ele praticados.
A prática do dízimo é muito antiga. Isto ocorria com os babilônios, árabes, gregos e romanos. Grocio, historiador sagrado, diz que o dízimo era reconhecido como uma porção devida a Deus desde as eras mais remotas.
1.2.2 – Características do dízimo de Abraão
Podemos considerar algumas características importantes vistas na prática de dizimar de Abraão.
1. Foi voluntário. Não foi pedido por Melquisedeque, mas oferecido espontaneamente por Abraão. Não foi exigido pela lei, porque Abraão viveu 400 anos antes dela ser dada por Moisés.
2. Reconhecimento. O fato de Abraão reconhecer a propriedade divina sobre os seus bens levou-o a entregar o dizimo (Gn 14.22). Enquanto o crente não se compenetrar e compreender essa verdade, terá dificuldade para ser fiel nas coisas de Deus.
3. Gratidão. Foi um tributo de gratidão pela vitória alcançada contra a força de outros reinos (Gn 14.20).
4. Adoração. Foi entregue ao sacerdote do Deus Altíssimo, aquele que representava o próprio Deus. Quando o dízimo é entregue (prefiro, devolvido) em espírito de culto e adoração a Deus, ganha um profundo significado para a alma do adorador.
5. Bênçãos. Notemos ainda que Abraão foi muito abençoado por Deus, tanto material como espiritualmente. Essa é a experiência através dos séculos, daqueles que têm sido fiéis a Deus no dízimo.
Essas mesmas características podem ser vistas no caso do dízimo dado por Jacó (Gn 28.18-22). Demonstra claramente que Jacó havia recebido instruções cuidadosas por parte de seus pais. Muitos cristãos modernos se escandalizam com essa passagem. Este "negociar com Deus" pode ofender a sensibilidade dos cristãos modernos; mas para um povo marcado pelo pacto, acostumado a acordos com Deus, o voto de Jacó não representava nenhum problema.
1.3 – O Dízimo e a Lei
Algumas correntes religiosas alegam que o dízimo é da lei. Para esses é importante lembrar que, ainda que fazia parte da mesma, contudo, não se tratava de imposto. Desafio-os (eu, não o autor) a provarem biblicamente a teoria do dízimo como imposição da lei. Onde encontramos no AT., qualquer relato do dizimo sendo cobrado por algum coletor de imposto? Quem deixa de pagar os impostos devidos está sujeito a cobranças judiciais, porém, isso não ocorre em lugar algum quanto aos dízimos. Mesmo no período da lei, o dízimo tratava-se de um princípio e valor espiritual, um privilégio para povo da aliança.
A esta altura, convém que examinemos, ainda que brevemente três das principais referencias bíblicas quanto ao dízimo no período da lei:
1.3.1. O dever de dizimar(Lv 27.30-32) Os judeus deviam entregar o dízimo de tudo que a lavoura produzisse. Há pessoas que alegam dificuldade em calcular o seu dízimo. O judeu, no entanto, escrupulosamente separava a décima parte do produto da terra. Quando realmente se deseja dar ou melhor devolver o dízimo, reconhecendo que é ordem divina, não há dificuldade em cumpri-lo. O dízimo é santo ao Senhor, ou seja, é separado para o Senhor. Usar aquilo que é santo sempre foi condenável e o infrator castigado por Deus.
1.3.2. A finalidade do dízimo(Nm 18.20-32) Aqui se esclarece a finalidade e utilidade do dízimo – o sustento do sacerdócio. Primariamente essa é a finalidade do dízimo. A tribo de Levi não recebeu qualquer porção da terra, quando esta foi dividida. Deveriam ser sustentados pelas demais tribos, para que se dedicassem, inteiramente a ministração daquilo que é sagrado.
Outra finalidade importante no fato de dizimar, é a beneficência (Dt 14.22-29). Ele servia para o amparo dos necessitados: estrangeiros, órfão e viúva. Leiamos cuidadosamente a passagem que se encontra no capítulo 26 versículos 12-15.
É importante observarmos à luz da Bíblia que o dízimo deve ser entregue num lugar centralizado, que é a casa do Senhor. ( Dt 12.13-14; Ml 3.10). Dentro do coração do ofertante devia existir: fé, obediência, e obras. A fé de Israel era algo mais que um código moral; o culto, inclui a apresentação das ofertas – era algo inseparável das leis que governavam as atividades dos homens. O ofertante devia temer ao Senhor (Dt 14.23).
1.4 – O Dízimo na História de Israel
1. O termômetro espiritual. Nos tempos em que se mantinham fiéis a Deus, os judeus também entregavam os seus dízimos. Quando, porém, vinham períodos de pecado e desobediência, negligenciavam o ato de adoração retendo os dízimos. Isso também ocorre em nossos dias.
2. Amparo à casa de Deus. Nas grandes reformas do Antigo Testamento, quando o povo se voltava para Deus em arrependimento de pecados, traziam consigo também um retorno à contribuição do dízimo. Na reforma promovida pelo rei Ezequias, por exemplo, isso aconteceu (II Cr. 29 a 30). O mesmo ocorreu na reforma feita por Neemias (Ne 10.35-38; 13.10-13. Os levitas, nesses períodos, como era natural, tiveram que abandonar o ministério sagrado para ganharem seu próprio sustento.
3. Dizimo e bênçãos abundantes. O profeta Malaquias condena diversos pecados e, dentre eles, a negligência do dízimo. Desafia-os a fazerem prova de Deus nessa parte, para experimentarem suas bênçãos abundantes (3.7-12.). Notamos alguns fatos salientes neste texto:
a – O povo, ao invés de reconhecer as suas faltas, procura desculpar-se. "Vos dizeis", é a expressão chave.
b – Um imperativo: "Trazei". É para todos os servos do Senhor trazerem todo o dízimo. Ninguém fica de fora nem mesmo os mais pobres. A ordem é para trazer "os dízimos" à casa do tesouro, que é a casa de Deus. Ninguém tem direito de dispor dos dízimos. Ele é de Deus e deve ser entregue à igreja de Deus.
c – O propósito: "...para que haja mantimento na minha casa". Para que a igreja possa realizar a sua obra como deve, precisa dos dízimos de todos os membros. Só assim poderá sustentar integral e dignamente o ministério, e realizar a obra geral da igreja.
d – Promessas: "...abrir as janelas do céu" (v.10). Deus nunca falhou em suas promessas. Faca uma experiência com Deus em relação ao dízimo, e verá a realidade das suas benditas promessas em sua vida. "... repreenderei o devorador" (v.11). Por amor a seu povo, Deus não permitiria que a praga continuasse a destruir suas lavouras. "... chamarão bem-aventurados" (v.12). Reconhecimento externo por parte de povos vizinhos e também os mais distantes. Israel seria reconhecido por todos os povos da terra como uma nação cujo de Deus é o Senhor absoluto (Sl 33.12).
II – O Dízimo no Novo Testamento
Texto Áureo: Mt 5.17
Leitura Devocional: Lc 19.1-10
Muitas vezes se tem dito que o Antigo Testamento contem mais ensino sobre a mordomia que o Novo Testamento e que , para o mordomo cristão, o Antigo Testamento é um manual mais claro que o Novo. É muito difícil sustentar tal avaliação, especialmente se observamos as parábolas de Jesus e seus ensinos.
Quando lemos com a devida atenção os escritos de Paulo, não percebemos qualquer indicação quanto ao dízimo. Vemos uma omissão curiosa e desconcertante por parte de um homem que conhecia muito bem a lei. Contudo, é possível afirmar que a contribuição do dízimo dentro do NT. é algo íntegro e digno da observação por parte do cristão do presente século. O relativo silêncio sobre o tema, pode ser entendido se considerarmos que o dízimo era algo que Jesus, Paulo e outros autores bíblicos consideravam sua prática um fato habitual e indiscutível. Tratava-se, portanto, de uma prática que não necessitava ser estabelecida (Mt 23.23; Lc 11.42; 18.12; Hb 7.1-10).
Jesus falou sobre o dinheiro 90 vezes. Dos 107 versículos do Sermão do Monte, 22 referem-se a dinheiro, e 24 das 49 parábolas de Jesus mencionam dinheiro.
1. Jesus não se opôs ao dízimo(Mt 5. 17,18; 23.23). Podemos classificar o dízimo como pertencente à lei moral, visto que partimos do princípio de que tudo que temos é de Deus. Ele é dono de todas as coisas. A lei cerimonial ficou circunscrita a Israel; referia-se a costumes, alimentação e etc. Hoje não temos nenhuma obrigação para com essa lei. Ao devolvermos o que não nos pertence, reconhecemos que somos propriedades do Deus Triuno.
O Rev. Boanerges Ribeiro, no Capítulo V de seu livro Terra da Promessa, comentando Lucas 11.42, que é paralelo a Mateus 23.23, diz o seguinte a respeito do ensino de Jesus Cristo a respeito do dízimo:
"Não os censura por darem dízimo, mas por julgarem que o dízimo substitui a base real das relações com Deus. Sem amor de Deus o dízimo não somente é inútil, mas pode tornar-se nocivo, criando na alma o sentimento de suficiência e satisfação enganosa que poderá perdê-la. É indispensável, como ponto de partida de nossas relações com Deus, uma regeneração. Ninguém se iluda: o reino de Deus não se edifica com dinheiro, mas com pessoas. Após o novo nascimento, contudo, não devemos deixar de dar o dízimo. É o que Cristo diz."
2. O dízimo era uma prática generalizada.Dirá alguém: não há nenhum mandamento para dar o dízimo, no NT.. De fato , não há, nem haveria necessidade disso. Tratava-se de uma prática generalizada. Um mandamento sobre o dízimo seria, no dizer do povo: "chover no molhado". O mesmo ocorre em relação à guarda do Domingo.
Na Epístola aos Hebreus 7.1-10, Melquisedeque é figura de Cristo. Quando Abraão deu o dízimo a Melquisedeque, estava entregando ao próprio Cristo. Jesus, pois, recebe dízimos até hoje dos crentes fiéis, através da igreja que Ele instituiu e incumbiu da propagação do evangelho.
Um outro aspecto que devemos observar dentro do NT., é que o dízimo deve ser usado no sustento do ministério sagrado (1 Co 9.). Paulo fala do dever que as igrejas têm de sustentarem condignamente os seus obreiros, missionários e ministros do evangelho. No verso 11 desse capitulo, Paulo usa várias figuras de linguagem para explicar esse tema. No verso 14 o apóstolo conclui: "Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho"*. Trata-se de uma ordem dada pelo próprio Cristo, cuja autoridade precisa ser respeitada.
2.1 – A Realidade do Dízimo em o Novo Testamento
Como nas outras leis do AT., o dízimo recebe na nova dispensação maior amplitude, no princípio da mordomia da vida e da propriedade. Esse princípio não exclui o dízimo, porém, vai além dele, assim como o NT., sem excluir o AT., completa-o e amplia-o.
O Dr. R. P. Shedd, comentando o texto de 2 Co 8.3,4 "Segundo o seu poder... e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente. Pedindo-nos, com muitos rogos, a graça e a comunicação deste serviço...", diz o seguinte a este respeito: "Consagração, como vemos neste trecho, significa dar algo que nos é precioso" (negritos meu). Concorda que não há ênfase quanto ao dízimo no NT, porém enfatiza a responsabilidade de entregarmos tudo a Deus que nos comprou por um preço de infinito valor, citando 1 Co 6.19,20 que diz: "Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus."
Por isso mesmo, o que encontramos no NT., são exemplos de contribuição que vão além do dízimo. Exemplo: Viúva pobre (Mc 12.41-44); Zaqueu (Lc 19.8); crentes de Jerusalém (At 2.44, 45; 4.32-37); crentes da Macedônia (2 Co 8.1-5); crentes de Corinto (1 Co 16.2).
Quem se dispuser a praticar o ensino do NT. tomará o dízimo como simples ponto de partida, procurando crescer na graça da contribuição, a ponto de dizer como R. G. Le Torneau, riquíssimo e liberalíssimo industrial crente: "A questão não é quanto de meu dinheiro devo dar ao Senhor, mas: quanto do dinheiro do Senhor devo guardar para mim?"*.
2.2 – Foi Jesus Dizimista?
O Dr. Dillard, em seu precioso livro "Mordomia Bíblica" , levanta esta interessante e importante pergunta*. Ele responde a tal pergunta afirmativamente, e alinha entre outra, as seguintes razões:
1 – Jesus foi educado num piedoso lar judeu, e os judeus piedosos eram dizimistas.
2 – Jesus declarou que não veio revogar a lei e os profetas (Mt 5.17). O dízimo é ensinado pela lei e pelos profetas.
3 – Jesus sempre elevou o nível moral. Leia, de novo, o que disse Ele no Sermão do Monte sobre o adultério, o juramento, e etc, e indague se ele ficaria satisfeito, em matéria de contribuição , com um padrão inferior ao dízimo.
4 – Os inimigos de Jesus tentaram convencê-lo de que estava violando a lei por exemplo, no caso da observância do Sábado. Não será estranho que eles nunca o tivessem acusado de violar a lei do dízimo, se ele não o praticasse?
CONCLUSÃO
Não há uma distinção essencial entre o dízimo do Antigo e do Novo Testamento. No primeiro, era parte da aliança, para o povo que a ela pertencia e envolvia compromisso, era princípio e valor espiritual, um privilégio concedido ao povo da aliança, jamais uma imposição. No Novo Testamento, não é diferente. Cada participante da Igreja de Cristo tem um compromisso assumido através dos votos Sagrados feitos diante de Deus perante a sua igreja. No AT., o dízimo era regido pela lei, observando o princípio de culto, e reconhecimento da soberania de Deus, no NT., é impulsionado pelo amor, pela devoção e desejo sincero da prática de culto e obediência aos princípios da aliança.
O dízimo, tanto no Antigo como no Novo Testamento é uma doutrina clara e explícita. Não se trata de uma imposição da lei e sim um privilégio para o crente. Não se pode admitir a idéia de que está implícito no aparente silêncio do Novo Testamento a revogação desta santa doutrina. Não é inteligente trocarmos o explícito pelo implícito, trocar o certo pelo duvidoso.
Portanto, quando se considera o caráter contínuo da aliança, não é possível que uma pessoa verdadeiramente regenerada, convertida, justificada e adotada como família da aliança, não se sinta movida à uma verdadeira adoração ao autor, provedor e sustentador da aliança: "Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!" (Rm 11.36).
Fonte: http://www.ipcb.org.br e www.portalebd.org.br

1º Trim. 2012 - JARDIM DE INFÂNCIA - Lição 9: Jesus e a Mulher Samaritana


1º Trim. 2012 - JARDIM DE INFÂNCIA - Lição 9: Jesus e a Mulher Samaritana
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFÂNCIA – CPAD
1° trimestre de 2012.
Tema: A vida de Jesus
Comentarista: Verônica de Oliveira Araújo e Marta Doreto.
LIÇÃO 9 - JESUS E A MULHER SAMARITANA.
Texto Bíblico: João 4.1-42
Objetivo
Após a aula a criança deve saber que Deus ama a todos, Ele não se importa e não faz distinção de cor, raça ou classe social.
Aprendendo a Bíblia:
“... A água que eu lhe der se tornará nela uma fonte de água.” - João 4.14.
Palavra do dia...
SEDE.
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Imagem: www.sededeamor.blogspot.com
Explorando a Bíblia
Certa vez Jesus e seus discípulos seguiram viagem como era de costume Ele saía de cidade em cidade para abençoar as pessoas que necessitava, sem olhar para cor da pele, ou se era rica ou pobre.
No caminho teve que passar por Samaria, e lá pelo meio-dia, quando se aproximava da aldeia de Sicar, veio ao poço de Jacó, situado na propriedade que Jacó havia dado ao seu filho José. Jesus estava cansado da longa caminhada no sol quente e sentou-se exausto ao lado do poço.
Logo uma mulher samaritana veio tirar água, e Jesus pediu um pouco, Ele estava sozinho naquela hora, enquanto seus seguidores tinham ido á aldeia comprar comida.
A mulher ficou surpresa que um judeu pedisse qualquer coisa a uma desprezada samaritana – geralmente eles nem falam com elas, e comentou isso com Jesus.
Ele respondeu: Se ao menos soubesse que presente maravilhoso Deus tem para você, e quem sou Eu, você me pediria um pouco da água viva!
Mas o Senhor não tem nem corda e nem balde, disse ela e este é um poço muito fundo! De onde tiraria essa água viva?
Além do mais, o Senhor é mais importante do que o nosso antepassado Jacó? Como pode oferecer uma água melhor do que esta que ele, seus filhos, e seu gado, beberam á vontade?
Depois que Jesus explicou tudo a ela, então ela se interessou e disse a Ele: Por favor, dê um pouco dessa água para mim! Assim eu nunca mais terei sede, nem terei de fazer esta longa caminhada até aqui todos os dias.
Depois de muita conversa, Jesus disse a ela tudo sobre sua vida e ela então disse, percebo que o senhor é profeta.
Então Jesus lhe disse: Eu sou o Messias!
Bem neste momento chegaram os seguidores, ficaram todos surpresos de encontrar Jesus falando com uma mulher, mas nenhum deles perguntou nada. Nisso a mulher deixou seu cântaro ao lado do poço, voltou à aldeia e disse a todo mundo: Venham conhecer um homem que me disse tudo quanto eu já fiz na vida! Será que este não pode der o Messias? Então o povo veio da aldeia correndo para ver Jesus.
E muitos dos samaritanos daquela aldeia creram que Ele era o Messias por causa da declaração daquela mulher, quando eles saíram para ver Jesus junto ao poço rogaram-lhe que ficasse na aldeia: Ele ficou dois dias na aldeia. Tempo suficiente para muitos outros crerem nele depois de ouvi-lo. Então diziam á mulher: Agora nós cremos porque ouvimos Jesus por nós mesmos, e não somente por causa do que você nos contou.
Ele é na verdade o Salvador do mundo.       
Oficina criativa
Amplie o desenho abaixo para os pequenos colorir
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Imagem: www.sementinhakids.wordpress.com
Fontes Consultadas:                                     
·         Bíblia na Linguagem De Hoje
·         Bíblia da Galerinha
·         Bíblia de Estudo Pentecostal.
·         53 histórias de Jesus
Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª Cristina Araújo
fonte www.portalebd.org.br

1º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 9: O Filho de Deus é o Salvador


1º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 9: O Filho de Deus é o Salvador
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS - CPAD
1° Trimestre de 2012.
Tema: Conhecendo a vontade de Deus
Comentarista: Laudicéa Barboza da Silva e Débora Ferreira Da Costa.
LIÇÃO 9 - O FILHO DE DEUS É O SALVADOR
Texto Bíblico: Mateus 3.13-17; 4.1-11.
Objetivo:
Ministre sua aula de forma que os alunos entendam que Jesus viveu aqui na terra como homem por isso Ele nos compreende e nos perdoa.
Frase do dia
Jesus compreende minhas fraquezas.          
Memória em ação:
Temos um grande sacerdote que foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou. Hebreus 4.15.
Explorando a Bíblia
Quando Jesus viveu aqui na terra Ele foi uma pessoa como nós, mas só que o Jesus sempre teve uma vida santa.
Desde pequeno fazia tudo para obedecer a seus pais e ao Senhor, todos queriam saber quem era aquele jovem tão diferente e que não faz nada de errado, Jesus cresceu e sua vida servia de exemplo para muitas pessoas.
Certo dia Jesus foi da sua casa na Galiléia ao rio Jordão, para lá ser batizado por João. João não queria fazer isso.
Isso não está bem, dizia ele. Eu é que preciso ser batizado pelo Senhor, mas Jesus disse: Batiza-me, por favor, porque eu devo fazer tudo o que é certo, então João o batizou.
Depois do seu batismo, logo que Jesus saiu da água, os céus se abriram e Ele viu o Espírito de Deus descendo em forma de pomba. Uma voz do céu disse: Este é o meu filho amado, em quem tenho toda alegria.
Então Jesus foi depois conduzido pelo Espírito santo ao deserto, para lá ser tentado por satanás. Durante quarenta dias e quarenta noites, Ele não comeu nada e ficou com muita fome. Então satanás tentou Jesus sugerindo:
__ Se você conseguir transformar estas pedras em pães, provará que é o filho de Deus, disse ele.
Mas Jesus respondeu: As escrituras nos dizem que o pão não saciará a alma dos homens; o que nós precisamos é obedecer a todas as palavras de Deus.
Então satanás o levou a Jerusalém, para o telhado do templo.
__ Salte daí, disse ele e prove que é o filho de Deus; porque as escrituras declaram: Deus enviará seus anjos para impedirem que se machuque... Eles impedirão Você de despedaçar-se nas pedras lá embaixo.
Jesus explicou: Porém as Escrituras também dizem que não se deve impor ao Senhor Deus uma prova absurda!
A seguir, satanás levou Jesus ao alto de duma montanha muito alta e mostrou-lhe as nações do mundo e toda a glória delas. Eu lhe darei tudo isso, disse ele se Você apenas ajoelhar-se e me adorar.
__ Saia daqui satanás, disse-lhe Jesus. As escrituras ordenam: Adore somente ao Senhor. Obedeça somente a ele.
Então satanás foi embora, e os anjos vieram e cuidaram de Jesus.
Viram só crianças não importa o quanto o diabo tem nos tentado a fazer coisas erradas devemos ser fortes como Jesus foi e recusar tudo aquilo que ele vier a nos oferecer e fazendo assim estaremos sendo como Jesus e seremos muito felizes.       
Oficina criativa         
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Imagem: www.tiapaulalimeira.blogspot.com                                              
Fontes Consultadas:
·         Bíblia na Linguagem De Hoje
·         Bíblia da Galerinha
·         Bíblia de Estudo Pentecostal.
·         Bíblia Viva
·         História da Bíblia para a Família.
Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª Cristina Araújo

1º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 9: Jesus Ensina Sobre o Amor ao Próximo


1º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 9: Jesus Ensina Sobre o Amor ao Próximo
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
1º Trimestre de 2012
Tema: Os ensinos de Jesus
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa & Luciana Alves de Sousa
LIÇÃO 9 – JESUS ENSINA SOBRE O AMOR AO PROXIMO
Ao Mestre
Prezado (a) “O ensino é um processo contínuo, que a tarefa educacional do professor não acaba ao final da aula de cada domingo.” Gostaria de adicionar a esta frase, uma parte da Pedagogia que aponta a diferença entre professor e educador, que apesar de serem estas palavras sinônimas, há uma visível diferença:
•    Professor é aquele que limita a ensinar oralmente, numa sala, a matéria em que está incumbido.
•    Educador é aquele que pela palavra ou pela ação – e em todas as emergências e circunstâncias da vida – ministra conhecimentos, proporciona modelos, e exerce sugestões eficazes sobre um individuo ou até mesmo sobre um grupo.
Assim um verdadeiro professor deve aliar-se à sua função à qualidade de educador  È, portanto imprescindível para eles um modelo, alguém em que eles confiem e que possam espelhar-se. Se o professor de EBD, limitar-se tão somente à sala de aula, como irá alcançá-los? Irmão, irmã seja um educador.
Lembre-se que um dos objetivos da EBD é desenvolver a espiritualidade dos alunos e o caráter cristão, é, pois necessário cuidar da formação dos hábitos cristãos, os quais resultarão num caráter ideal moldado pela Palavra de Deus, lembre-se que, “são os hábitos que forma o caráter” – assim afirma a psicologia.
Assim, caro professor(a) de EBD, em Nome do Senhor Jesus, empenhe-se neste ministério tão glorioso que lhe foi confiado, seja um educador, não limite-se apenas ao seu horário de aula, invista em seus alunos, ore por eles no sentido de que todos verdadeiramente se entreguem ao Senhor Jesus e O sigam como seu Senhor e Mestre.
Observe seus alunos, se julgar necessário, adote outros métodos e técnicas de ensino, não permita que sua aula caia na monotonia, lembre-se que uma das regras das Leis do Ensino é estimular o interesse do aluno pela lição a ser dada.
Prezado (a) que o Senhor Jesus abençoe grandemente seu ministério
Texto Bíblico:  Lc 10.25-37
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a:
             Compreender  a importância de amar o próximo e valorizar a comunhão entre os irmãos.
Introdução
“Quem é o meu próximo?” O ser humano sempre usa de subterfúgios a respeito de dar uma definição, como o doutor da lei o fez – mas o Senhor Jesus ensina nesta parábola
que amor não é assunto de discussão teórica, e sim de demonstração prática.
O que é amor?
Será que o meu amigo dicionário sabe?
Segundo o Dicionário Aurélio 2002, Amor do lat. amore:
1. Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem...
2. Sentimento de dedicação ser a outro ser...
3. Sentimento de afeto, ditado por laços de família...
4. Sentimento terreno ou ardente de uma pessoa por outra...
5. Adoração, veneração, culto: amor a Deus.
6. Afeição, amizade, carinho, simpatia, ternura.
7. Muito cuidado, zelo.
Segundo o Dicionário Vine:
1. O termo grego ágape e agapaõ são usados no Novo Testamento para:
a) Descrever a atitude de Deus para com seu Filho ( Jô 17.26); para com o gênero humano, em geral ( Jo 3.16; Rm 5.8); e para com aquele que crê no Senhor Jesus Cristo em particular ( Jo 14.21)
b) Transmitir Sua vontade aos seus filhos concernente à atitude deles uns para com os outros ( Jo 13.34), e para com todos os homens ( 1 Ts 3.12; 1 Co 16.14; 2 Pe 1.7).
c) Expressar a natureza essencial de Deus ( 1 Jo 4.8).
•    O amor só pode ser conhecido pelas ações que persuade, que estimula;
•    O amor de Deus é visto no presente de Seu Filho ( 1 Jo 4.9,10);
•    O amor teve sua perfeita expressão entre os homens, no Nosso Senhor Jesus Cristo ( 2 Co 5.14; Ef 2.4; 3.19; 5.2).
•    O amor cristão é o fruto do Espírito no crente ( Gl 5.22).
O amor a Deus
Acerca de Deus, o termo agapaõ, conforme é usado, expressa “Amor e interesse profundo e constante de um Ser Perfeito para conosco, que imersos no pecado, indignos – e mesmo assim Ele nos ama- e produz em nós o Seu amor, e alimentando-nos com um amor reverente para com o Senhor que nos amou, e um amor prático para com os outros, e um desejo de ajudar os outros a buscar o Doador desse amor”.
A quem devemos amar?
Devemos demonstrar que amamos, através de ações:
a) Amando a Jesus Cristo ( Jo 14.23) – Guardar a Palavra é obedecer, como podemos dizer que amamos ao Senhor se não obedecemos a Sua Palavra?
b) Amando a Palavra de Deus ( Sl 119.97) – A Palavra de Deus nos torna mais sábios, a verdadeira sabedoria vai além do acúmulo de conhecimento, implica saber aplicar o conhecimento de modo que nossa vida mude para melhor. Se você ama a Palavra de Deus, você vive de acordo com o que ela ensina.
c) Amando a Vinda de Cristo ( 2 Tm 4.8) – Quando amamos uma pessoa, nos dedicamos a ela, e quando ela se ausenta, esperamos com ansiedade a sua volta. Se verdadeiramente amamos ao Senhor Jesus Cristo, com certeza amaremos a sua Vinda.
d) Amando aos irmãos ( 1 Jo 3.18) – Amar aos irmãos envolve, muitas vezes, colocar os interesses do outro em lugar do nosso, o verdadeiro amor consiste em ação e não somente em palavras.
e) Amando aos inimigos ( Mt 5.44) – Neste texto, o Senhor Jesus nos ensina o verdadeiro sentido de abnegar-se – o sentido aqui é que, mesmo sofrendo perseguição ou injustiça, ao invés de exigir nossos direitos – devemos livremente, voluntariamente – abrir mão deles, pois para Deus é mais importante praticar a justiça e a misericórdia do que recebê-las.
Quem é o próximo?
Enquanto o doutor da lei indagava (e permita-me estender essa indagação também ao sacerdote e ao levita da parábola), “Quem é o meu próximo?” – o samaritano que era desprezado como homem de raça mestiça, que era considerado profano, foi elogiado pelo Senhor Jesus por não teorizar – mas sim agir.
Encontrando o próximo:
Na parábola em questão, o próximo não é um amigo, um parente – e sim, um samaritano desprezado.Aqui o Senhor Jesus nos ensina, que o samaritano não se importou se aquela pessoa que ali estava, em circunstâncias normais, nem sequer, o saudaria, o samaritano simplesmente quando o viu teve compaixão, mostrou altruísmo, ou seja, amor sem interesse.
Não passe de largo:
O Senhor Jesus devolveu a questão do doutor da lei, mas mudou a ênfase: “Quem te parece, que foi o próximo daquele?” – o amor não considera o valor da pessoa, mas simplesmente responde a necessidade humana. Realmente o amor é o principio ético, a força motivadora e a metodologia correta de todo cristão. Sem amor não há benefícios ao próximo, e surgem os desentendimento, as pessoas se magoam e há divisões.
Amemos, pois, e viveremos bem melhor ( 1 Jo 3.14).
Jesus dá o exemplo ( Lc 19.10; Jo 13.14):
O Senhor Jesus nos amou de tal forma que, sendo Deus, humilhou-se a Si mesmo, assumindo a forma humana, e sacrificou-se dando a Sua vida para nos resgartar de volta a Deus. Ele não passou de largo, antes veio ao nosso auxilio.
Amados, não nos é muito mais fácil amar e ajudar os que nos cercam, visto que não morreremos como o Senhor Jesus o fez?
Que tal imitar o Mestre? ( 1 Jo 2.6)
Vamos imitar o Mestre?
Então comece a exercer com alegria a sublime missão de amar ao próximo, seja ele quem for.
Você sabe qual é o maior mandamento? ( Mt 32.37-39)
“Amarás ao Senhor teu Deus de todo o vosso coração... amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.
Nosso amor a Deus deve ser sincero, e o amor do crente para com o seu próximo deve ser controlado e dirigido pelo seu amor e devoção a Deus, como podemos dizer que amamos a Deus se não amamos o nosso irmão? ( 1 Jo 4.20).
Amar o próximo não é fácil
Lembre-se que na parábola, se o homem ferido estivesse bem, nem teria cumprimentado o samaritano. A resposta do Senhor Jesus ao doutor foi “Vai e faze da mesma maneira”.
A parábola do samaritano nos ensina que:
1.    Religiosidade não significa automaticamente – bondade;
2.    Quanto ao nosso próximo, pode ser alguém fora do nosso grupo de convívio, de amizades, de familiares, ou de nossa religião;
3.    Que o amor real requer abnegação como Cristo mostrou.
Siga o conselho do Mestre: “Vai e faze da mesma maneira”.
Aplicação da Lição
Caro professor (a) EBD, certifique-se de que você alcançou os objetivos da lição.
E convide-os, a neste mundo de egoísmo, desigualdades, desamor, mentiras, falsidades e tantas outras coisas, desafie-os a FAZER DIFERENÇA!!
Amemos... amemos nosso próximo.
Ore ao Senhor com eles, e diga que se ele se propuseram a fazer o Senhor os ajudará,
Diga que comecem a praticar hoje, e então eles verão quão felizes e vitoriosos serão.
Que o Senhor vos abençoe!
Fontes Consultadas:
•    Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
•    Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
•    Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
•    Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
•    Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
Colaboração para o Portal Escola Dominical: Profª. Jaciara da Silva.

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes