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03 maio 2011

TV Gideões: Pavilhão - Congresso Gideões 2011 Ao Vivo (Qualidade Alta)


Biografia de Osama bin Ladem .

Biografia de Osama bin Ladem

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Antes de fazer a leitura deste post, gostaria que soubesse meu propósito com ele. Ao traduzir a biografia de bin Laden eu queria saber como foi que um rapaz tímido, de família numerosa, e abastatada teve uma mudança de mente tão brutal. Ao longo da tradução percebi que ele escolheu pessoas erradas para cuidar da sua vida espiritual. Primeiro se encantou com um professor de sua faculdade, um teólogo palestino do Islã. Depois, se apegou às ideias de um médico egípcio (hoje o número 1 da al-Qaeda). Estes mentores eram da ala radical de Islã conhecida como Irmandade Muçulmana. Em uma primeira pesquisa, ainda por comprovar, ouvi que as comunidades radicaismuçulmanas criam cerca de 900 sites de doutrinamento (e recrutamento) por ano.



Telegraph.com.uk

Tradução de João Cruzué
Osama bin Ladem, 54 anos, morto hoje, dia 02 de maio 2011, no Paquistão por um grupo de elite da marinha americana, era o terrorista internacional mais procurado e o arquiteto presumido do evento chocante de 11 de setembro de 2001, quando dois jatos foram arremetidos contra as torres gêmeas do World Trade Center em Nova York matando cerca de 3.000 inocentes.

Bin Laden tornou-se depois disso no ícone antiocidental da militância islâmica radical. Mas nem sempre ele foi visto como um inimigo do Ocidente. Durante a guerra do Afeganistão contra a União Soviética, ele e seus aliados, os Mujaidines, foram reconhecidos como defensores da liberdade contra a opressão comunista.

Sua organização, al-Qaeda, [a Base] era formada de militantes islâmicos independentes e grupos jihadistas que naqueles dias de conflito formaram uma coalizão que inicialmente tinha como objetivo fomentar uma guerra santa contra os maometanos dentro dos países muçulmanos considerados "descrentes".

Até Bin Laden aparecer em cena, as redes terroristas eram operadas, geralmente, por "países fora da lei" como o Iraque, Líbia ou eram agentes desses estados.

A organização de Bin Laden foi a mais mortífera, pois seguiu a sua própria agenda fanática enquanto compartilhava sua capacidade de operar equipamentos mortais aos países patrocinadores

O objetivo inicial de Bin Laden era transformar todas as terras muçulmanas e os lugares sagrados em um "califado" sob a estrita lei islâmica, e na década de 1990, extremistas treinados nos campos da Al-Qaeda tornaram-se um facor de desestabilização no Oriente Médio.
Na Argélia, liderou o Grupo Islâmico Armado na terrível guerra civil que eclodiu em 1992. No Egito, liderou a luta para derrubar o governo de Hosni Mubarak apoiado pelos EUA, e estiveram por trás do massacre de turistas em Luxor em 1997. 

Eles lutaram na Bósnia, Chechênia, Tadjiquistão, Caxemira e até nas Filipinas.

O caminho para a 9 de setembro começou em 1990 quando uma força de 800 mil soldados liderada pelos Estados Unidos, chegou à Arábia Saudita após a invasão do Kuwait pelo ditador iraquiano Saddam Hussein. Para Bin Laden, a presença da América representava uma violação dos mais sagrados santuários do Islã e da prova da corrupção irremediável do regente da dinastia Al Saud. 

Como consequência, ele prometeu "libertar os Lugares Santos", em uma jihad (guerra santa) contra a superpotência norte-americana e seus acólitos na região. 

Na corrida até 11/09, os terroristas da Al-Qaeda foram responsabilizados por uma série de ataques contra alvos norte-americanos, incluindo o assassinato, em 1996, de 19 soldados americanos em Riyadh, Arábia Saudita, os ataques, em 1998, das embaixadas americanas no Quênia e Tanzânia, que mataram mais de 250 pessoas e feriram mais de 5.500, e em 2000 o torpedeamento do destróier da Marinha US Cole durante uma breve parada para reabastecimento no Aden, que matou 17 militares dos EUA. 

Não havia nada de inevitável em 11/09. Ataques anteriores da Al-Qaeda haviam deixado um rastro de pistas que poderiam ter sido seguidas - mas não foram

A história de Osama bin Laden é também uma história da burocracia idiota dos serviços de inteligência americanos, um erro tático de cálculo e o mais retumbante fracasso político da administração americana.

Osama bin Mohammed bin Laden nasceu em Riyadh, Arábia Saudita, em 10 de março de 1957. Seu pai, Mohammed bin Awad bin Laden, começou como um trabalhador analfabeto das docas no Iêmen antes de comprar uma passagem em uma caravana de camelos para o recém-criado Reino da Arábia Saudita. 

Lá ele trabalhou como porteiro, poupou dinheiro, e em 1931 fundou sua própria empresa de construção civil. Durante a década de 1950 ele subcontratou outros empreiteiros para trabalhar nos palácios do rei Abdel-Aziz al Saud. 

Tornou-se íntimo do rei, que lhe concedeu um contrato de exclusividade para transformar Meca e Medina, e (pelo menos em teoria) o Domo da Rocha em Jerusalém. Ele também tornou-se próximo ao príncipe Faisal, que iria substituir Abdel-Aziz no trono em 1964. 

Como resultado, Mohammed e sua família se tornou muito rica mesmo para os padrões da Arábia Saudita, e a construtora da família abriu negócios e subsidiárias em todo o Oriente Médio, muitas vezes forjados por laços de casamento. 

Mohammed teve um total de 22 mulheres. Quatro de cada vez, por causa da lei do divórcio. Osama (que significa "leão" em árabe) foi o 17º dos 52 ou 53 filhos de Mohammed. Sua mãe, nascida na Síria, chamava-se Alia Ghanem, era a 10ª esposa de Mohammed e a menos favorecida de suas quatro esposas na época (uma reivindicação reforçada na época pelo fato de que Osama era seu filho único). 

Dizem que Osama se ressentia de viver à sombra de seus meio-irmãos e de ser chamado por alguns de seus parentes como " o filho da escrava". 

Quando ele tinha quatro ou cinco anos seu pai se divorciou de sua mãe e a deu a um dos executivos de sua companhia, Mohammad al-Attas, com quem ela teve vários outros filhos. 

Logo depois, Mohammed Bin Laden morreu em um acidente de avião a poucos dias de se casar com a 23ª esposa. Seus bens passaram para seus filhos sob a forma de ações da empresa da família. 
As estimativas da parte que coube a Osama foi de 35 milhões de dólares (o valor indicado por fontes próximas à família) para US$250 milhões, conforme afirmaram as autoridades norte-americanas em 1991. Enquanto a maioria dos irmãos de Osama foram enviados ao Líbano para serem educados, Osama permaneceu em Jeddah e se matriculou na al-Thager, a melhor escola da cidade.

Ele era tímido, imaturo e pouco brilhante, mas com a idade de 14 parece ter experimentado algum tipo de despertamento religioso, possivelmente influenciado por um professor de ginástica sírio carismático que pertencia à Irmandade Muçulmana.

Como resultado, ele parou de assistir os filmes ocidentais que tanto gostava e se recusou a vestir de maneira ocidental fora da escola. Seus pontos de vista religiosos foram endurecidos na Universidade King Abdel Aziz University, em Jeddah, onde estudou Economia e Administração Pública no final dos 70s.

Lá ele foi inspirado pelos escritos de Sayyid Qutb, uma das maiores figuras da Irmandade Muçulmana e do Islã radical. Qutb, que foi executado pelas autoridades egípcias, em 1966, alegou que as sociedades modernas, incluindo a maioria de origem islâmica, estão em "jahiliyyah", o estado de ignorância que existia na Arábia pré-islâmica perante as perfeitas revelações do Corão. 

Verdadeiros muçulmanos, Qutb disse, devem se libertar do "garras da sociedade pré-Islâmica" pela jihad. Bin Laden saiu cedo da universidade para trabalhar na empresa da família, mas em 1979 descobriu a causa que iria mudar sua vida, quando os soviéticos lançaram uma invasão do Afeganistão. 

"Eu fiquei furioso e fui para lá de vez", afirmou, embora alguns relatos sugerem que ele não esteve lá até 1984. A figura-chave de sua participação foi Abdullah Azzam, um teólogo carismático palestino que ensinava na Universidade King Abdel Aziz. 

Imediatamente após a invasão soviética, Azzam emitiu uma fatwa (édito religioso), declarando que ambas as lutas afegãs e palestinas eram jihads em que era dever de todo muçulmano aderir. Logo depois ele se mudou para Peshawar, no Paquistão, onde Bin Laden se juntou a ele. 

Em 1984, eles estabeleceram o Maktab al-Khadamat (Escritório de Serviços) para organizar pousadas em Peshawar e campos de treinamento paramilitares no Afeganistão para recrutamento internacional para a frente de batalha na guerra afegã. 

O grupo de Bin Laden se tornou um canal para os radicais que queriam lutar no Afeganistão, e Osama Bin Laden surgiu como um talentoso levantador de fundos, persuadindo os indivíduos ricos, incluindo os membros da família real saudita, a contribuir para a causa. 

Ele trouxe o equipamento da empresa de sua família para construir túneis, campos e refúgios nas montanhas. Em 1986, ele estabeleceu seu próprio campo de treinamento para os árabes do Golfo Pérsico chamado al-Masadah, ou cova dos leões. 

Na verdade nunca houve mais do que de 2.000 árabes lutando ao mesmo tempo - comparado com cerca de 250.000 combatentes afegãos e os 125.000 soldados soviéticos. Eles eram um ragbag, variando de radicais descontentes e fanáticos suicidas para adolescentes ricos à procura de aventura. Os jornalistas que cobriam o conflito os viam como um curioso espetáculo à parte, separado dos outros combatentes no conflito por sua obsessão ao martírio e sua indisciplina

Muitos combatentes afegãos os consideravam com desprezo mal-disfarçado. Após uma série de humilhações (durante uma briga em 1986, os afegãos pediram a Bi Laden para retirar suas forças, porque eram mais um obstáculo do que uma ajuda), nos últimos dias da guerra, em 1987, Bin Laden ajudou a liderar os árabes afegãos na defesa Lion Den contra o ataque por tropas soviéticas. 

Do ponto de vista soviético a batalha foi um pequeno episódio em sua retirada do Afeganistão, mas para Bin Laden e seus seguidores era a prova divina de que eles haviam esmagado os poderosos soviéticos. 

A essa altura, a política de Bin Laden havia se mudado para uma direção mais radical. Por volta de 1986 ele conheceu Ayman al-Zawahiri, um cirurgião oftalmologista de uma família de notáveis ​​egípcia e, como membro da Jihad Islâmica Egípcia, um oponente de longa data do regime secular de Hosni Mubarak.
Zawahiri tinha se mudado para Peshawar, depois de passar vários anos em uma prisão do Cairo, de onde ele surgiu amargurado, determinado e sem dinheiro. Bin Laden era exatamente o que estava procurando. O principal obstáculo às ambições de Zawahiri foi Azzam, o mentor espiritual de bin Laden. Ao contrário dos outros voluntários árabes, Zawahiri não se aproximou de Azzam, quando ele chegou ao Afeganistão.

Desde o início, concentrou seus esforços para ficar perto de Bin Laden. Ele logo conseguiu colocar membros de confiança da Jihad Islâmica em posições chave na comitiva de Bin Laden, enquanto ia se tornando cada dia mais indispensável


Bin Laden sofria de pressão arterial baixa, Zawahiri forneceu-lhe os cuidados médicos pessoais. A ruptura definitiva de Bin Laden com Azzam aconteceu quando entraram em uma disputa sobre o âmbito da jihad. Sob influência de Zawahiri bin Laden previa uma legião pan-árabe, que acabaria por jihad na Arábia Saudita e Egito. Azzam tinah forte oposição em fazer a guerra contra outros muçulmanos, o que limita as suas ambições para expulsar os soviéticos do Afeganistão. 

Em 24 de novembro de 1989, Azzam e dois de seus filhos foram mortos em um carro-bomba quando se dirigiam a uma mesquita em Peshawar. Há suspeitas de que Bin Laden ou Zawahiri ordenou o atentado, embora nunca houve nenhuma prova definitiva. 
fonte OLHAR CRISTÃO

Templo de igreja no Egito é reconstruído a tempo da Páscoa


EGITO (19º) - Menos de 40 dias após uma multidão de moradores muçulmanos destruírem o templo da igreja, a congregação celebrou a Páscoa no domingo (24 de abril) no prédio construído no mesmo local.

A reconstrução do prédio da igreja foi feita pelos militares egípcios deu um motivo para que os cristãos celebrassem, mas isso ocorreu durante um novo surto de violência sectária no país.

O reverendo Balamoun Youakeem, o líder principal das igrejas do Two Martyrs St. George e St. Mina no vilarejo de Sool, localizado em Helwan, a 35 quilômetros ao sul do Cairo, diz que o tempo em que o edifício foi construído foi incrível.

Youakeem disse que o prédio foi reconstruído mesmo em meio a protestos dos líderes militares e de tradicionais moradores da região. Os moradores, do lado de fora do templo, gritavam: “nós não queremos a igreja”.

A igreja foi atacada na noite de 4 de março, depois de um líder muçulmano dizer que os moradores deveriam “matar todos os cristãos”, em razão do rumor de um caso entre um homem muçulmano com uma mulher cristã, ambos casados com outras pessoas. Os manifestantes atearam fogo na igreja e demoliram grande parte do templo que foi construído com muito esforço.

Os moradores também causaram grande tumulto em propriedades de cristãos e algumas mulheres cristãs foram abusadas sexualmente, de acordo com moradores da área. Muitos cristãos fugiram com medo de novos ataques.

“Quando a igreja foi demolida, a esperança de reconstruí-la era muita pequena,” diz ele. “Este é o nosso milagre.”

Tradução: Lucas Gregório


Fonte: Compass Direct

Começa a 38ª Conferência da Sepal


Evento reunirá mais de 2mil pastores da América Latina durante a semana na cidade de Águas de Lindoia

Começa a 38ª Conferência da Sepal
Começou ontem, 2, a 38º Conferência da Sepal, tida como a conferência teológica mais importante e séria do Brasil que reunirá até o dia 6 de maio mais de 2 mil pastores de América Latina, Estados Unidos e Europa para discutir sobre assuntos essenciais da vida e do ministério de líderes eclesiásticos.

O evento acontece em Águas de Lindoia (SP) devido ao calibre dos palestrantes está sendo considerada a edição mais importante dos últimos 20 anos. Entre eles estarão Richard Foster (autor de livros como “A Celebração da Disciplina” e presidente do movimento Renovare), Dr. Russell Shedd, Hernandes Dias Lopes, Ronaldo Lidório, Abe Huber e o Walter McAlister, Bispo Primaz da Igreja Cristã Nova Vida).

Bispo Walter McAlister foi convidado pela organização devido à repercussão que seu livro “O Fim de Uma Era” tem tido entre as mais sérias lideranças evangélicas do Brasil, o que já lhe rendeu convites para integrar a seleta comitiva brasileira que participou da Conferência de Lausanne, na África do Sul, e para integrar a diretoria da recém-criada Aliança Cristã Evangélica Brasileira (ACEB).

Algumas palestras serão transmitidas via internet pelo site do evento, mediante o pagamento de uma taxa e após a Conferência os DVDs de todas as ministrações estarão disponíveis para compra também no site da Sepal.

Fonte: Creio

Missionários pedem oração pela Paz após morte de Bin Laden


´ Ao invés de comemorar, os cristãos deveriam agradecer pela oportunidade de compartilhar o Evangelho`

Missionários pedem oração pela Paz após morte de Bin Laden
Grupos Missionários estão pedindo aos cristãos dos EUA para orar pela Paz e segurança, e pela oportunidade de divulgar o Evangelho enquanto a notícia da morte de Osama Bin Laden se espalha pelo mundo.

O Conselho de Missão Internacional da Convenção Batista do Sul diz que tem mais de 5 mil membros do pessoal que presta serviço internacional, muitos dos quais têm vindo a reivindicar a sede da Virgínia hoje com uma mensagem para os americanos.

"Ao invés de comemorar, os cristãos deveriam cair de joelhos e orar por uma oportunidade para compartilhar o Evangelho," disse Wendy Norvelle, vice-presidente associado e porta-voz da Convenção.

Norvelle observou que, quando existe morte, as pessoas recorrem à fé para o conforto. No episódio da morte de Bin Laden, muitas pessoas querem se sentir mais seguros. "Quando há uma necessidade de segurança e de paz, há também uma oportunidade para espalhar a mensagem de paz para superar o entendimento humano," disse ele.

O diretor da CIA, Leon Panetta emitiu um alerta de terror na segunda-feira, pedindo aos americanos e aliados dos EUA para se manter vigilante. 

Dr. Richard Land da Comissão de ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, louvou a Deus pelas ações militares dos EUA. "Se alguém merecia a cassação de sua vida por crimes contra a humanidade, esse foi Osama Bin Laden".

As notícias também estimularam uma série de demonstrações emocionais e ações de cidadãos americanos. Multidões empolgadas de americanos alegres se reuniram na noite de domingo em Washington, DC, e Nova York, os locais dos ataques do 11/9, para comemorar a notícia.

No entanto, alguns líderes da Igreja expressaram uma resposta mais cautelosa. Brian McLaren, líder da Igreja emergente que está atualmente no Reino Unido, disse que as imagens dos estudantes americanos "gritando, cantando na Casa Branca não refletem bem no meu país".

Essas ações, por extensão, também não refletem o sentimento dos cristãos. Norvelle incentivou os Cristãos a exercer as exposições bíblicas “de oração, paz e perdão”.


Fonte: Christian Post 

Fundamentalistas afirmam que vão vingar morte de Bin Laden



da BBC Brasil

O porta-voz da principal facção paquistanesa do Talebã Ehsanullah Ehsan falou por telefone com a agência de notícias AFP. "Se ele (Bin Laden) foi martirizado, nós vamos vingar sua morte e lançar ataques contra os governos americano e paquistanês e suas forças de segurança", disse ele. "Essas pessoas são, na verdade, inimigos do Islã."

"Se ele (Bin Laden) se tornou um mártir, é uma grande vitória para nós, porque o martírio é o objetivo de todos nós", disse Ehsan.

Bin Laden  (foto)se mudou para o Afeganistão em 1996, de onde passou a comandar a Al-Qaeda com o apoio do Talebã, que controlava o país.

Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o governo americano ordenou que o Talebã entregasse Bin Laden ou entregasse o poder, o que resultou na invasão do Afeganistão por forças dos Estados Unidos.

O movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza, condenou o que chamou de "assassinato" de Osama Bin Laden, apesar das relações ambivalentes entre o grupo e a Al-Qaeda.

O premiê do Hamas, Ismail Haniyah, chamou Bin Laden de "guerreiro árabe sagrado" e disse que o assassinato é a continuação de uma política americana baseada na opressão.

No passado, o Hamas tentou, por vezes, se distanciar de Bin Laden temendo que a Al-Qaeda estivesse se apoderando da causa palestina de forma prejudicial ao movimento.

Já Bin Laden criticou o Hamas por participar de eleições democráticas nos territórios palestinos em 2006.

Recentemente, o Hamas enfrentou oposição em Gaza de grupos inspirados pela Al-Qaeda que acham que o grupo se tornou moderado demais.

Marcando as diferenças entre as facções palestinas, o Fatah, que controla a Cisjordânia, disse que a morte de Bin Laden é positiva para a causa da paz no mundo.

Segundo autoridades dos Estados Unidos, Bin Laden foi morto com um tiro na cabeça após resistir à prisão, em uma operação conduzida por uma unidade de elite do Exército americano na cidade de Abbottabad, a 100 quilômetros de Islamabad, no Paquistão.

O líder da Al-Qaeda estava em uma mansão cercada por muros de até seis metros de altura, que era oito vezes maior que outras casas na região e foi avaliada em "vários milhões de dólares", apesar de não ter telefone ou conexão de internet. A operação teria durado cerca de 40 minutos.

A mídia nos Estados Unidos noticiou que o corpo foi "enterrado no mar" para evitar que o túmulo de Osama Bin Laden fosse tratado como um local sagrado. Isso teria sido feito em menos de 24 horas depois da morte em respeito à prática islâmica.

Obama diz que nenhum
americano ficou ferido na
operação contra Osama  
O feito foi descrito pelo presidente Obama como "a conquista mais significativa até hoje nos esforços de nossa nação para derrotar a Al Qaeda". Segundo Obama, a operação que matou Bin Laden não deixou nenhum americano ferido.

Autoridades americanas dizem que três outros homens teriam sido mortos no ataque - um dos filhos de Bin Laden e dois de seus mensageiros. Uma mulher também teria sido morta após ser usada como "escudo" e outras duas mulheres teriam ficado feridas.

Ainda de acordo com as autoridades dos Estados Unidos, um helicóptero usado na operação sofreu "problemas técnicos" e foi, depois, destruído e abandonado. A equipe deixou o local em um segundo helicóptero.

Um morador da região, Nasir Khan, disse à agência Reuters que os helicópteros foram alvo de "fogo pesado" vindo de atiradores que estavam em terra.  O tamanho e a sofisticação do complexo residencial "chocou" as autoridades americanas.
www.paulopes.com.b

Osama Bin Laden usou uma mulher como escudo, afirma americano



Foto manipulada para
 mostrar como estaria
Bin Laden em 2010

Osama Bin Laden (foto) usou uma jovem como escudo humano quando uma tropa de elite do Exército americano invadiu na madrugada desta segunda-feira (2) a mansão em que estava, na cidade de Abbottabad, a 100 km de Islamabad, Pasquistão. Ele estava armado.

Nesta tarde, John Brennan, especialista em segurança e ações antiterrorismo dos governo americano, disse à imprensa que “havia uma mulher que estava na linha de fogo que teria sido usada com escudo humano para proteger Bin Laden dos ataques que se aproximavam".

Ele confirmou que exame de DNA confirmou que o homem morto é, com certeza, 99,9% Bin Laden.

Brennan informou que o sepultamento de Bin Laden foi realizado de acordo com os requisitos das leis islâmicas.

As agências informaram que o corpo foi sepultado no mar, mas, de acordo com fontes islâmicas, pelo que determina o Alcorão, só pode ser lançado ao mar os restos mortais de quem estava em navio.

As autoridades americanas teriam decido não sepultar o corpo em algum lugar na terra para que o local não se transformasse um março de veneração dos fundamentalistas islâmicos.

Existe uma desconfiança generalizada de que o corpo se encontra nos Estados Unidos. A imprensa americana tem fotos do governo e decidiu não públicá-las, pelo menos por enquanto, porque são chocantes. De madrugada, uma emissora de TV do Pasquistão divulgou uma foto cuja autenticidade está sendo contestada.

Quarto onde o terrorista foi morto

Partido islâmico organiza protesto contra morte de Bin Laden



da BBC Brasil

Centenas de manifestantes foram às ruas da cidade paquistanesa de Quetta nesta segunda-feira protestar contra a morte de Osama Bin Laden. A manifestação foi organizada pelo partido Jamiat Ulema-i-Islam-Nazaryati (JUI-N). Os manifestantes gritaram slogans de apoio ao Taleban e queimaram uma bandeira americana. Testemunhas calculam que cerca de 800 pessoas participaram do protesto.

O Taleban paquistanês prometeu nesta segunda-feira organizar mais ataques no país em represália à morte de Bin Laden. Os Estados Unidos fecharam temporariamente sua embaixada em Islamabad, assim como consulados nas cidades paquistanesas de Lahore, Karachi e Peshawar, para evitar possíveis atos de violência.

Em entrevista à BBC, o ex-presidente paquistanês Pervez Musharraf disse que a morte de Bin Laden "foi o sucesso de todas as pessoas que amam a paz". Musharraf ressaltou, no entanto, que os americanos não deveriam operar livremente no Paquistão. "A soberania paquistanesa nunca deveria ter sido violada", disse o ex-presidente.

Já o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, disse que a morte de Bin Laden prova a posição mantida há tempos por seu governo de que a chamada "guerra contra o terror" não deveria ser travada em solo afegão. "A 'guerra contra o terror' não está nas casas de afegãos inocentes, no bombardeamento de crianças e mulheres afegãs... a 'guerra contra o terror' deve acontecer em seus refúgios e campos de treinamento, não no Afeganistão", acrescentou.

Mas em Kandahar, provincia afegã considerada um reduto do Taleban, muitos lamentaram a morte do líder da Al-Qaeda. O governo do Taleban ofereceu refúgio para Bin Laden em 1996, quando ele se desentendeu com o governo do Sudão. Até 2001, o Afeganistão abrigou diversos campos de treinamentos para extremistas islâmicos.

Desde a queda do Taleban em 2001, a influência da Al-Qaeda no país tem diminuído. Os níveis de violência no Afeganistão atingiram picos em 2010, apesar da presença de quase 150 mil soldados estrangeiros. No último fim de semana, o Talebã anunciou o início de sua  "ofensiva de primavera", contra soldados da Otan e membros do governo afegão.
fonte PAULO LOPES WEBLOG

Igrejas se unem no Alabama depois dos tornados


Vizinhos se mostram mais receptivos ao evangelho depois da tragédia

Igrejas se unem no Alabama depois dos tornados
Os membros da Igreja Batista em Tuscaloosa, Alabama (EUA), que foram desalojados depois que o tornado destruiu a Igreja na semana passada, encontraram na Igreja Batista Porta Aberta um local para adorar a Deus.
 
“Enquanto eles cantavam ‘Somente em Cristo’ e ‘Cristo é Nossa Rocha’ e ‘Grande é Sua Fidelidade’, eles cantavam com paixão e convicção que isso é verdade. Isso é real”, disse K.J.Pugh, pastor da Igreja Batista Porta Aberta, ao The Christian Post.

“Essa manhã eu li Isaías 33.6 ‘E haverá estabilidade nos teus tempos, abundância de salvação, sabedoria e conhecimento; e o temor do SENHOR será o seu tesouro’. Esse é o senso comum – que o Senhor é a estabilidade dessa Igreja e nós iremos emergir mais fortes”.

As duas Igrejas irão compartilhar a mesma instalação, por enquanto, combinando noites de atividade de quarta-feira. Há pouca preocupação sobre a situação do edifício. Eles estão mais focados nas necessidades dos cultos.

“Algumas das coisas mais difíceis eu vejo são as pessoas saindo de suas casas empurrando carrinhos de bebê, carregando poucos objetos pessoais que sobraram. Sinto que estou em um daqueles filmes de desastres”, afirma pastor K.J.Pugh.

Os tornados atingiram os EUA na semana passada e deixaram mais de 200 pessoas mortas somente no Alabama. O Serviço Nacional de Meteorologia tem dito que esse foi o maior tornado registrado na história dos EUA. Mas no meio da devastação, Deus está trabalhando.

Colby Mouchette, um jovem pastor da Igreja Batista destruída, tem ido de porta em porta em Tuscaloosa ao redor de sua Igreja, para evangelizar, mas não davam atenção. Agora, depois dos acontecimentos, as pessoas estão ouvindo a mensagem do Evangelho.

“Eu tenho uma relação familiar com muitos vizinhos,” disse Mouchette ao The Christian Post. “Trabalhávamos com crianças, mas os adultos não estavam muito abertos para o evangelho”.

“Depois do furacão, estava andando, buscando por pessoas, e para minha surpresa cerca de 50 pessoas que não me davam ouvidos quando batia em suas portas, me abraçaram na rua. Elas estavam arrasadas porque o prédio da Igreja foi destruído. Então eu lhes disse: A Igreja não se foi, somente o edifício, mas as pessoas continuam aqui para agradecer ao Senhor”.

Fonte: Christian Post

Crianças de um albergue cristão são envenena

  
SRI LANKA (49º) - Evidências apontam para um envenenamento coletivo em um albergue para meninos administrado pela congregação De La Salle, em Mannar, Sri Lanka. Os membros da congregação afirmam que o ato provavelmente teve como objetivo despertar as tensões contra a igreja.

Cerca de 60 meninos foram hospitalizados no dia 29 de abril ao adoecerem durante as reuniões de oração vespertinas, que acontecem logo após o almoço ser servido no albergue.

“Algum tipo de veneno foi adicionado aos condimentos ou à comida depois que ela foi preparada”, afirma Sebamalai Santhiago, que é encarregado do albergue e reitor assistente do colégio Saint Xavier, onde os meninos estudam.

Ele estava se referindo aos relatórios da polícia e do hospital, que estava analisando as amostras dos alimentos.

As primeiras investigações comprovaram que alguém entrou no albergue e envenenou a comida propositalmente. A polícia fechou o abrigo e outros testes estão sendo realizados na cozinha.

Um dos motivos para o incidente pode ter sido as disputas entre a igreja e os oficiais do Estado.

O albergue foi fundado em 1951, e não havia sofrido nada como isso antes, e o incidente chocou os moradores da região. Mais de 80 meninos (de 13 a 18 anos) frequentam o albergue.

“Ninguém foi preso até agora mas, felizmente, todos os alunos de recuperaram”.

Tradução: Deborah Stafussi


Fonte: UCA News

A verdade por trás da morte de Osama bin Laden



Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

  Lição 5, A Mordomia da Igreja Local